<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339</id><updated>2012-01-10T16:31:21.599-08:00</updated><title type='text'>Paralisia Facial</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>78</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5197993883729308099</id><published>2012-01-05T11:05:00.001-08:00</published><updated>2012-01-05T11:05:46.916-08:00</updated><title type='text'>Reabilitação da Paralisia Facial</title><content type='html'>A reabilitação é lenta e minunciosa, isto em função das patologias e dos testes musculares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ela deve ser diária&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ela pede ao paciente muito controle na frente do espelho&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ela exige uma concretração importante que poderá ser traduzida como uma lentidão e fadiga&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ela deve ser feita de manhã e à tarde na medida do possível&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em geral a massagem não deve durar mais que 15 minutos e, os exercícios, só o fisioterapeuta vai dizer a duração do tradução do e principalmente do repouso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A quantidade de exercício será em função do teste muscular feito pela fisioterapeuta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os movimentos orientados pela fisioterapeuta devem ser  executados lenta e progressivamente, na amplitude e no número de contrações indicadas .&lt;br&gt; &lt;br&gt;Reeducação facial é uma forma de reabilitação que inclui manipulação dos músculos faciais, exercícios específicos e eletromiografia de superfície para biofeedback. Uma avaliação de três áreas principais contribui para direcionar o tratamento de forma efetiva:&lt;br&gt; &lt;br&gt;Simetria deficiente&lt;br&gt;&lt;br&gt;Danos funcionais devido a atividade muscular inadequada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Expressão facial comprometida (sorriso, aborrecimento, etc..)&lt;br&gt;&lt;br&gt;Exercícios com movimentos específicos podem ser usados (elevar a sobrancelha levemente, franzir o nariz de forma simétrica, etc..) no trabalho com os específicos grupos musculares. O treino através de eletromiografia de superfície para biofeedback se dá através de EMG computadorizado com vários canais para melhorar o controle dos movimentos faciais. Em muitos dos casos, o que era um movimento automático passa a ser algo que tem que ser aprendido.&lt;br&gt; Relaxamento da atividade muscular hiperativa pode ser tratada através de uma variedade de exercícios específicos e técnicas de manipulação. Como resultado da re-inervação caótica a sinsinesia, movimentos em massas e co-contração aparecem freqüentemente após a recuperação. Exercícios específicos podem ajudar a reduzir esse problema que freqüentemente é percebido como tensão dos músculos faciais, contração involuntária do canto da boca, ou ainda fechamento do olho durante o sorriso. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5197993883729308099?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5197993883729308099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2012/01/reabilitacao-da-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5197993883729308099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5197993883729308099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2012/01/reabilitacao-da-paralisia-facial.html' title='Reabilitação da Paralisia Facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-7070225402073045936</id><published>2012-01-05T10:48:00.001-08:00</published><updated>2012-01-05T10:48:53.241-08:00</updated><title type='text'>7 perguntas e respostas sobre Paralisia Facial</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1- Estou tendo um &amp;quot;derrame cerebral&amp;quot; (AVC)?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Geralmente não. A paralisia que afeta TODA a metade da face (testa, olho  e boca) é chamada de &amp;quot;Paralisia Facial Periférica&amp;quot; (PFP) pois é  resultado de uma lesão que acontece fora do cérebro. No caso de  Paralisia Facial causada por AVC, a lesão ocorre dentro do cérebro, e a  face não fica completamente paralisada (o olho fecha e a testa se  movimenta) além de ocorrerem outros sintomas associados mas, somente um  médico pode diagnosticar corretamente que tipo de paralisia facial se  trata.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;2- Qual é a causa da Paralisia Facial Periférica (PFP)?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; São muitas as causas que podem afetar o funcionamento do nervo facial,  mas a mais comum delas é chamada Paralisia de &amp;quot;Bell&amp;quot; (descrita por um  médico chamado Charles Bell). Ela é conhecida também como paralisia a  &amp;quot;frígore&amp;quot; (frio), paralisia idiopática e &amp;quot;golpe de ar&amp;quot;. Este tipo de PFP  acredita-se ser devido a uma resposta do nosso corpo a um vírus (herpes  simples). Como reação à este vírus, o nervo facial &amp;quot;incha&amp;quot; dentro do  canal ósseo e é pressionado (como quando nós dormimos em cima do braço e  ficamos sem sentir a mão e o antebraço). &lt;br&gt; &lt;br&gt; A segunda causa mais comum de PFP são as infecções do ouvido, podendo causar PFP pelo mesmo motivo que na paralisia de Bell. &lt;br&gt; &lt;br&gt; A terceira causa mais freqüentes são os traumas, ou seja, batidas, que  podem causar edema do nervo (concussão) ou fraturas no osso do ouvido,  lesando o nervo no trajeto da fratura.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Outras causas também são possíveis como: metabólicas (diabetes,  hipercolesterolemia, tireoidopatias e etc), tumores, doenças  auto-imunes, infecções por HIV, doenças hipertensivas entre inúmeras  outras ) por isso, o melhor a fazer é procurar um  Otorrinolaringologista, para que ele possa diagnosticar a causa PFP e  tratá-la adequadamente.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;3- Quando eu vou melhorar?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; O tempo de melhora para os casos de PFP é muito variável e vai depender  de inúmeros fatores como: idade do paciente, causa da PFP, o tipo de  lesão do nervo facial, o grau de PFP entre outros fatores. Nós sabemos  que quanto mais precoce for o tratamento, maior a chance de regressão da  PFP e menor a chance de seqüelas por isso, o Otorrinolaringologista  deve ser consultado o mais rápido possível.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;4- Há possibilidade de eu ficar com Paralisia Facial Periférica (PFP) para sempre?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt; A possibilidade existe porém é pequena principalmente se for diagnosticada precocemente e tratada corretamente.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;5- Tive Paralisia Facial Periférica (PFP) há mais de 2 anos e não melhorou, existe alguma coisa que posso fazer para melhorar?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Quando a PFP é de longa data, mais de 2 anos, ocorre também a paralisia e  lesão dos músculos da face que são inervados pelo nervo facial  impossibilitando a melhora da PFP. Entretanto, existem procedimentos  estéticos e cirúrgicos (plásticas) que podem minimizar as seqüelas. Para  isso você deve procurar um Otorrinolaringologista que ira avaliar e  orientar quanto ao melhor tratamento a ser feito e se necessário,  encaminhara a um cirurgião plástico com experiência nesta área.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;6- A Fonoterapia/ Fisioterapia é mesmo necessário?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Sim! A fonoterapia/fisioterapia é importantíssima para que ocorra uma  melhora rápida e minimizar as seqüelas, contudo estes procedimentos  devem ser realizados por profissionais qualificados. Quanto mais precoce  o inicio, melhor o prognóstico mas não nunca faça  fonoterapia/fisioterapia tipo &amp;quot;choque&amp;quot; elétrico no rosto e nem procure a  fonoaudióloga/fisioterapeuta antes de se consultar com o  Otorrinolaringologista.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;7- Quais outros cuidados importantes devo tomar?&lt;/strong&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; Quando o nervo facial está paralisado uma atenção especial deve ser  tomada com relação aos olhos. Como normalmente o olho está seco e/ou o  movimento da pálpebra está diminuído você deve usar um colírio  apropriado durante o dia e uma pomada oftálmica a noite para prevenir a  formação de úlcera de córnea e cegueira. Procure seu  Otorrinolaringologista que ele ira te indicar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.paralisiafacial.org.br/conteudo.asp?id=5"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-7070225402073045936?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/7070225402073045936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2012/01/7-perguntas-e-respostas-sobre-paralisia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7070225402073045936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7070225402073045936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2012/01/7-perguntas-e-respostas-sobre-paralisia.html' title='7 perguntas e respostas sobre Paralisia Facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-4057844865943437901</id><published>2011-12-09T05:27:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T05:28:01.865-08:00</updated><title type='text'>Abordagem fisioterapêutica na paralisia facial periférica</title><content type='html'>&lt;br&gt;A paralisia de Bell é a mais frequente das paralisias faciais e pode ser definida como uma paralisia do tipo neurônio motor inferior, portanto periférica (HUNGRIA, 2000, p. 420). &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os termos paralisia facial idiopática ou de paralisia de Bell são utilizados na literatura para caracterizar aqueles pacientes com quadro agudo de paralisia facial com caraterística periféricas e sem um diagnóstico etiológico definido (LAZARINI, MITRE &amp;amp; SZAJUBOK, 2002, 395).&lt;br&gt; &lt;br&gt;O nervo facial é considerado um nervo misto, embora essencialmente motor: cerda de 7.000 neurofibrilar de função motora e 3.000 de caráter sensorial (HUNGRIA, 2000, p. 408). Em virtude de sua peculiar situação de enclausuramento em canal ósseo, num trajeto de 30-35 mm, desde o fundo do meato acústico interno até o forâmen estilomastóideo, o nervo facial está sujeito a processos infecciosos ou compressivos, de variada natureza, que podem interromper seu influxo nervoso, acarretando bloqueio total (HUNGRIA, 2000, p. 411). &lt;br&gt; &lt;br&gt;A teoria patogênica mais aceita sobre a paralisia de Bell é de distúrbio vascular da artéria estilomastóidea, que se processaria consoante ao seguinte esquema: espasmo arteriolar – isquemia do nervo – lesão dos capilares – edema – compressão – estase linfática e venosa – anóxia – círculo vicioso (HUNGRIA, 2000, p. 420). Têm sido comprovadas titulagens sangüíneas elevadas para anticorpos específicos antivirais do herpes simples, da varicela- Zoster, do Epstein-Barr e do citomegalovírus em pacientes com paralisia de Bell (HUNGRIA, 2000, p. 421). Parece haver, portanto, duas modalidades de paralisia de Bell: a neuropatia vascular edematosa e a de neurite intersticial a vírus (HUNGRIA, 2000, p. 421). Jongkess citado por Hungria (2000, p.420) dá grande valor a causas psicossomáticas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Diante de uma paralisia facial periférica, o diagnóstico clínico de paralisia de Bell é feito por exclusão de outras possíveis causas (LAZARINI, MITRE &amp;amp; SZAJUBOK, 2002, p.&lt;br&gt;396) como mostra a figura 1na p. 08. Nos últimos anos, observa-se um aumento importante do número de casos traumáticos, principalmente em decorrência de acidentes de transito e ferimentos por arma de fogo causas (LAZARINI, MITRE &amp;amp; SZAJUBOK, 2002, 396). A dor de ouvido ou em torno dele freqüentemente precede a paralisia de Bell e uma história de corrente de ar no lado da face pode ser significativa. A paralisia de Bell também pode ser acompanhado de edema da parótida (Síndroma de Melkersson), (BULL, 1997, p. 91). A assimetria facial, com repuxamaento dos traços fisionômicos para o lado são, apagmento dos sulcos e rugas do lado doente, chama a atenção de imediato alem de que na hemiface enferma , o piscamento não acompanha o da outra hemiface e o olho não se fecha tanto, a asa do nariz aproxima-se do septo nasal estreitando a narina, que não se dilata durante as inspirações; a comissura bucal desvia-se para baixo. O sinal de Bell é representado pelo desvio do globo ocular para cima e para fora, sincinesia fisiológica, de hábito inaparente durante oclusão palpebral normal, mas que se torna visível quando esta não se faz (HUNGRIA, 2000, p. 414).&lt;br&gt; &lt;br&gt;A paralisia facial bilateral é uma raridade interessante. É a assimetria facial da paralisia facial que chama atenção e torna o diagnóstico óbvio; a paralisia facial bilateral pode&lt;br&gt;não ser tão prontamente diagnosticada (BULL, 1997, p. 91). A paralisia simultânea bilateral é um dado de exclusão para o diagnóstico de paralisia de Bell (LAZARINI, MITRE &amp;amp; SZAJUBOK, 2002, p.399). O diagnóstico topográfico refere-se à localização da lesão ao longo do trajeto do nervo facial, sendo que o reflexo do músculo estapédico indica se a lesão está acima ou abaixo do nervo estapédico (LAZARINI, MITRE &amp;amp; SZAJUBOK, 2002, p.405). No teste de Schirmer se houver redução do lacrimejamento indica que a lesão foi proximal ao gânglio geniculado, se a gustação estiver comprometida a lesão é proximal a corda do tímpano (BULL, 1997, p. 92). A Eletromiografia só pode ser realizada após a segunda semana do início da paralisia (HUNGRIA, 2000, p. 417). A tomografia computadorizada e a ressonância magnética tornou mais objetiva a identificação do local da lesão estapédico (LAZARINI, MITRE &amp;amp; SZAJUBOK, 2002, p.405).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O prognóstico para a paralisia de Bell é relativamente bom, pois em cerca de 85% dos casos regride sem deixar seqüelas, uma vez que se trata de simples bloqueio fisiológico ou neuropraxia (HUNGRIA, 2000, p. 420). O aparecimento da paralisia facial pós-trauma, quando surge dias após o trauma significa que é conseqüente a compressão por derrame sangüíneo ou edema e a recuperação espontânea é regra. A paralisia que se instala logo após o trauma decorre de lesão maior cuja a magnitude não é possível avaliar. (HUNGRIA, 2000, p. 428). O paciente pode permanecer com algum grau de déficit motor facial, que poderá comprometer seu sorriso, sua expressão de alegria ou tristeza, sua fala e até mesmo sua mastigação, alem das sincinesias e de seqüelas como falta de lacrimejamento e a dificuldade no fechamento palpebral (LAZARINI, MITRE &amp;amp; SZAJUBOK, 2002, 410). &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.uniamerica.br/arquivos/1seminario-fisioterapia/paralisiafacialMorgani-Carla.pdf"&gt;Vea o restante do Caso Clínico aqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-4057844865943437901?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/4057844865943437901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/12/abordagem-fisioterapeutica-na-paralisia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4057844865943437901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4057844865943437901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/12/abordagem-fisioterapeutica-na-paralisia.html' title='Abordagem fisioterapêutica na paralisia facial periférica'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-1932442332301815396</id><published>2011-12-09T05:24:00.001-08:00</published><updated>2011-12-09T05:24:40.426-08:00</updated><title type='text'>Paralisia facial após técnica anestésica mandibular</title><content type='html'>&lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;A Paralisia do Nervo Facial (PNF) pode  ocorrer por diferentes motivos, como traumatismo, compressão, processos  infecciosos ou inflamatórios, distúrbios metabólicos e iatrogenias. O  nervo facial, dentre os nervos cranianos, é o mais acometido, sendo a  ocorrência de lesões durante o tratamento dentário bastante rara e  incomum. Poucos autores descrevem casos de PNF decorrente do tratamento  odontológico&lt;sup&gt;1-5&lt;/sup&gt;. Gray (1978) cita 3 casos de paralisia facial  causada por injeção de anestésico durante bloqueio mandibular, com  total recuperação dos pacientes após 7 horas. A recuperação dos  movimentos normais pode demorar algumas horas, com o paciente estando  apto a realizar suas atividades normais em um breve período de tempo&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;.  No presente artigo, os autores apresentam um caso de paralisia  hemi-facial, provocada pela compressão do nervo facial após a realização  da técnica anestésica para bloqueio dos nervos lingual, alveolar  inferior e bucal, em que a ruptura de pequenos vasos pode ter ocasionado  a formação de um hematoma.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;RELATO DE CASO&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;font size="2"&gt;Paciente  de 63 anos foi encaminhada à Clínica de Cirurgia Bucal para extração do  primeiro molar inferior esquerdo. A paciente não apresentava nenhuma  alteração sistêmica nem fazia uso de nenhum tipo de medicação. Após  planejamento do caso, antissepsia e montagem dos campos estéreis e da  mesa cirúrgica, o procedimento foi iniciado, objetivando o bloqueio  regional dos nervos lingual, alveolar inferior e bucal do lado esquerdo,  para completa dessensibilização da região e extração dentária. Alguns  minutos após o início da infiltração do agente anestésico (Mepivacaína  2% com Epinefrina 1:100.000), a paciente relatou que sua face do lado  esquerdo apresentava-se &amp;quot;dormente, com peso anormal, dificuldade de  fechar o olho do lado esquerdo e diminuição discreta da salivação&amp;quot;. Foi  observado, então, que a paciente apresentava naquele momento paralisia  hemi-facial, com exposição da esclera durante a tentativa de fechamento  da pálpebra esquerda, restrição nos movimentos dos músculos faciais, que  incluía, além do incompleto fechamento palpebral, perda da movimentação  dos lábios superior e inferior e da região supraorbitária esquerda. (&lt;a href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1808-52102010000200002#fig01"&gt;Figuras 1a&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1808-52102010000200002#fig01"&gt;b&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1808-52102010000200002#fig01"&gt;c&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1808-52102010000200002#fig01"&gt;d&lt;/a&gt;)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;a name="fig01"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;" align="center"&gt;&lt;img src="http://revodonto.bvsalud.org/img/revistas/rctbmf/v10n2/a02fig01.jpg"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;Os  sinais observados e os sintomas descritos pela paciente nos fizeram  concluir que todas as ramificações do nervo facial encontravam-se  paralisadas, possivelmente pela compressão do nervo facial após a  formação de um hematoma que se formou após a ruptura de vasos que estão  em íntimo contato com o epineuro. A paciente foi orientada a permanecer  calma, o procedimento cirúrgico foi suspenso, e todas as orientações  relativas ao tratamento e acompanhamento foram transmitidas à paciente  que, após 3 horas, já apresentava os movimentos faciais recuperados e  sem queixas (&lt;a href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1808-52102010000200002#fig02"&gt;Figuras. 2a&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1808-52102010000200002#fig02"&gt;b&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1808-52102010000200002#fig02"&gt;c&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1808-52102010000200002#fig02"&gt;d&lt;/a&gt;).  Nenhuma medicação ou tratamento específico foi recomendado à paciente,  com o procedimento cirúrgico sendo realizado após duas semanas, sem  intercorrências.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;a name="fig02"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;" align="center"&gt; &lt;img src="http://revodonto.bvsalud.org/img/revistas/rctbmf/v10n2/a02fig02.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;DISCUSSÃO&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;Na  literatura, são encontradas diferentes etiologias para a PNF, como:  injeção de anestésicos locais, extração dentária, processos infecciosos,  osteotomias, cirurgias pré-protéticas, excisão de tumores e cistos,  cirurgia da articulação têmporo-mandibular e tratamento das fraturas  faciais e de pacientes fissurados&lt;sup&gt;3-5&lt;/sup&gt;. É demonstrado, neste  artigo, um caso de injeção do agente anestésico diretamente no nervo  facial, o que pode ter provocado a ruptura de vasos, levando à formação  de um hematoma, que, posteriormente, causou a compressão do nervo,  resultando no quadro de paralisia facial. O nervo facial percorre o  interior da glândula parótida e se ramifica, inervando a região  temporal, supraorbitára, zigomática, bucal, maxilar, mandibular e  cervical. Isso explica o início rápido dos sinais e sintomas relatados  pela paciente e as regiões afetadas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;Ling (1985)&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;  apresenta um caso de paralisia periférica do nervo facial após  anestesia bucal em que foi utilizada a triamcinolona em altas doses no  início e gradual redução em sua dosagem com o passar do tempo, obtendo  resultados satisfatórios. Talzi; Soichot; Perrin (2003)&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;  demonstram não haver necessidade do uso de aciclovir no tratamento das  paralisias faciais causadas por agentes anestésicos. Vasconcelos et al.  (2006)&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt; também não recomendam o uso de medicação nesses  casos, apenas nas situações de paralisia facial de Bell, em que a causa é  desconhecida. As paralisias encontradas após bloqueio das estruturas  nervosas apresentam recuperação após algumas horas da técnica  anestésica, não necessitando, do nosso ponto de vista, fazer uso de  qualquer medicação. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;Este  trabalho demonstra a importância do conhecimento anatômico da região  oro-facial e das técnicas anestésicas utilizadas para os procedimentos  cirúrgicos da cavidade bucal. O conhecimento das complicações inerentes  aos procedimentos odontológicos é de suma importância, para que o  profissional possa identificar possíveis problemas e seja capaz de  explicar ao paciente o tratamento e suas consequências.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIAS&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;1. Gray RLM. Peripheral facial nerve paralysis of dental origin. Br J Oral Surg. 1978; 16:143-50.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;font size="2"&gt;2.  Ling KC. Peripheral facial nerve paralysis after local dental  anesthesia. Oral Surg Oral Med Oral Pathol. 1985; 60:23-4.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;3.  Burke RH, Adams JL. Immediate cranial nerve paralysis during removal of  a mandibular third molar. Oral Surg Oral Med Oral Pathol. 1987;  63:172-4.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;4.  Shuaib A, Lee MA. Recurrent peripheral facial nerve palsy after dental  procedures. Oral Surg Oral Med Oral Pathol. 1990; 70:738-40.             [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;5.  Tazi M, Soichot P, Perrin D. Facial palsy following dental extraction:  report of 2 cases. J Oral Maxillofac Surg. 2003; 61:840-4.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;6. Bersen PLJA. Peripheral facial nerve paralysis after local upper dental anaesthesia. Eur Neurol. 1993; 33:90.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;7.  Vasconcelos BCE, Bessa-Nogueira RV, Maurette PE, Carneiro SCSA. Facial  nerve paralysis after impacted lower third molar surgery: A literature  review and case report. Med Oral Patol Oral Cir Bucal. 2006; 11:175-8.             [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;a name="nt"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1808-52102010000200002#tx"&gt;&lt;img src="http://revodonto.bvsalud.org/img/revistas/rctbmf/v10n2/seta.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt; Endereço para Correspondência&lt;/b&gt;    &lt;br&gt;    Marcelo Rodrigues Azenha    &lt;br&gt;   R. Prudente de Moraes, 448/25,   Centro    &lt;br&gt;   Ribeirão Preto/SP    &lt;br&gt;   14-81256409 / 16-81789938    &lt;br&gt;   &lt;a href="mailto:marceloazenha@yahoo.com.br"&gt;marceloazenha@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-1932442332301815396?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/1932442332301815396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/12/paralisia-facial-apos-tecnica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1932442332301815396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1932442332301815396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/12/paralisia-facial-apos-tecnica.html' title='Paralisia facial após técnica anestésica mandibular'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-6090687064899444120</id><published>2011-11-25T06:12:00.001-08:00</published><updated>2011-11-25T06:12:27.165-08:00</updated><title type='text'>Etiologia para a paralisia facial</title><content type='html'>&lt;br&gt;Há inúmeras etiologias para as paralisias. No entanto, as mais estudadas são as que causam a paralisia periférica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Apresentaremos, a seguir, as principais etiologias das paralisias faciais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Paralisia de Bell&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Também conhecida como a Frigore ou Idiopática: paralisia de aparecimento súbito, afetando um lado da face. A recuperação é espontânea e sua causa é desconhecida. Dentre todas as etiologias de paralisia facial, esta é a mais comum.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Paralisia Facial Traumática&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;É determinada por fraturas do osso temporal ou dos ossos da face causadas por projéteis de arma de fogo, por ferimentos corto-contusos nas partes moles da face, por acidentes de carro - e, principalmente – motocicletas. Ocorre também, por traumas de parto (causados por fórceps, ou por compressão do rosto do feto no canal de parto) e ainda pelas iatrogênicas, quando o cirurgião lesa o facial deliberada ou inadvertidamente. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Paralisia por Infecção&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Estas infecções podem ser virais (herpes zoster, mononucleose, caxumba, citomegalovírus e sarampo), bacterianas inespecíficas (otite média aguda e otite média crônica colesteatomatosa), e bacterianas específicas (tuberculose e lues). &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Paralisia por Tumores&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A instalação súbita pode ser confundida com a paralisia de Bell, por isso deve-se fazer um diagnóstico bem preciso. Pode ocorrer no Sistema Nervoso Central (neurinoma ou schwanoma do facial), no Osso Temporal - que são os mais comuns - e no Extratemporal, quase sempre de conotação congênita. Outras linhagens possíveis nesta região, são os hemangiomas. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Paralisia Congênita&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Já se comentou sobre os traumas no parto; além destes há a Síndrome Congênita de Möebius, caracterizada por envolvimento simultâneo do VI e VII nervos cranianos, associada a outras alterações. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Paralisia Metabólica&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Aparece em indivíduos com diabetes, hipotiroidismo, ou até mesmo durante a gravidez.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Síndrome de Melkerson-Rosenthal&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;De início súbito, com edema de hemi-face, língua plicata, normalmente com aparecimento entre a terceira ou quarta década da vida. A etiologia é  desconhecida, e a recuperação é espontânea, como a paralisia facial de Bell. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Doença de Lyme&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;É uma infecção causada pela espiroqueta transmitida por picada de carrapato. A paralisia facial pode ser uni ou bilateral (CRUZ &amp;amp; ALVARENGA, 1998; BENTO &amp;amp;&lt;br&gt;BARBOSA, 1994; MAY &amp;amp; SHAMBAUGH JR., 1991).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Dentre estas patologias citadas, faremos uma referência mais abrangente sobre as patologias que causam paralisia facial bilateral.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-6090687064899444120?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/6090687064899444120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/11/etiologia-para-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6090687064899444120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6090687064899444120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/11/etiologia-para-paralisia-facial.html' title='Etiologia para a paralisia facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5846967784989523491</id><published>2011-11-25T06:05:00.001-08:00</published><updated>2011-11-25T06:05:26.856-08:00</updated><title type='text'>Laserterapia associada ao tratamento da Paralisia Facial de Bell</title><content type='html'>&lt;br&gt;Paralisia facial de Bell é definida como uma paralisia periférica do nervo facial, do tipo idiopática e de início repentino. É considerada a mais comum causa de paralisia&lt;br&gt;associada a este nervo(1). Consiste no acometimento do sétimo nervo craniano, de forma aguda, podendo ser precedida por dor na região mastoidiana, resultando em&lt;br&gt; paralisia completa ou parcial da mímica facial. Suas manifestações clínicas dependem do grau de comprometimento das fibras nervosas(2). Podem estar associados&lt;br&gt;distúrbios de gustação, salivação e lacrimejamento(3). Estima-se que a incidência da paralisia de Bell seja de 20 a 30 casos por 100 mil habitantes, com prevalência&lt;br&gt; ligeiramente maior entre as mulheres(2). É rara antes dos 10 &lt;br&gt;&lt;br&gt;O diagnóstico da paralisia de Bell é essencialmente clínico, porém é um diagnóstico de exclusão. O exame físico do paciente deve demonstrar um envolvimento difuso do&lt;br&gt; nervo facial, exame otoscópico normal com ausência de vesículas ou outras anormalidades na pele ou massas tumorais nas glândulas parótidas(4). &lt;br&gt;Alguns pacientes com esta paralisia facial, quando examinados pela ressonância magnética, podem apresentar captação de contraste pelo nervo facial afectado(5). O estudo neurofisiológico completo pode estabelecer um prognóstico adequado para esta condição(6,7). O tratamento da paralisia de Bell visa promover a recuperação completa da função da musculatura da mímica facial e prevenir a degeneração de fibras nervosas e suas possíveis sequelas(2).&lt;br&gt; &lt;br&gt;A terapêutica proposta deve incluir, além da fisioterapia, a protecção ocular, para evitar complicações sérias como a úlcera de córnea. Está indicado o uso frequente de&lt;br&gt;solução oftálmica estéril lubrificante. Com o objectivo de promover a regeneração nervosa, medicamentos como vitamina do complexo B, prednisona (corticosteróide) e&lt;br&gt; aciclovir (antiviral) podem ser administrados. O uso concomitante de antiviral e corticosteróide deve ser instituído nos casos com prognóstico mau. Ainda assim, nenhuma destas condutas medicamentosas está consagrada(8). &lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo HATO et al.(1), mais de 10% dos pacientes com paralisia de Bell não normalizam sua capacidade de movimentação dos músculos inervados pelo nervo facial,&lt;br&gt;quando tratados somente com corticos-teróides. Os autores investigaram os efeitos da associação do aciclovir no tratamento da paralisia de Bell. Este antiviral interage com&lt;br&gt; a DNA polimerase do vírus do Herpes tipo I e inibe a replicação de seu DNA. Neste estudo, a recuperação da actividade motora da mímica facial nos pacientes tratados com prednisolona e aciclovir foi de 95,7%, enquanto que nos pacientes tratados somente com corticosteróides, a recuperação foi de 88,6%. Os pacientes tratados com a terapia combinada antes de três dias do início das manifestações clínicas obtiveram 100% de recuperação. Após quatro dias, a recuperação completa foi de 86,2%. O melhor prognóstico do quadro está associado a um diagnóstico precoce e ao início da terapia medicamentosa(1).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os lasers não cirúrgicos ou de baixa intensidade possuem uma série de efeitos biológicos quando interagem com os tecidos. Para o tratamento da paralisia facial de Bell&lt;br&gt;podemos destacar o aumento da amplitude dos potenciais de acção (função nervosa estimulada) e a capacidade de aceleração de regeneração de estruturas nervosas(9).&lt;br&gt; MILORO et al.(10) destacam a efectividade do emprego do laser não cirúrgico (Arseneto de Gálio e Alumínio ou GaAlAs 830nm) na regeneração neural do nervo alveolar&lt;br&gt;inferior em ratos. Da mesma forma, SNYDER et al.(11), através de estudos de biologia molecular, sustentam que a laserterapia (633nm) aumenta os índices de regeneração&lt;br&gt; nervosa, reinervação e sobrevivência neuronal após rompimento dos axónios. &lt;br&gt;&lt;br&gt;SHAMIR et al.(12) em estudo experimental em ratos, realizaram a secção do nervo ciático e posterior anastomose. Durante 21 dias de pós-operatório, o grupo teste recebeu irradiação diária com laser (780nm). Resposta somatosensorial positiva foi encontrada em 69,2% dos animais que receberam laser, em comparação com 18,2% do grupo controle não irradiado. A análise imunohistoquímica indicou aumento do número total de axónios e da qualidade do processo de regeneração no grupo irradiado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;KHULLAR et al.(13) induziram, mecanicamente, degeneração axonal no nervo ciático de ratos e realizaram aplicações de laser (GaAlAs 830 nm) com o objectivo de avaliar a&lt;br&gt;recuperação da condução nervosa e função motora. A energia transmitida ao tecido foi de 6J, diariamente, por 28  dias. O grupo controle recebeu irradiação placebo. Com 21&lt;br&gt; dias após a injúria, a avaliação da função nervosa demonstrou resultados favoráveis à laserterapia. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www2.fosjc.unesp.br/anatomia/paralisiafacial.pdf"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5846967784989523491?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5846967784989523491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/11/laserterapia-associada-ao-tratamento-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5846967784989523491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5846967784989523491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/11/laserterapia-associada-ao-tratamento-da.html' title='Laserterapia associada ao tratamento da Paralisia Facial de Bell'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5048684147261391837</id><published>2011-10-20T09:58:00.001-07:00</published><updated>2011-10-20T09:58:52.075-07:00</updated><title type='text'>Trabalho miofuncional na paralisia facial</title><content type='html'>A expressão facial é nosso principal meio de comunicação não verbal10. É  como nos apresentamos ao mundo e como os outros distinguem nossas  emocões. Através das máscaras fisionômicas, temos como resposta a justa  inflexão da palavra4. A movimentação voluntária e o tônus da musculatura  da boca revestem-se de extrema importância, quer na alimentação, quer  na ingestão de líquidos. A perda dessa função acarreta dificuldades  constrangedoras ao processo alimentar 17.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Jongkees (1985)18  relatou que um paciente sofrendo de paralisia desfigurante de sua face  necessita cuidados, atenção e compreensão mais do que tratamentos  químicos ou cirúrgicos, ao menos nos primeiros dias da doença, seguido  pelo tratamento específico. Se considerarmos a paralisia facial como um  sintoma, um sinal de alarme de que algo não vai bem, devemos ver mais  além do que a face torta. O doente passa por dificuldade de expressar-se  naturalmente. Ele não reconhece sua imagem no espelho15. De acordo com  Charles Bell, em suas memórias póstumas, um paciente com paralisia  facial fica desprovido de certas emoções e, à medida que começa a  restabelecer sua mobilidade fisionômica, essas emoções começam a  ressurgir4.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Vários tratamentos e terapias têm sido propostos como  recursos paralelos ao tratamento médico5. Em 1971, Crouch8 sugeriu a  estimulação dos lábios com massagens rápidas para melhorar a competência  do fechamento labial. Chevalier et al.7 apresentaram em 1977 exercícios  que englobariam a musculatura envolvida na paralisia facial periférica,  e Fombeur et al (1978)12, do mesmo grupo, resumiram seus resultados. Em  1984, no V Simpósio Internacional sobre o nervo facial, vários  trabalhos abordaram a importância do acompanhamento dos pacientes com  paralisia facial, propondo exercícios, massagens, eletroterapia e  eletromiobiofeedback2, 3, 6, 19, 22.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em nosso meio, Guedes  (1994)14 apresentou a contribuição fonoaudiológica no acompanhamento dos  pacientes portadores de paralisia facial, com orientação de exercícios  miofuncionais e massagens.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Irintchev &amp;amp; Wernig (1994)16  sugeriram que o grau de recuperação da função facial dependeria do tipo  de lesão (neuropraxia, axonotmese ou neurotmese), duração do período de  desnervação, conexões motoras e sensoriais (direcionamento das fibras),  grau de reinervação (quantos axônios conseguiram crescer), e estado do  músculo. Ou seja, se o músculo já estiver atrofiado, o resultado poderá  não ser satisfatório. Segundo Papel (1989)21 e Fagan (1991)11 ocorre a  perda de 50% da massa muscular ao cabo de 12 a 18 meses após a  desnervação, enquanto Shumrick (1997)23 acredita que após 30 dias a  fibra muscular diminuiu pela metade e não recupera seu tamanho original  após a reinervação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Portanto, o trabalho muscular é de suma  importância na manutenção da atividade como tentativa de atraso da  atrofia. Paralelamente os exercícios miofuncionais visam acelerar o  retorno dos movimentos e da função da musculatura mímica, contribuindo  para o restabelecimento do equilíbrio da identidade do indivíduo.  Optamos pela abordagem miofuncional no trabalho da paralisia facial  periférica por acreditarmos que esta leva o indivíduo a trabalhar sua  fisionomia original, de forma controlada e simétrica, não somente a  musculatura isolada da função.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O trabalho miofuncional tem como  proposta exercitar a musculatura da face em casos de paralisia facial de  qualquer origem, ou seja, tanto nos casos em que ocorreu secção do  nervo (quando há a previsão de regeneração) ou após reconstituição, como  nos casos de edema.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Intervenção de acordo com a fase de evolução da doença.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fase flácida&lt;br&gt;&lt;br&gt;O  trabalho fonoaudiológico inicia-se na primeira visita, onde a avaliação  acontece concomitantemente às orientações dos exercícios13.  Considerando-se que a maioria dos pacientes refere interferências  importantes da simetria e fisionomia no desempenho pessoal nas  diferentes áreas, a orientação aborda temas como vida social e  profissional, com a intenção de motivá-los e estimulá-los, e quando  necessário, faz-se o encaminhamento para avaliação do ponto de vista  psicológico. Os olhos, durante a paralisia facial suprageniculada,  sofrem a falta do lacrimejamento, e ainda a falta do reflexo do  piscamento. Com isso, a necessidade constante de proteção e lubrificação  ocular deve ser reforçada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A avaliação tem como objetivo  identificar a musculatura envolvida. Além da observação das estruturas  no repouso, identifica-se a posição da pálpebra inferior, a continuidade  de rugas na testa, o desvio de filtro labial, o apagamento da rima  naso-labial, queda de asa nasal e comissura labial, bem como os  movimentos envolvidos na avaliação, a saber: elevação e contração da  testa, fechamento natural e forçado dos olhos, elevação do nariz,  protrusão e retração labial, competência para o fechamento labial e de  sucção.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na fase inicial da paralisia, basicamente flácida, com  pouco ou nenhum esboço de movimento, o trabalho consiste em exercícios  isométricos com massagens indutoras1 no sentido do movimento, na  hemiface paralisada. As massagens, sempre indutoras, devem ser  exclusivamente manuais, lentas e simétricas, com pressão profunda. O  efeito circulatório eleva o metabolismo celular e estimula o trofismo  muscular. Elas também estimulam os receptores proprioceptivos,  preservando o esquema corporal da face3.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Além dos exercícios,  existe a preocupação quanto ao processo de alimentação. Sabemos que a  incompetência labial, associada à hipofunção de bucinador em manter o  bolo alimentar entre as arcadas, impede a mastigação efetiva. Além  disso, o fato da falta de participação do bucinador na limpeza do  vestíbulo oral lateral também prejudica o processo alimentar. Por isso,  no início do tratamento orientamos o paciente a fazer a lateralização,  cuidando para que a ausência de lateralização não se perpetue. Caso a  paralisia perdure, é realizado trabalho específico de mastigação para  melhorar a identidade intraoral e possibilitar a adequação da função,  não propriamente visando força de mastigação, pois o músculo masseter e o  músculo temporal não são inervados pelo nervo facial, e sim pelo nervo  trigêmio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O prognóstico na fase flácida está diretamente  relacionado ao tempo de evolução da paralisia, ou seja, quanto antes  ocorrer a intervenção fonoaudiológica, melhor a chance de recuperação  funcional.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	Fase das seqüelas&lt;br&gt;&lt;br&gt;A falta de recuperação  completa até o terceiro mês após a instalação da paralisia sugere um  envolvimento de grau severo de muitas fibras do nervo. Após uma lesão  que levou à degeneração walleriana, a regeneração implica em crescimento  axonal, que nem sempre acompanha o direcionamento original, e que se  faz em &amp;quot;brotos&amp;quot;, ocasionando o aumento do número de axônios16.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nesses  casos, após a fase flácida, as fibras que antes tinham destinos  específicos, por perderem o endoneuro e eventualmente o perineuro,  crescem aleatoriamente, levando às sincinesias. Além disso, cada  brotamento de axônio irá inervar a musculatura que sofreu perda de massa  e tamanho de fibra, por desnervação (atrofia em algum grau), levando à  contratura20.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Schram e Burres (1984)22 relataram que o programa  de reabilitação na Universidade de Zurich é baseado no princípio da  &amp;quot;plasticidade&amp;quot; da inervação supranuclear e permite ao paciente a  reprogramação do controle da motricidade facial. A harmonia da  programação da inervação supranuclear com novos padrões de inervação  periférica traz a melhor utilização da musculatura. Devriese (1984)9,  sugere a conscientização e a mímica como auxiliares no trabalho das  seqüelas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para contornar as seqüelas, realizamos a identificação  dos movimentos associados e trabalhamos sua dissociação. Paralelamente,  usamos técnicas passivas e ativas de alongamento da musculatura  contraída em repouso. O relaxamento e os exercícios isotônicos  contribuem para melhorar a elasticidade da musculatura contraída.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para  a dissociação dos movimentos com sincinesia, usamos exercícios que  visam a utilização independente de um grupo muscular enquanto o outro  está sendo usado em outra função. Por exemplo, pedimos a protrusão  labial enquanto o paciente deve fechar e abrir os olhos; a seguir, ele  deve retrair as comissuras num sorriso, e fechar e abrir os olhos  novamente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Barat (1984)3, o treino neuromuscular  pressupõe um longo processo que abrange um estágio passivo e outro  ativo, onde o paciente é o responsável pelo treinamento e só o tempo  auxiliará nas conquistas com os exercícios para a sua vida diária.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Todos  os exercícios devem ser acompanhados de orientação minuciosa sobre a  necessidade do controle voluntário do paciente. Sem a conscientização,  ou seja, a conexão do sistema nervoso central durante o exercício, o  resultado não alcança seu objetivo de reprogramação. O prognóstico na  fase das sequelas não está relacionado ao tempo de evolução da  paralisia, mas ao grau de conscientização do paciente. Em alguns casos,  apesar da conscientização do paciente e de sua efetiva colaboração,  podemos encontrar um prognóstico reservado devido ao grau avançado de  contratura e limitação da reinervação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Referências Bibliográficas&lt;br&gt;&lt;br&gt;    1. ALTMANN, E.B.C. Como eu trato Paralisia Facial. IN: Anais do Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia, Natal. 1998.&lt;br&gt;&lt;br&gt;     2. BALLIET, T. Motor Contrl Strategies in the retraining of Facial  Paralysis. IN: PORTAMNN, M. The Facial Nerve. Masson Publishing Inc.  Paris. 1985. p. 465.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    3. BARAT, M. Principles of  Rehabilitation in Facial Paralysis. IN: PORTAMNN, M. The Facial Nerve.  Masson Publishing Inc. Paris. 1985.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    4. BEUTTENMULLER, G. O despertar da comunicação vocal. Enelivros. Rio de Janeiro. 1995.&lt;br&gt;&lt;br&gt;     5. BEURSKENS, C.H.G.; OOSTERHOF, J.; ELVERS, J.W.H.; OOSTENDORP,  R.A.B.; HERRAETS, M.E.J. The role of physical therapy in patients with  facial paralysis: State of the Art. Eur Arch Otorhinolaryngol (Suppl):  S125-S126. 1994.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    6. BISSCHOP, G; AARON, C.; BENCE, G; BENCE,  Y. Indications and limits of electrotheraphy in Bell's palsy. IN:  PORTAMNN, M. The Facial Nerve. Masson Publishing Inc. Paris. 1984.&lt;br&gt;&lt;br&gt;     7. CHEVALIER, A,-M. Avaliação da função motora da face nas lesões  periféricas e centrais. IN: LACÔTE, M; CHEVALIER, A,-M.; MIRANDA, A.;  BLETON, J.-P.; STEVENIN, P. Avaliação Clínica da Função Muscular.  Editora Manole. São Paulo. 1987.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    8. CROUCH, Z.B. Lip taping for buccal-labial insufficiency. J Speech Hear Dis 36: 543-546. 1971.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    9. DEVRIESE, P.P. Rehabilitation of facial expression (&amp;quot;Mime Therapy&amp;quot;). Eur Arch Otorhinolaryngol (Suppl). S42-S43. 1994.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;     10. DIELS, H.J. &amp;amp; COMBS, D. Neuromuscular Retraining for facial  paralysis. Otolaryngol Clin North Am 30 (5): &lt;a href="tel:727-743.%201997" value="+17277431997" target="_blank"&gt;727-743. 1997&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    11. FAGAN, P. The Assessment and Treatment of facial paralysis. Austr Family Phys 18 (11): 1400-1419. 1989.&lt;br&gt; &lt;br&gt;     12. FOMBEUR, J.P.; KOUBBI, G.; CHEVALIER, A.M.; MOUSSET, C. De  l'apport des aimants dans les séquelles des paralysies faciales. Étude  clinique preliminaire. Ann. Oto-laryng 105: 397-402. 1988 GOFFI GOMEZ,  M.V.S.; BOGAR, P.; BENTO, R.F.; MINITI, A. Exercícios miofuncionais e  paralisia facial idiopática. Rev. Bras. ORL 62 (4): 322-330. 1996.&lt;br&gt;&lt;br&gt;     13. GOFFI GOMEZ, M.V.S.; BOGAR, P.; BENTO, R.F.; MINITI, A.  Exercícios miofuncionais e paralisia facial idiopática. Rev. Bras. ORL  62 (4): 322-330. 1996.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    14. GUEDES, Z.C.F. A atuação do  fonoaudiólogo na equipe multidisciplinar de atendimento ao portador de  paralisia facial periférica. [Tese - doutorado. Escola Paulista de  Medicina]. São Paulo. 1994.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    15. HEYMANS, P.G. Emotions in the  first 99 days after the onset of facial paralysis: A single case study.  Eur Arch Otorhinolaryngol (Suppl): S537-S539. 1994.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    16.  IRINTCHEV, A. &amp;amp; WERNIG, A. Denervationa and Reinervation of Muscle:  Physiologucal Effects. Eur Arch Otorhinolaryngol (Suppl). S28-S30. 1994.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    17. JONGKEES, L.B.W. Practical Application of Clinical Tests for Facial Paralysis. Arch Otolaryngol 97: 220-223. 1973.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    18. JONGKEES, L.B.W. Facial Paralysis. IN: PORTAMNN, M. The Facial Nerve. Masson Publishing Inc. Paris. 1985.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;     19. LIEBERHERR, U.; FELIX, H. Facial nerve regeneration in polarized  electrical field. IN: PORTAMNN, M. The Facial Nerve. Masson Publishing  Inc. Paris. 1984.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    20. MORAN, C.J. &amp;amp; NEELY, J.G. Patterns of Facial Nerve Synkinesis. Laryngoscope 106: 1491-1496. 1996.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    21. PAPEL, I.D. Rehabilitation of the Paralysed Face. Otolaryngol Clin North Am 24 (3): &lt;a href="tel:727-739.1991" value="+17277391991" target="_blank"&gt;727-739.1991&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;     22. SCHRAM, Gh &amp;amp; BURRES, S. Non Surgical Rehabilitation after  Paralysis. IN: PORTAMNN, M. The Facial Nerve. Masson Publishing Inc.  Paris. 1985. p. 461.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    23. SHUMRICK, K.A. Facial Reanimation. IN: HUGHES &amp;amp; GATES. Clinical Otology. 1997.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Trabalho  desenvolvido no setor de Fonoaudiologia da Divisão de Clínica  Otorrinolaringológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina  da Universidade de São Paulo.&lt;br&gt;Endereço para correspondência: M.  Valéria Schmidt Goffi Gomez, Av. Portugal, 474. ap. 62 - São Paulo -  04559-001 - Telefone: (011) 532 0419 / 535 3508.&lt;br&gt;&lt;br&gt;1- Fonoaudióloga  da Divisão de Clínica Otorrinolaringológica do Hospital das Clínicas da  Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Doutora em Ciências  dos Distúrbios da Comunicação Humana pela Universidade Federal de São  Paulo UNIFESP-EPM.&lt;br&gt;2- Fonoaudióloga da Divisão de Clínica  Otorrinolaringológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina  da Universidade de São Paulo.&lt;br&gt;3- Fonoaudióloga da Divisão de Clínica  Otorrinolaringológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina  da Universidade de São Paulo.                                         &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5048684147261391837?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5048684147261391837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/10/trabalho-miofuncional-na-paralisia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5048684147261391837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5048684147261391837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/10/trabalho-miofuncional-na-paralisia.html' title='Trabalho miofuncional na paralisia facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-2594889604557548983</id><published>2011-10-13T05:40:00.001-07:00</published><updated>2011-10-13T05:40:13.845-07:00</updated><title type='text'>Avaliação de uma paralisia facial</title><content type='html'>&lt;b&gt;· Grau I: Normal&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Função facial normal em todas as áreas&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;· Grau II: Disfunção Leve&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Geral: leve fraqueza notável apenas à inspeção próxima; pode haver sincinesia muito discreta&lt;br&gt;&lt;br&gt;No repouso: simetria e tônus normais&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Ao movimento:&lt;br&gt;Testa: função boa a moderada&lt;br&gt;Olho: fechamento completo com mínimo esforço&lt;br&gt;Boca: leve assimetria&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;· Grau III: Disfunção Moderada&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Geral: diferença óbvia mas não desfigurante entre os dois lados; sincinesia e/ou espasmo hemifacial notáveis mas não severos&lt;br&gt;  &lt;br&gt;No repouso: simetria e tônus normais&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ao movimento:&lt;br&gt;Testa: movimento moderado a leve&lt;br&gt;Olho: fechamento completo com esforço&lt;br&gt;Boca: levemente fraca com o máximo esforço&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;· Grau IV: Disfunção Moderadamente Severa&lt;/b&gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Geral: fraqueza óbvia e/ou assimetria desfigurante&lt;br&gt;&lt;br&gt;No repouso: simetria e tônus normais&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ao movimento:&lt;br&gt;Testa: nenhum movimento&lt;br&gt;Olho: fechamento incompleto&lt;br&gt;Boca: assimetria com o máximo esforço&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;· Grau V: Disfunção Severa&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Geral: apenas uma movimentação discretamente perceptível&lt;br&gt;&lt;br&gt;No repouso: assimetria&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ao movimento:&lt;br&gt;Testa: nenhum movimento&lt;br&gt;Olho: fechamento incompleto&lt;br&gt;Boca: movimento discreto&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;· Grau VI: Paralisia Total&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nenhum movimento.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-2594889604557548983?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/2594889604557548983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/10/avaliacao-de-uma-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/2594889604557548983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/2594889604557548983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/10/avaliacao-de-uma-paralisia-facial.html' title='Avaliação de uma paralisia facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-8614718787588277534</id><published>2011-10-05T07:28:00.001-07:00</published><updated>2011-10-05T07:28:31.390-07:00</updated><title type='text'>Segmentos do nervo facial</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="cursor: -moz-zoom-in;" alt="http://atlas.centralx.com.br/fmfiles/index.asp/::places::/cxatlas/nervo-facial.jpg" src="http://atlas.centralx.com.br/fmfiles/index.asp/::places::/cxatlas/nervo-facial.jpg" height="263" width="263"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;No seu percurso, desde o córtex cerebral até as suas ramificações terminais nos músculos da face, o nervo facial pode ser dividido em 3 segmentos: supranuclear, nuclear e infranuclear.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tronco do nervo facial, constituído pelo nervo facial propriamente dito e pelo nervo intermédio, emerge do tronco encefálico na porção ventrolateral do sulco bulbopontino, na altura do ângulo ponto-cerebelar, iniciando seu segmento infranuclear. Desde sua saída do tronco até os ramos terminais na face, é subdividido em 6 segmentos: pontino (intracraniano), meatal, labiríntico, timpânico, mastoídeo e extratemporal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;a) SEGMENTO PONTINO (INTRACRANIANO)&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tem início no núcleo de origem onde se junta ao nervo vestibulococlear (VIII par craniano) e intermédio até penetrarem no meato acústico interno. Mede aproximadamente 10mm. As lesões desse segmento caracterizam-se, portanto, pela associação de déficits vestibulares e cocleares,n além de PFP homolateral.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;b) SEGMENTO MEATAL&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os dois componentes do nervo facial (o nervo facial propriamente dito e o nervo intermédio) penetram no meato acústico interno, onde perdem sua individualidade, constituindo&lt;br&gt;um tronco único até encontrar o canal de Falópio. Um septo ósseo conhecido como crista  falciforme ou &amp;quot;barra de Bill&amp;quot; (Bill´s Bar) separa este espaço da área do vestíbulo superior. Esta área superior é separada da inferior pela crista transversa e na porção inferior encontra-se o nervo vestibular inferior e o nervo coclear. Esse segmento mede aproximadamente 8mm e nele o nervo facial é muito resistente a processos de estiramento e compressão de evolução lenta. Por esse motivo, lesões em decorrência de processos expansivos, como o schwanoma do nervo vestibular, freqüentemente, se manifestam por alterações na secreção lacrimal, salivar e gustativa, decorrentes do comprometimento do nervo intermédio, e só tardiamente ocorre comprometimento motor do nervo facial.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;c) SEGMENTO LABIRÍNTICO&lt;br&gt;&lt;br&gt;Recebe este nome porque o nervo facial passa entre o labirinto coclear e o vestibular. Inicia-se no fundo do meato com aproximadamente 2-4 mm de comprimento, terminando no&lt;br&gt;gânglio geniculado, onde saem o primeiro ramo (nervo petroso superficial maior) e o segundo ramo (nervo petroso superficial menor). Ao sair do meato acústico interno, o nervo sofre uma compressão fisiológica, pois o início do canal facial é sua porção mais estreita. Por isso, nesse segmento o nervo facial é mais vulnerável a processos inflamatórios. Além disso, essa é a única área onde o nervo facial não é suprido por anastomoses arteriais em forma de arcadas e sim por um suprimento arterial único, que o deixa mais suscetível a processos isquêmicos. Ao chegar ao gânglio geniculado o nervo faz uma curva para trás de 40-80 graus, terminando o segmento labiríntico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;d) SEGMENTO TIMPÂNICO&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tem aproximadamente 11 mm de comprimento, cursando póstero-superiormente ao processo cocleariforme e janela oval, fazendo uma segunda curva (segundo joelho) em direção ao canal semicircular lateral (110 - 120 graus). Este segmento divide-se em uma porção proximal vertical ou cocleariforme e uma porção distal horizontal ou estapediana, de onde ocorre a emissão do terceiro ramo (nervo estapédio). Pode ocorrer deiscência do nervo facial em 50% dos casos a nível da orelha média no segmento timpânico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;e) SEGMENTO MASTÓIDEO &lt;br&gt;&lt;br&gt;É o segmento que está dentro do canal facial localizado na parede anterior da apófise mastóide, estendendo-se verticalmente desde a caixa timpânica até o forame estilomastoideo.  Mede aproximadamente 13 mm e nele ocorre a origem do quarto ramo do facial, o nervo corda do tímpano.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;f) SEGMENTO EXTRATEMPORAL&lt;br&gt;&lt;br&gt;Inicia-se junto ao forame estilomastoideo e, ao atingir a parótida, começa a se dividir em têmporo-facial e cervico-facial. A seguir, divide-se em 5 ramos: cervical, mandibular, bucal, zigomático e temporal. A vascularização do nervo facial, em sua porção intratemporal, é fornecida pelos sistemas arteriais carotídeo e vértebro-basilar. No canal auditivo interno, o segmento meatal é nutrido por ramos labirínticos terminais da artéria cerebelar ântero-inferior. Assim, os segmentos intratemporais recebem irrigação das seguintes artérias: &lt;br&gt; &lt;br&gt;1) artéria petrosa: ramo da artéria meníngea média que penetra no osso temporal, irrigando a região do gânglio geniculado, segmento timpânico e parte do labirinto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2) artéria estilomastoídea: geralmente é ramo da artéria occipital. Penetra com trajeto ascendente no forame estilomastoideo. É responsável pela irrigação do segmento mastoídeo e ramos do nervo facial nesta região, colaborando com a vascularização do segmento timpânico. O nervo facial intratemporal possui uma rica rede de anastomoses para prevenir sua isquemia, com exceção do segmento labiríntico, ao nível da junção dos sistemas carotídeo e vértebro-basilar. É exatamente essa região de menor irrigação que está envolvida, na maioria das vezes, nos processos de paralisia idiopática, herpes zoster oticus, e paralisias tardias devido a  fraturas ou manipulação cirúrgica via translabiríntica ou fossa média.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A anatomia do nervo facial é extremamente importante para compreensão de suas patologias, bem como para uma exposição adequada da mastóide e do ouvido médio em cirurgias otológicas. No acesso da fossa média, os parâmetros anatômicos são a eminência arqueada, o plano meatal, o hiato facial, o nervo petroso superficial maior. Na via translabiríntica, deve-se visualizar a ampola superior e a lâmina vertical (Bill&amp;#39;s Bar). Na orelha média, os parâmetros para  localização do nervo facial são o processo cocleariforme, a janela oval, o canal semicircular lateral, o nervo corda do tímpano, além da ranhura do digástrico. O nervo facial passa medial e inferior ao canal semicircular lateral.&lt;br&gt; Anomalias do nervo facial são raras, sendo a mais comum a deiscência do nervo facial de seu canal, o que leva à exposição do mesmo à injúria durante uma cirurgia de osso temporal. A localização mais freqüente é o segmento timpânico acima da janela oval, seguido pelo gânglio geniculado e segmento mastóideo adjacente às células retrofaciais. O curso desse nervo normalmente é constante, porém variações anatômicas podem ocorrer. Deve-se suspeitar de anomalias do canal de Falópio em casos de atresia congênita de orelha média e anomalias de cápsula ótica. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A complexidade morfológica, funcional e topográfica dos nervos periféricos, e do facial em particular, associada a fatores biológicos e cirúrgicos, influem na qualidade da regeneração axonal e conseqüente função muscular após correção cirúrgica de uma injúria do nervo. A estrutura do nervo facial é composta de endoneuro, perineuro e epineuro, sendo que as disposições não são constantes ao longo de seu trajeto. No ângulo ponto-cerebelar e conduto auditivo interno, as fibras são arranjadas em feixes paralelos com pequeno suporte de endoneuro, sem a presença de perineuro. No seguimento labiríntico, as fibras formam uma coleção simples compacta com pouco endoneuro e uma fina bainha. O nervo ocupa apenas 25% a 50% do canal ósseo. No segmento timpânico, o nervo é composto por um único feixe. O epineuro é mais espesso que no segmento&lt;br&gt; labiríntico. No segmento mastoídeo, o nervo é composto por vários feixes. Após o forame estilomastoideo, há vários feixes e um perineuro bem definido e espesso. Por apresentar um envoltório conjuntivo mais frágil, as fibras da porção intracraniana são mais vulneráveis às agressões, além de serem menos onduladas, apresentando assim menor elasticidade e maior sensibilidade às lesões por estiramento agudo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.forl.org.br/pdf/seminarios/seminario_39.pdf"&gt;Retirado daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-8614718787588277534?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/8614718787588277534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/10/segmentos-do-nervo-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/8614718787588277534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/8614718787588277534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/10/segmentos-do-nervo-facial.html' title='Segmentos do nervo facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-4419542299991406587</id><published>2011-09-02T11:00:00.000-07:00</published><updated>2011-09-02T11:00:01.297-07:00</updated><title type='text'>Paralisia Facial e suas características</title><content type='html'>&lt;p&gt;A paralisia facial é o acometimento total ou parcial dos músculos de  uma hemiface. Tem etiologias, características, formas de aparecimento e  tempo de recuperação completamente diferentes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Geralmente unilateral, paralisia facial é uma ausência, ou diminuição  importante, dos movimentos faciais, causada por uma lesão do nervo  facial. Este é o nervo do corpo mais freqüentemente paralisado, e também  o mais visível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguns dos sintomas iniciais podem incluir sensação de dormência ou  fraqueza, sensação de pressão ou inchaço do lado afetado, mudanças no  paladar, intolerância a barulhos, olho ressecado e algumas vezes dor ao  redor, ou no próprio, ouvido. Algumas das causas da paralisia facial  são:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Trauma – acidentes, batidas no lado da cabeça ou face.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tumores – tanto benigno (neuroma acústico) quanto maligno (tumor cerebral)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Congênito – presente ao nascimento&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Infeccioso – Paralisia de Bell, Sindrome de Ramsay Hunt (Herpes Zoster)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Neste caso estamos tratando especificamente de paralisia facial  tumoral que acontece como conseqüência de uma agressão (lesão ou  manipulação) do nervo facial no seu trajeto intra ou extracraniano, em  diferentes níveis, nas cirurgias de extirpação de tumores entre outras.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O nervo facial e seus ramos são responsáveis pôr suprir impulsos  nervosos para aproximadamente 80 músculos faciais organizados em quatro  camadas que controlam os movimentos faciais. Os aspectos mais  importantes a ser considerados em relação aos movimentos faciais seriam a  espontaneidade de movimentos e a simetria.&lt;br /&gt;Testes podem ser utilizados para auxiliar o diagnóstico e o tratamento  do paciente. Esses testes podem incluir eletroneurografia (ENOG),  audiometria, tomografia computadorizada, ressonância magnética com  contraste e ainda exames de sangue para verificar se a causa está ligada  a varicela zoster ou herpes simples.&lt;br /&gt;Em alguns casos, cirurgia para descomprimir o nervo ou fazer um enxerto com outro nervo do corpo pode ser indicada.&lt;br /&gt;Para o paciente as queixas principais estão relacionadas à dificuldade  em fechar os olhos e impossibilidade de sorrir. Outros sintomas  referidos comumente incluem diminuição ou alteração no sabor, vertigem,  pequenas feridas ao redor da orelha, dor ou desconforto, sinusite, dor  de cabeça, amortecimento da língua, sensibilidade a barulho,  ressecamento de olho, lagrimas em excesso, e dificuldade para mastigar.&lt;br /&gt;Os cuidados prestados à pessoa acometida pela paralisia facial são dados através de diferentes formas de tratamento:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Clínico: Avaliação médica, exames e medicamentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cirúrgico: (Intervenção cirúrgica) quando necessário será indicada pelo médico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fisioterapêutico: A reeducação das faces paralisadas é importante em  todas as etapas da paralisia facial.  Nos casos pós cirurgicos como a  descompressão do nervo, retirada de tumores, enxertos autógenos do nervo  ou anastomose hipoglosso-facial, a fisisoterapia deve começar o mais  precocemente possível, depois do paciente ter tido alta do médico  cirúrgião.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-4419542299991406587?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/4419542299991406587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/09/paralisia-facial-e-suas-caracteristicas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4419542299991406587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4419542299991406587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/09/paralisia-facial-e-suas-caracteristicas.html' title='Paralisia Facial e suas características'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-4190078769758750773</id><published>2011-08-25T10:58:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T10:58:00.788-07:00</updated><title type='text'>Recuperação na paralisia facial</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.paralisia.com/wp-content/uploads/2011/06/paralisia-facial-central.gif" src="http://www.paralisia.com/wp-content/uploads/2011/06/paralisia-facial-central.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A reabilitação é lenta e minunciosa, isto em função das patologias e dos testes musculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela deve ser diária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela pede ao paciente muito controle na frente do espelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela exige uma concretração importante que poderá ser traduzida como uma lentidão e fadiga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela deve ser feita de manhã e à tarde na medida do possível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral a massagem não deve durar mais que 15 minutos e, os exercícios, só o fisioterapeuta vai dizer a duração do tradução do e principalmente do repouso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quantidade de exercício será em função do teste muscular feito pela fisioterapeuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os movimentos orientados pela fisioterapeuta devem ser  executados lenta e progressivamente, na amplitude e no número de contrações indicadas .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reeducação facial é uma forma de reabilitação que inclui manipulação dos músculos faciais, exercícios específicos e eletromiografia de superfície para biofeedback. Uma avaliação de três áreas principais contribui para direcionar o tratamento de forma efetiva:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simetria deficiente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Danos funcionais devido a atividade muscular inadequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expressão facial comprometida (sorriso, aborrecimento, etc..)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercícios com movimentos específicos podem ser usados (elevar a sobrancelha levemente, franzir o nariz de forma simétrica, etc..) no trabalho com os específicos grupos musculares. O treino através de eletromiografia de superfície para biofeedback se dá através de EMG computadorizado com vários canais para melhorar o controle dos movimentos faciais. Em muitos dos casos, o que era um movimento automático passa a ser algo que tem que ser aprendido.&lt;br /&gt;Relaxamento da atividade muscular hiperativa pode ser tratada através de uma variedade de exercícios específicos e técnicas de manipulação. Como resultado da re-inervação caótica a sinsinesia, movimentos em massas e co-contração aparecem freqüentemente após a recuperação. Exercícios específicos podem ajudar a reduzir esse problema que freqüentemente é percebido como tensão dos músculos faciais, contração involuntária do canto da boca, ou ainda fechamento do olho durante o sorriso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-4190078769758750773?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/4190078769758750773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/08/recuperacao-na-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4190078769758750773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4190078769758750773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/08/recuperacao-na-paralisia-facial.html' title='Recuperação na paralisia facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-6966307096992554379</id><published>2011-08-18T10:57:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T10:57:00.426-07:00</updated><title type='text'>Virus é a principal causa da Paralisa Facial</title><content type='html'>A paralisia facial periférica, transtorno que afeta o movimento principalmente da boca e do olho de um lado do rosto, é uma doença que assusta. Apesar de ser benéfica, pode ser facilmente confundida com o AVC (Acidente Vascular Cerebral).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;?A paralisia facial é o comprometimento do sétimo par de nervos cranianos, que são responsáveis pela mímica do rosto?, explica o professor de Neurologia da Faculdade de Medicina do ABC, Rubens Wajnsztejn. É uma doença muito comum, que pode afetar crianças, jovens e adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria das vezes, identifica-se pela dificuldade de fechar o olho do lado afetado, de fazer movimentos com a boca, como falar, comer e beber, e de franzir a testa. Já nos casos de derrame, há um desvio da boca para o lado, mas o olho e a testa permanecem normais. A instalação da paralisia normalmente é súbita, mas com o passar do tempo apresenta melhora, podendo levar alguns meses para a total recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o neurologista, o principal causador da doença é um vírus. ?Antigamente falava-se que o responsável por esse transtorno era um golpe de ar, quando a pessoa troca repentinamente de ambiente que apresentam grande diferença de temperatura, mas estudos mostram que a principal causa é viral?, esclarece. Apesar de muitas pessoas acreditarem que o golpe de ar é um mito, o médico afirma que esta causa ainda não foi totalmente descartada pela ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;?Este vírus é comum e provavelmente muitos de nós já entramos em contado com ele, assim como tantos outros. O que acontece é que algumas pessoas apresentam uma predisposição genética para contraí-lo, além de uma resistência diminuída do sistema imunológico?, diz Wajnsztejn. Entretanto, trauma na face, infecção no nervo facial por bactéria e infecção no ouvido também podem causar a paralisia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o médico, um dos tratamentos recomendados é com antiinflamatórios derivados da cortisona, principalmente para os casos em que a doença ainda está na fase aguda. Alguns especialistas não gostam de usar esses medicamentos, mas a verdade é que o resultado final é o mesmo, a cortisona só vai acelerar a melhora, completa. Devido a dificuldade de piscar, também é receitado um colírio para a proteção da córnea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paciente também deve realizar alguns exercícios nos locais afetados, uma espécie de fisioterapia para estimular os músculos e os nervos. ?São mais recomendados estímulos naturais, como massagens. Alguns tratamentos com estímulos elétricos podem ter feitos colaterais, como espasmos, conclui. Na maioria dos casos, depois da recuperação, o paciente não apresenta seqüelas, mas o risco existe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-6966307096992554379?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/6966307096992554379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/08/virus-e-principal-causa-da-paralisa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6966307096992554379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6966307096992554379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/08/virus-e-principal-causa-da-paralisa.html' title='Virus é a principal causa da Paralisa Facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5837736389458279072</id><published>2011-08-09T03:50:00.000-07:00</published><updated>2011-08-09T03:50:00.257-07:00</updated><title type='text'>O que paciente pode fazer na paralisia facial</title><content type='html'>É bastante comum que o paciente receba orientação para fazer exercícios com movimentação exagerada e com força excessiva. No entanto, como esses exercícios não são específicos muitas vezes eles reforçam padrões de movimento inadequados. Instruções como "feche os olhos com toda força" ou "faça um sorriso exagerado" não iráo produzir o movimento desejado e com simetria que seria necessário para normalizar a função. O uso de exercícios com esforço máximo faz um recrutamento excessivo das unidades motoras, produzindo padrões que são muito diferentes da expressão facial normal, que é sutil e delicada.&lt;br /&gt;Massagem com movimentos lentos e profundos também é recomendada. Essa massagem possibilita que o músculo continue macio e flexível enquanto diminuindo a contração e encurtamento do músculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas dicas importantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-         Usar óculos escuros para proteger seus olhos de poeira, poluição e quando sair ao sol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-         Evitar ficar em lugares enfumaçados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-         Não tomar banhos de piscina e mar sem uma proteção para os olhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-         Pingar colírio várias vezes ao dia conforme orientação médica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-         Proteger o olho com tampão para dormir – usar um esparadrapo antialérgico (transpore) cortado em tirinhas de mais ou menos 5 cm x 1 cm formando um “X” em cima do olho paralisado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-         Matigar tudo devagar, dos dois lados e com a lingua limpar a cavidade bucal. Não colocar o dedo para retirar o alimento que pode ficar coletado entre os dentes e a gengiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-         Passar água de um lado para o outro da bochecha durante o banho e quando escovar os dentes. Se vazar pelo lado paralisado então fazer uma pinça com o polegar e o indicador e segurar os lábios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-         Manter seus olhos bem abertos quando mastigar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5837736389458279072?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5837736389458279072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/08/o-que-paciente-pode-fazer-na-paralisia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5837736389458279072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5837736389458279072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/08/o-que-paciente-pode-fazer-na-paralisia.html' title='O que paciente pode fazer na paralisia facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-6117486717170132778</id><published>2011-08-01T10:58:00.000-07:00</published><updated>2011-08-01T10:58:00.529-07:00</updated><title type='text'>Espasmo Hemifacial</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 316px; height: 207px;" alt="http://www.aurorahealthcare.org/yourhealth/healthgate/images/si55551125.jpg" src="http://www.aurorahealthcare.org/yourhealth/healthgate/images/si55551125.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Espasmo hemifacial é a contração involuntária de músculos faciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas são contrações involuntárias, indolores e irregulares nos músculos unilaterais da face. Isto pode ocorrer na parte inferior ou superior da face e pode haver lacrimejamento excessivo. Normalmente se inicia com contrações dos músculos ao redor dos olhos e lentamente progride para toda metade da face. Estes sintomas podem se manifestar durante o sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espasmo hemifacial é mais comum em mulheres após a adolescência. O lado mais afetado é o esquerdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta doença pode ser causada pela compressão de uma artéria sobre o nervo facial. Outras causas incluem: compressão do nervo facial por uma lesão intracraniana, como tumor, aneurisma, malformação vascular, além de esclerose múltipla ou aderências ósseas na base do crânio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico é baseado no exame clínico e nos sintomas apresentados. A ressonância magnética deve ser feita para descartar a possibilidade de tumor ou malformação vascular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casos menos graves o tratamento pode ser feito com injeção de toxina botulínica. Casos severos necessitam de tratamento cirúrgico. A cirurgia adequada é a descompressão microvascular.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-6117486717170132778?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/6117486717170132778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/08/espasmo-hemifacial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6117486717170132778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6117486717170132778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/08/espasmo-hemifacial.html' title='Espasmo Hemifacial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-7027744276033717514</id><published>2011-07-26T10:56:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T10:56:00.628-07:00</updated><title type='text'>Cuidados na Paralisa Facial</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 225px; height: 285px;" alt="http://www.paralisiafacial.com/paralisia-facial.gif" src="http://www.paralisiafacial.com/paralisia-facial.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Se a causa é infecciosa, provavelmente será necessário uso de antibióticos ou medicamentos antivirais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a causa não puder ser encontrada, quando se acredita numa  simples inflamação do nervo dentro do conduto auditivo, corticosteróides  deverão ser prescritas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em certas circunstâncias, se a melhora não ocorrer dentro de prazos  pré-determinados, a descompressão cirúrgica do nervo facial poderá ser  necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidados com o olho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo em vista a impossibilidade de fechamento do olho por  paralisia da pálpebra, e a diminuição na produção de lágrima, são  necessários cuidados para que o ele não seque, o que resultaria  provavelmente em ulcerações de córnea com alteração da acuidade visual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim é importante ocluir o olho com auxílio de fitas colantes, além do uso de colírios ou pomadas hidratantes.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reabilitação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Pode ser necessária fisioterapia ou retreinamento facial, a cargo de profissionais fisioterapeutas treinados para tal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-7027744276033717514?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/7027744276033717514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/07/cuidados-na-paralisa-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7027744276033717514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7027744276033717514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/07/cuidados-na-paralisa-facial.html' title='Cuidados na Paralisa Facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5885674214408426737</id><published>2011-07-17T03:52:00.000-07:00</published><updated>2011-07-17T03:52:00.200-07:00</updated><title type='text'>Resumo de Paralisia Facial Periférica</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 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 &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Todo esse envolvimento acha-se diretamente ligado à psique do indivíduo, já que qualquer alteração na mímica e na aparência da face causa problemas psíquicos de extrema importância no homem, o qual, na grande maioria das vezes, altera o seu comportamento social em prejuízo do trabalho e da coexistência com aqueles que o rodeiam. Essa interação psico social só se torna possível através da integridade do nervo facial com a musculatura cutânea da face.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Dessa integridade dependem também funções fisiológicas muito&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;importantes, tais como o lacrimejamento, uma vez que o nervo&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;facial é responsável pela inervação motora do saco lacrimal e da pálpebra, podendo acarretar, com a perda de tais funções, úlcera de&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;córnea e a conseqüente cegueira.O reflexo do músculo do estribo, inervado por seu ramo estapediano, é o responsável pela proteção do ouvido interno contra os sons de alta intensidade. O nervo corda do tímpano, outro ramo do nervo facial, é o responsável pela sensibilidade gustativa dos dois terços anteriores da língua e pela inervação motora da glândula submandibular e glândulas salivares menores. A movimentação voluntária e o tônus da musculatura da boca reveste-se de extrema importância, quer na alimentação, quer na ingestão de líquidos, e a perda dessa função acarreta terríveis&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;dificuldades ao processo alimentar. A essas funções, junta-se a sensibilidade táctil das regiões do pescoço, retro-auricular e pavilhão auricular que são inervadas sensitivamente por seu ramo cervical, importantes também na libido humana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;NOÇÕES DE ANATOMIA E FISIOLOGIA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O nervo facial, sétimo par craniano, é um nervo misto, motor e sensitivo, que tem como função principal a inervação de todos os músculos da mímica facial, exceto aqueles inerentes à mastigação que são inervados pelo quinto par craniano (nervo trigêmio). Das aproximadamente 7000 fibras do nervo facial as motoras são 58%, as préganglionares para lacrimejamento e salivação 24% e as da gustação e as outras sensitivas 18%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O nervo facial tem íntima relação com as estruturas do ouvido e apresenta os seguintes segmentos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;SEGMENTO INTRACRANIANO&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O facial e o intermédio cruzam a fossa posterior craniana no sentido anterolateral medindo neste segmento de 12 a 14 mm.. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;No fundo do canal (lateralmente) penetra no canal de Falópio, um canal ósseo de aproximadamente 40 mm de comprimento que termina no forame estilo-mastoideo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;No canal de Falópio, o mais longo trecho intra-ósseo que um nervo periférico percorre no organismo, o nervo facial apresenta 3 segmentos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;SEGMENTO LABIRÍNTICO&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Se inicia no fundo do conduto auditivo interno e termina no gânglio geniculado, mede aproximadamente 6 mm. Neste trecho o canal é mais estreito contendo praticamente só o nervo. No início deste trecho existe um ligamento fibroso que abraça o nervo facial e que é muito importante fisiopatologicamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;SEGMENTO TIMPÂNICO&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O segmento timpânico se estende do gânglio geniculado até o segundo joelho e mede aproximadamente 13 mm de comprimento. O nervo neste trecho cruza o ouvido médio em relação posterior com a janela oval e o estribo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;SEGMENTO MASTOÍDEO&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Inicia-se no segundo joelho e termina no forame estilo mastoideo. Mede em torno de 15 mm de comprimento. O forame estilomastóideo por onde emerge nas partes moles do pescoço está localizado entre a eminência mastóidea e o processo estilóide.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;No osso temporal o nervo facial apresenta 3 ramos:a- Nervo petroso superficial maior, que tem sua origem no gânglio geniculado na porção labiríntica do nervo facial e faz&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;a inervação motora da glândula lacrimal.b- Ramo do estapédio, que tem sua origem no ouvido médio na porção timpânica do nervo facial e inerva o músculo do estribo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;SEGMENTO EXTRATEMPORAL&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Após sua emergência através do forame estilomastóideo o nervo facial apresenta um ramo, o nervo auricular posterior, que faz a inervação sensitiva de região lateral do pescoço e retro-auricular. O nervo facial ao penetrar na parótida após uma curvatura no sentido anterior, se divide em 2 grandes ramos, o têmporo-facial e o cérvico-facial, que se ramificam diferentemente de individuo para individuo, até atingir as placas neuromotoras da musculatura mímica da face.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Os principais músculos por ele inervado são o frontal, o orbicular dos olhos (responsável pelo fechamento palpebral) e o orbicular dos lábios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Devido a este longo trajeto intracanal o nervo facial é o nervo craniano mais comumente atingido por patologias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O diagnóstico da paralisia facial tem 4 objetivos principais:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;1) Diferenciar paralisia facial periférica de paralisia central.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;2) Estabelecer uma etiologia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;3) Estabelecer o topodiagnóstico (local da lesão).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;4) Saber o grau de lesão do nervo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Para tal a anamnese bem elaborada é essencial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Topodiagnóstico&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O topodiagnóstico ou a determinação do local da lesão sempre faz-se necessário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Exame elétrico&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Os testes elétricos auxiliam na avaliação das condições fisiológicas do nervo e estabelecem o grau de disfunção. Eles também ajudam a determinar a evolução do processo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Os testes elétricos do nervo facial são restritos na avaliação do segmento do nervo entre o forame estilomastoídeo e a musculatura da face, porém como as alterações de um nervo periférico ocorrem em todo o segmento distal à lesão é possível avaliar-se em qualquer segmento distal o grau de lesão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Os testes de excitabilidade nervosa identificam alterações no limiar do estímulo, tendo como parâmetros a intensidade e duração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Existem basicamente 3 testes realizados clinicamente: Teste de excitabilidade mínima (teste de Hilger), teste de excitabilidade máxima (eletroneurografia) e eletromiografia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Exame por imagem&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O exame por imagem do nervo facial é importante no diagnóstico diferencial de paralisia de Bell com outras etiologias e nos casos tumorais e traumáticos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;span style="text-decoration:none"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;CLASSIFICAÇÃO &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Classificamos paralisia facial periférica de acordo com sua etiologia, e as relacionamos em ordem&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;decrescente de maior incidência em nosso meio: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A- Idiopáticas; B- Traumáticas; C- Infecciosas; D- Tumorais; E- Metabólicas; F- Congênitas; G- Vasculares; H- Tóxicas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;IDIOPÁTICAS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Paralisia de Bell&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Sinomímia- Paralisia facial a frígore.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Paralisia facial idiopática.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;É o tipo mais comum de paralisia facial. A incidência na população em geral é de aproximadamente 20 casos por 100000 habitantes por ano. A etiologia da paralisia de Bell permanece desconhecida, porem varias hipoteses foram sugeridas. Atualmente a teoria mais aceita é que a paralisia seja causada pelo HSV-1 (Vírus Herpes Simples)que infecta o individuo através da pele se aloja no gânglio geniculado e permanece latente até que algum fator como baixa imunidade, stress, etc.. reative o vírus e provoque uma neurite com consequente paralisia facial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Características clínicas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;1- Paresia ou paralisia facial periférica de inicio súbito geralmente unilateral, podendo muito raramente ser bilateral. Pode ser recorrente, mas também não é frequente este achado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Tratamento:O tratamento da paralisia de Bell é extremamente controverso, por ser uma doença de etiologia ainda não bem definida. O principal polo de discórdia é entre o tratamento clínico ou cirúrgico (descompressão do segmento intracanal do nervo).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O tratamento é realizado com corticoterapia e antivirais em altas doses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O tratamento cirurgico é baseado na teoria da compressão isquêmica causada no nervo pelo seu confinamento no rígido canal de Falópio. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Prognóstico:Evolução para cura total sem sequelas na grande maioria dos casos. As sequelas se traduzem pela paresia de algum segmento da face, a sincinesia ou espasmo, as "lágrimas de crocodilo", que são o lacrimejar constante e os lagos lacrimais na palpebra inferior. As sequelas são mais frequentes nos pacientes idosos, pela flacidez muscular.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;span style="text-decoration:none"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;TRAUMÁTICAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O nervo facial é o par craniano mais atingido por traumas. Isto se deve ao seu longo trecho intracanal que favorece a lesão traumática compressiva, principalmente nos traumas de crânio que produzem fraturas do osso temporal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;As paralisias faciais traumáticas tem se tornado importantes em nossos dias dada à sua etiologia que pode ser prevenida e a seu tratamento que está bem estabelecido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Classificamos as paralisias traumáticas de acordo com o fator causal em:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;-Causadas por Fraturas: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Do osso temporal. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Dos ossos da face.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;-Causadas por projéteis de arma de fogo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;-Ferimentos corto-contusos nas partes moles da face.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;-Traumas de parto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;-Iatrogênicas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;INFECCIOSAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;As etiologias são:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;-Virais (herpes zooster)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;-Bacterianas inespecíficas (otite média aguda e otite média crônica)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;-Específicas – (tuberculose, Doença de Lyme)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;TUMORAIS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A paralisia facial tumoral incide sobre as paralisias faciais em aproximadamente 5% dos casos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Os tumores causando paralisia facial podem ser intrínsecos (de origem neurogênica) ou extrínsecos que afetam o nervo facial secundariamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;CONGÊNITA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Paralisia facial neonatal resultante de uma malformação congênita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;METABÓLICAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Causadas por diabete, hipotireoidismo e durante a gravidez.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;VASCULARES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;São formas incomuns de paralisias faciais que ocorrem na periaterite nodosa na granulomatose de Wegener e na Síndrome de Heerfordt ou Sarcoidose de Boeck. Patologicamente estas lesões mostram vasculite e granuloma necrotizante. A conduta é baseada no tratamento da síndrome.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;TÓXICAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Igualmente são formas de paralisia facial raras que se apresentam geralmente bilateral encontradas na administração de drogas que causam imunosupressão ou alterações vasculares. É mais encontrada em paciente em tratamento quimioterápico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;BIBLIOGRAFIA:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt; margin-left:0cm"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;-BENTO, RF; MINITI, A.;MARONE, S. - Tratado de Otologia. EDUSP , São Paulo, 1998.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt; margin-left:0cm"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;-MINITI, A.; BENTO, RF; BUTUGAN, O. - Otorrinolaringologia Clínica e Cirúrgica. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Atheneu, 2001, 2.Ed.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5885674214408426737?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5885674214408426737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/07/resumo-de-paralisia-facial-periferica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5885674214408426737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5885674214408426737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/07/resumo-de-paralisia-facial-periferica.html' title='Resumo de Paralisia Facial Periférica'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-6090362966824269846</id><published>2011-07-11T06:51:00.000-07:00</published><updated>2011-07-11T06:51:00.274-07:00</updated><title type='text'>Reanimação do Nervo Facial com Anastomose Hipoglosso Funicular Termino-Terminal</title><content type='html'>A anatomia do nervo facial e sua inervação são complexas. Este apresenta  fibras motoras eferentes para a musculatura facial (incluindo o músculo  estilohioideo, músculo estapediano e ventre posterior do digástrico),  fibras parassimpáticas pré ganglionares (para as glândulas lacrimal,  submaxilar, submandibular, sublingual e seromucosas nasais), fibras  aferentes para o paladar (dois terços anteriores da língua, palato e  fossa tonsilar), propriocepção aferente da musculatura facial e  aferência cutânea do meato acústico externo e concha (1). A paralisia  facial periférica tem enormes conseqüências estéticas e funcionais para o  paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior contingente de suas fibras é motora,  paralisando a musculatura mímica da face. Esta paralisia afeta  esteticamente pela assimetria facial e funcionalmente pelas alterações  de lacrimejamento e pelo tônus da musculatura peri-bucal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  estética é essencial na vida social e profissional das pessoas. Esta  doença traz enormes conseqüências psíquicas para os indivíduos  acometidos. Apesar da paralisia facial de Bell ser a causa mais comum de  PFP, os tumores do ângulo pontocerebelar e as paralisias traumáticas,  principalmente as por projétil de arma de fogo, são causadores de  paralisias faciais graves e em uma porção proximal do nervo (2). O  reparo do nervo por anastomose término-terminal ou por enxerto autólogo é  técnica de melhor resultado, porém em muitos desses casos o coto  proximal do nervo não pode ser obtido devido à impossibilidade de  identificação do nervo frente à intensa presença de fibrose local, risco  cirúrgico devido à localização na fossa posterior e próximo ao tronco  cerebral e possibilidade de complicações peri e pós-operatórias como  sangramentos e fístulas, impossibilitando a realização destas  anastomoses. Quando isto ocorre, o nervo facial pode ser reanimado de  outras maneiras (3): substituição do nervo por inervação de outro par  craniano; transferências do nervo facial contralateral (cross face);  transposições/transferências musculares. As transposições musculares e  transferências usam grupos musculares que têm reinervação que não a do  nervo facial ou grupos musculares de outros sítios do corpo juntamente  com seu pedículo nervoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas técnicas de substituição nervosa,  os nervos doadores eram sacrificados para que o nervo facial pudesse ser  reanimado, trazendo muitas vezes seqüelas importantes (4). Técnicas de  anastomose entre o nervo facial e o nervo hipoglosso são as mais  descritas para substituição (3,5-7), porém os déficits motores e a  atrofia da hemilíngua que podem resultar desta técnica são as principais  críticas de sua realização (8,9). Desde que a primeira descrição do uso  do nervo hipoglosso para reinervação do nervo facial foi proposta por  Korte em 1901 (8), várias técnicas cirúrgicas de substituição têm sido  publicadas (3,10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros pares cranianos foram também utilizados  com este propósito, como o acessório, trigêmio e glossofaríngeo (5),  sempre levando em considera ção o binômio: motricidade facial e seqüelas  na região anteriormente inervada pelo nervo doador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  compatibilidade neural alcançada com nervo hipoglosso foi superior a  estes, devido principalmente à similaridade funcional (1,6,11). Ambos  têm uma representação cortical próxima sendo que a língua tem uma ampla  representação. As técnicas inicialmente propostas postulavam a secção  completa do nervo hipoglosso e sua anastomose terminal com o nervo  facial ou com um enxerto do coto distal do nervo facial até o hipoglosso  através do uso de nervo sural ou auricular magno (3,8,10). Devido a  complexidade das fibras do nervo facial, o retorno de motilidade total é  um objetivo não alcançável neste tipo de cirurgia, onde a atividade  funcional básica como tônus muscular no repouso e habilidade para sugar,  mastigar e falar são os objetivos essenciais (1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados  obtidos nas técnicas de reparo são os mais fidedignos, uma vez que estão  usando o sistema de condução do nervo facial e a tonotopia das fibras  distais (3,11,12). O objetivo deste estudo é descrever e comparar a  técnica de anastomose funicular término-terminal (AFTTHF) com as  técnicas de substituição neural já descritas na literatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CASUÍSTICA E MÉTODOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinte  e três pacientes, (16 masculinos e 7 femininos, proporção M:F = 2,3)  foram submetidos à técnica de AFTTHF. A idade média foi de 36,5 anos  (mínimo 7 e máximo 60). Vinte (87%) pacientes apresentavam uma paralisia  facial periférica grau V, três (13%) pacientes tinham grau VI pela  escala de House Brackmann (13) anterior à realização da cirurgia (Tabela  1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A etiologia da paralisia pode ser acessada na Tabela 2. O  tempo máximo entre a paralisia facial e a repara- ção cirúrgica foi de  18 meses e o tempo mínimo foi de 3 meses, com um tempo médio de 11  meses. O nervo facial foi acometido pela lesão primária em 10 casos,  pelo mecanismo de trauma (fratura ou FAF) em 9 casos ou durante o  procedimento cirúrgico em 4 casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os locais das lesões eram na  porção intracraniana ou na primeira porção intratemporal (meato acústico  interno e segmento labiríntico). Em todos os casos o coto proximal não  era acessível para realização de reparo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso da técnica de substituição neural pelo hipoglosso foi então utilizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrição da técnica cirúrgica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma  mastoidectomia simples é realizada para acessar o nervo facial em sua  3ª porção (mastóidea) e liberá-lo até sua emergência no forâmem  estilomastoideo (Figura 1). Secciona-se o nervo no seu 2º joelho sem  manipulação da cadeia ossicular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nervo é retirado do canal de  Falópio e transposto inferiormente através da região do forame  estilomastoideo, medialmente ao ventre posterior do músculo digástrico. A  incisão é então estendida até o pescoço, em continuidade com a incisão  retroauricular da mastoidectomia e alinhada com a borda anterior no  músculo esternocleidomastoideo (no triângulo anterior do pescoço).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  nervo hipoglosso é então localizado póstero-inferiormente à borda  posterior do ventre posterior do músculo digástrico, sobre a artéria  carótida interna e anterior à veia jugular interna (Figura 2). O seu  ramo descendente é então localizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proximal a seu ramo  descendente, uma janela é aberta no epineuro na porção mais lateral do  nervo hipoglosso, de maneira a visualizar os funículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O funículo mais posterior e mais lateral é então seccionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  coto distal do nervo facial já transposto para este local é então  anastomosado com o coto proximal do funículo seccionado do nervo  hipoglosso (Figura 3). Caso o comprimento do nervo facial não seja  suficiente para que uma anastomose sem tensão seja realizada, os  músculos digástrico e/ou esternocleidomastoideo podem ser seccionados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para  a estabilização da anastomose foi usado cola de fibrina humana  (Tissucol®) segundo técnica previamente descrita por BENTO (14,15). A  incisão cirúrgica é fechada em três planos: muscular, subcutâneo e pele.  Todos os pacientes foram colocados em programa de reabilitação motora  facial para treinamento da nova maneira de movimentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESULTADOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  pacientes tiveram um seguimento de 24 meses. A função motora mímica da  face foi avaliada em consultas seqüenciais e pelo mesmo examinador, em  intervalos de 1 mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quarto mês, 20 pacientes já mostravam  sinais de reinervação motora, enquanto que os outros 3 restantes,  mostraram movimentação a partir de 1 ano. Após os 24 meses os resultados  obtidos podem ser avaliados na Tabela 2. A motricidade e a  funcionalidade da língua foram preservadas em todos os casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/imagesForl/05-9-1-1-figura1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/imagesForl/05-9-1-1-figura2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/imagesForl/05-9-1-1-figura3.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/imagesForl/05-9-1-1-tabela1.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISCUSSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  resultados obtidos por esta técnica mostravam uma aquisição de tônus da  musculatura facial no repouso com melhora da funcionalidade para  alimentação. Nem sempre a escala usada para a avaliação da paralisia foi  a de HB, tornando difícil a comparação entre estudos, porém a maioria  dos autores considera ganho do tônus no repouso e funcionalidade na  articulação facial para a fala e alimenta ção resultados satisfatórios  para esta técnica (2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes estudos, a seqüela para a língua  era de 100%, sendo que a associação com uma lesão pré-existente de  outros pares cranianos, poderia causar lesões definitivas importantes  para o paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o melhor aporte que o nervo  hipoglosso pode doar para o nervo facial, 10% dos pacientes podem não  ter reinervação da face e mesmo assim ainda terem a seqüela na  hemilíngua e como há grande aporte de fibras para o facial a chance de  movimentos em massa aumenta. Os resultados com anastomose entre o coto  terminal do nervo facial e a parede lateral do nervo hipoglosso ou com  parte do nervo hipoglosso visavam diminuir a seqüela na motricidade  lingual (5,6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta técnica, o aporte de fibras nervosas para o  nervo facial seria menor e em contrapartida a seqüela na língua também  (3,11). A técnica realizada com secção de um terço da espessura no nervo  hipoglosso e anastomose termino lateral, foi realizada inicialmente com  o uso de interposição de um enxerto de nervo (3,4) (sural ou auricular  magno).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste caso há desvantagem de haver duas anastomoses já  que a transposi ção do nervo facial é feita próxima a glândula parótida,  não deixando coto distal do nervo facial suficiente para sutura direta  no nervo hipoglosso e assim necessitando de enxerto, o que levou a  resultados piores do que o obtido pelo autor (3,7). Mesmo com uma secção  de metade do diâmetro do nervo hipoglosso, não houve seqüela lingual  (1,5,6). O enxerto lateral mostra que há menor lesão para a função da  língua ou nenhuma lesão, porém os resultados para a reinervação facial  são piores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados obtidos no presente estudo mostraram  reinervação do nervo facial (HB III ou II) em aproximadamente dois  terços dos pacientes, o que comparado com as técnicas discutidas acima,  mostra melhor desempenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A AFTTHF apresenta o mesmo índice de  complicação em relação a atrofia lingual quando comparada com as  técnicas que preservam parte da fibras do hipoglosso, como na anastomose  láteroterminal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A AFTTHF associa a  possibilidade de ter um bom resultado na motricidade facial (HB II ou  III) já que a anastomose é feita de maneira término terminal e não  látero-terminal, através da dissecção específica de um funículo.  Portanto, há menor lesão de fibras e maior chance de reinervação, com um  diâmetro maior do nervo hipoglosso preservado, minimizando a chance de  lesão na função motora da língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.  Hammerchlag PE. Facial reanimation with jump interpositional graft  hypoglossal facial anastomosis and hypoglossal facial anastomosis:  Evolution in management of facial paralysis. Laryngoscope, 109  Supp:1-23, 1999.&lt;br /&gt;2. Gidley PW, Gantz BJ, Rubinstein JT. Facial nerve  grafts: from cerebellopontine angle and beyond. Am J. Otology,  20:781-88, 1999. Figura 3. Abertura da bainha do nervo hipoglosso,  identifica ção dos funículos, secção do funículo mais lateral e  coaptação do coto distal do nervo facial com o coto proximal do nervo  hipoglosso com cola de fibrina. Bento RF Arq. Otorrinolaringol., São  Paulo, v.9, n.1, p. 12-16, 2005.16&lt;br /&gt;3. May M, Schaitkin BM. The Facial Nerve. Thieme, NY. 2nd ed., 551-633, 2000.&lt;br /&gt;4. Kessler LA, Moldovar J, Pool JL. Hypoglossal facial anastomosis for treatment of facial paralysis. Neurology, 118-25, 1959.&lt;br /&gt;5.  Mathew G, Huff JS. Selective role of partial XI-VII anastomosis in  facial reanimation. Laryngoscope, 108(11pt1):1664-68, 1998.&lt;br /&gt;6.  Johanes M, Carien B, Van de Velde C, Stokoos R. Reanimation of the  paralyzed face by indirect hypoglossalfacial nerve anastomosis. Am J  Surg, 182(3):268-73, 2001.&lt;br /&gt;7. Sood S, Anthony R, Hover JJ, Van Hille  P, Fenwick JD. Hypoglossal-facial nerve anastomosis: assessment of  clinical results and patient benefit for facial nerve palsy following  acoustic neuroma excision. Clin Otolaryngol, 25(3):219-26, 2000.&lt;br /&gt;8. Karte M. Ein Fall von Nervenpfropfung des nervus fascialus auf den nervus hypoglossus. Dtsch Med Wochensch, 29:293, 1903.&lt;br /&gt;9. Sternnert E. Hypoglossal-facial anastomosis: its significance for modern facial surgery. Clin Plast Surgery,6:471-86, 1979.&lt;br /&gt;10.  Bunnel S. Suture of the facial nerve within the temporal bone: with  report of the first successful case. Surg Gynec Obstet, 45:7-12, 1927.&lt;br /&gt;11.  Chen Y, Hsu C, Liu TC, Yanagihara N, Murakami S. Histological  rearrangement in the facial nerve and central nuclei following immediate  and delayed hypoglossalfacial nerve anastomosis. Acta Otolaryngol,  120:551-56,2000.&lt;br /&gt;12. Atlas MD, Lowinger DSG, A new technique for hypoglossal facial nerve repair. Laryngoscope, 107:984-91, 1997.&lt;br /&gt;13. House JW, Brackmann DE. Facial nerve grading system. Otolaryngol Head and Surg, 93:146-7, 1985.&lt;br /&gt;14.  Bento RF, Minitti A. Comparison between fibrin tissue adhesive and  epineural suture and natural union in intratemporal facial nerves. Acta  Oto-Laryngológica, 465: 1-36, 1989.&lt;br /&gt;15. Bento RF, Almeida ER, Miniti  A. Anastomosis of the intratemporal facial nerve with fibrin tissue  adhesive. Eur Arch Otolaryngol, S387-S388, 1994. Bento RF Arq.  Otorrinolaringol., São Paulo, v.9, n.1, p. 12-16, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Professor Associado da Disciplina de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;** Doutor em Otorrinolaringologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;***  Fellow em Cirurgia Otológica e de Base de Crânio e Doutorando do Curso  de Pós-graduação da Disciplina de Otorrinolaringologia da Faculdade de  Medicina da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho realizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;Trabalho apresentado no 9th International Facial Nerve Symposium, San Francisco, CA, USA, 29 de julho a 1 agosto de 2001.&lt;br /&gt;Endereço  para correspondência: Dr. Arthur Menino Castilho . Rua Tenente Negrão  nº 140 cj 91 9º andar . São Paulo / SP . CEP: 04530-000 . Brasil .  Telefone:&lt;br /&gt;(11) 3167-6556 . Fax: (11) 3168-0230 . E-mail: arthurcastilho@ajato.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-6090362966824269846?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/6090362966824269846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/07/reanimacao-do-nervo-facial-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6090362966824269846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6090362966824269846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/07/reanimacao-do-nervo-facial-com.html' title='Reanimação do Nervo Facial com Anastomose Hipoglosso Funicular Termino-Terminal'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-1455336751968932021</id><published>2011-07-05T10:48:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T10:48:00.539-07:00</updated><title type='text'>O nervo facial</title><content type='html'>É também um nervo misto, apresentando uma raiz motora e outra sensorial gustatória. Ele emerge do sulco bulbo-pontino através de uma raiz motora, o nervo facial propriamente dito, e uma raiz sensitiva e visceral, o nervo intermédio. Juntamente com o nervo vestíbulo-coclear, os dois componentes do nervo facial penetram no meato acústico interno, no interior do qual o nervo intermédio perde a sua individualidade, formando-se assim, um tronco nervoso único que penetra no canal facial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A raiz motora é representada pelo nervo facial propriamente dito, enquanto a sensorial recebe o nome de nervo intermédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos têm origem aparente no sulco pontino inferior (s. bulboprotuberancial) e se dirige paralelamente ao meato acústico interno onde penetram juntamente com o nervo vestibulococlear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No interior do meato acústico interno os dois nervos (facial e intermédio) penetram num canal próprio escavado na parte petrosa do osso temporal que é o canal facial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fibras motoras atravessam a glândula parótida atingindo a face, onde dão dois ramos iniciais que são o temporo facial e cérvico facial, os quais se ramificam em leque para inervar todos os músculos cutâneos da cabeça e do pescoço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas fibras motoras vão ao músculo estilo-hióideo e ao ventre posterior do digástrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fibras sensoriais (gustatórias) seguem um ramo do nervo facial que é a corda do tímpano, que vai se juntar ao nervo lingual (ramo mandibular, terceiro ramo do trigêmeo), tomando-se como vetor para distribuir-se nos dois terços anteriores da língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nervo facial apresenta ainda fibras vegetativas (parassimpáticas) que se utilizam do nervo intermédio e depois seguem pelo nervo petroso maior ou pela corda do tímpano (ambos ramos do nervo facial) para inervar as glândulas lacrimais, nasais e salivares (glândula sublingual e submandibular).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em síntese o nervo facial dá inervação motora para todos os músculos cutâneos da cabeça e pescoço (músculo estilo-hióideo e ventre posterior do digástrico).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-1455336751968932021?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/1455336751968932021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/07/o-nervo-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1455336751968932021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1455336751968932021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/07/o-nervo-facial.html' title='O nervo facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-8462595874290785870</id><published>2011-06-29T09:09:00.000-07:00</published><updated>2011-06-29T09:09:00.423-07:00</updated><title type='text'>Perguntas frequentes sobre Paralisia Facial</title><content type='html'>1- Estou tendo um "derrame cerebral" (AVC)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente não. A paralisia que afeta TODA a metade da face (testa, olho e boca) é chamada de "Paralisia Facial Periférica" (PFP) pois é resultado de uma lesão que acontece fora do cérebro. No caso de Paralisia Facial causada por AVC, a lesão ocorre dentro do cérebro, e a face não fica completamente paralisada (o olho fecha e a testa se movimenta) além de ocorrerem outros sintomas associados mas, somente um médico pode diagnosticar corretamente que tipo de paralisia facial se trata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Qual é a causa da Paralisia Facial Periférica (PFP)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São muitas as causas que podem afetar o funcionamento do nervo facial, mas a mais comum delas é chamada Paralisia de "Bell" (descrita por um médico chamado Charles Bell). Ela é conhecida também como paralisia a "frígore" (frio), paralisia idiopática e "golpe de ar". Este tipo de PFP acredita-se ser devido a uma resposta do nosso corpo a um vírus (herpes simples). Como reação à este vírus, o nervo facial "incha" dentro do canal ósseo e é pressionado (como quando nós dormimos em cima do braço e ficamos sem sentir a mão e o antebraço).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda causa mais comum de PFP são as infecções do ouvido, podendo causar PFP pelo mesmo motivo que na paralisia de Bell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira causa mais freqüentes são os traumas, ou seja, batidas, que podem causar edema do nervo (concussão) ou fraturas no osso do ouvido, lesando o nervo no trajeto da fratura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras causas também são possíveis como: metabólicas (diabetes, hipercolesterolemia, tireoidopatias e etc), tumores, doenças auto-imunes, infecções por HIV, doenças hipertensivas entre inúmeras outras ) por isso, o melhor a fazer é procurar um Otorrinolaringologista, para que ele possa diagnosticar a causa PFP e tratá-la adequadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Quando eu vou melhorar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo de melhora para os casos de PFP é muito variável e vai depender de inúmeros fatores como: idade do paciente, causa da PFP, o tipo de lesão do nervo facial, o grau de PFP entre outros fatores. Nós sabemos que quanto mais precoce for o tratamento, maior a chance de regressão da PFP e menor a chance de seqüelas por isso, o Otorrinolaringologista deve ser consultado o mais rápido possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Há possibilidade de eu ficar com Paralisia Facial Periférica (PFP) para sempre?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A possibilidade existe porém é pequena principalmente se for diagnosticada precocemente e tratada corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- Tive Paralisia Facial Periférica (PFP) há mais de 2 anos e não melhorou, existe alguma coisa que posso fazer para melhorar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a PFP é de longa data, mais de 2 anos, ocorre também a paralisia e lesão dos músculos da face que são inervados pelo nervo facial impossibilitando a melhora da PFP. Entretanto, existem procedimentos estéticos e cirúrgicos (plásticas) que podem minimizar as seqüelas. Para isso você deve procurar um Otorrinolaringologista que ira avaliar e orientar quanto ao melhor tratamento a ser feito e se necessário, encaminhara a um cirurgião plástico com experiência nesta área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- A Fonoterapia/ Fisioterapia é mesmo necessário?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim! A fonoterapia/fisioterapia é importantíssima para que ocorra uma melhora rápida e minimizar as seqüelas, contudo estes procedimentos devem ser realizados por profissionais qualificados. Quanto mais precoce o inicio, melhor o prognóstico mas não nunca faça fonoterapia/fisioterapia tipo "choque" elétrico no rosto e nem procure a fonoaudióloga/fisioterapeuta antes de se consultar com o Otorrinolaringologista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7- Quais outros cuidados importantes devo tomar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o nervo facial está paralisado uma atenção especial deve ser tomada com relação aos olhos. Como normalmente o olho está seco e/ou o movimento da pálpebra está diminuído você deve usar um colírio apropriado durante o dia e uma pomada oftálmica a noite para prevenir a formação de úlcera de córnea e cegueira. Procure seu Otorrinolaringologista que ele ira te indicar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-8462595874290785870?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/8462595874290785870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/06/perguntas-frequentes-sobre-paralisia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/8462595874290785870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/8462595874290785870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/06/perguntas-frequentes-sobre-paralisia.html' title='Perguntas frequentes sobre Paralisia Facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5990508060568078296</id><published>2011-06-21T07:08:00.000-07:00</published><updated>2011-06-21T07:08:00.423-07:00</updated><title type='text'>Pontos motores da face</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="cursor: -moz-zoom-in;" alt="http://orbita.starmedia.com/~fisiogeo/doencas/pf/PM_face.JPG" src="http://orbita.starmedia.com/~fisiogeo/doencas/pf/PM_face.JPG" width="506" height="521" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho de eletroestimulação muscular facial, com o objetivo de proporcionar maior tonicidade à musculatura e causar um enrijecimento adequado, pode ser realizado em conjunto com outras técnicas faciais, como eletrolifiting, ionização de ativos, além de técnicas cosmetológicas e manuais, auxiliando no lifiting, na modelação da face e na atenuação das linhas de expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As colocações dos eletrodos para os trabalhos musculares na face podem respeitar os pontos motores ou as regiões musculares, que é o trabalho com técnicas mais fáceis de aplicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As aplicações da eletroestimulação muscular por corrente alternada proporciona vários trabalhos na musculatura, que vão ser diferenciados pela utilização dos parâmetros que o equipamento oferece. O Tridimensional facial da CK, oferece um controle de freqüências de 5 a 50Hz, podendo ser selecionadas em 5,10,15,25 e 50 Hz. A potência (intensidade) é regulada de acordo com a sensibilidade individual do cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também possui três tipos de ondas, que favorece o trabalho progressivo da estimulação associado as diferentes freqüências, cada onda oferece um determinado tempo de contração, sendo a primeira mais suave, a segunda intermediária e a terceira mais atuante, por permanecer mais tempo em contração. O equipamento oferece essas variações para evitar que a musculatura responda de forma inadequada ao trabalho de eletromioestimulação, que poderia levar a um quadro de fadiga ou tetania muscular&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5990508060568078296?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5990508060568078296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/06/pontos-motores-da-face.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5990508060568078296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5990508060568078296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/06/pontos-motores-da-face.html' title='Pontos motores da face'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-6803793104634075118</id><published>2011-06-15T09:07:00.000-07:00</published><updated>2011-06-15T09:07:00.181-07:00</updated><title type='text'>Síndrome de Sjögren</title><content type='html'>Síndrome de Sjögren ou síndrome de Goujerot-Sjögren é uma desordem autoimune na qual as células imunes atacam e destróem as glândulas exócrinas que produzem lágrimas e saliva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A condição recebe o nome em homenagem ao oftalmologista sueco Henrik Sjögren (1899-1986), primeira pessoa a descrevê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome é também associada com distúrbios reumáticos como a artrite reumatóide e é positiva para fator reumatóide em 90% dos casos. Os sintomas-chave da síndrome de Sjögren são a boca seca (xerostomia) e olhos secos. Além disso, a síndrome de Sjögren pode causar secura da pele, nariz e vagina, podendo afetar outros órgãos do corpo, incluindo os rins, vasos sanguíneos, pulmões, fígado, pâncreas e cérebro. Nove em cada dez pessoas com a síndrome são mulheres e a idade média de início da síndrome é o final da quarta década de vida. No entanto, a síndrome pode ocorrer em todos as faixas etárias e em ambos os sexos. Estima-se que atinja 4 milhões de pessoas nos Estados Unidos, sendo no país a segunda doença reumática auto-imune mais comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinais e sintomas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas mais característicos são a secura da boca (xerostomia) e dos olhos (xeroftalmia). Adicionalmente poderá haver secura da pele, da mucosa nasal e vaginal. Outros órgãos afectados podem ser: rins, pulmões, fígado, pâncreas, cérebro e vasos sanguíneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há uma cura para a síndrome nem um tratamento específico para restaurar permanentemente a função secretora das glândulas. O tratamento, portanto, geralmente é sintomático e de suporte, com fármacos, lágrimas artificiais, corticosteróides, entre outros. Antiinflamatórios não-esteróides podem ser usados para tratar os sintomas musculoesqueléticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prognóstico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome pode lesar órgãos vitais do corpo com sintomas que podem se estabilizar ou piorar, mas a doença não sofre remissão, como outras doenças auto-imunes fazem. Algumas pessoas podem sofrer somente sintomas brandos de olhos e boca seca, enquanto outras podem apresentar sintomas de doença grave. Muitos pacientes são capazes de tratar os problemas sintomaticamente. Outros são forçados a lidar com visão embaçada, desconforto ocular constante, infecções orais recorrentes, glândulas parótidas inchadas, rouquidão e dificuldade em engolir e mastigar. Fadiga e dor articular debilitantes podem prejudicar seriamente a qualidade de vida. Alguns pacientes podem desenvolver comprometimento renal (nefrite tubulointersticial auto-imune) levando a proteinúria, defeitos na concentração urinária e acidose tubular renal distal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-6803793104634075118?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/6803793104634075118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/06/sindrome-de-sjogren.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6803793104634075118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6803793104634075118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/06/sindrome-de-sjogren.html' title='Síndrome de Sjögren'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-4885123465332418495</id><published>2011-06-09T14:22:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T14:22:00.293-07:00</updated><title type='text'>Exercicios para musculatura da face</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.novidadesdebeleza.com.br/wp-content/uploads/2010/08/exercicios-para-rosto.jpg" alt="Exercícios para musculatura do rosto" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Você sabia que a musculatura também precisa de exercícios? Apenas quinze minutos diários ajuda a suavizar os efeitos do sol na face, do envelhecimento e das centenas de caretas que fazemos no dia-a-dia. Alguns exercícios simples podem adiar (ou até cancelar) a cirurgia plástica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ginástica facial parte de um princípio muito simples: é possível fortalecer os músculos da face, do pescoço e do colo da mesma maneira que fazemos com os do corpo. Para a saúde, ela contribui para aumentar a circulação sangüínea, oxigena as fibras musculares, suaviza as linhas de expressão (rugas) e, se feita com a devida orientação, pode corrigir pequenas imperfeições. Alguns exercícios:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Testa: eleve as sobrancelhas o mais alto possível por alguns segundos. Volte a ao normal devagar. Repita 10 vezes.&lt;br /&gt;Para as pálpebras: Por cinco segundos, aperte os olhos com força. Vá abrindo devagar. Repita 10 vezes.&lt;br /&gt;Bochecha: sorria o mais largamente possível com a boca fechada. Repita 10 vezes.&lt;br /&gt;Para as maçãs do rosto: diga "o" e "xix" 30 vezes seguidas.&lt;br /&gt;Para os lábios: faça boca de patinho por alguns segundos. Em seguida, relaxe. Repita 10 vezes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-4885123465332418495?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/4885123465332418495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/06/exercicios-para-musculatura-da-face.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4885123465332418495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4885123465332418495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/06/exercicios-para-musculatura-da-face.html' title='Exercicios para musculatura da face'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-4977009877666271215</id><published>2011-05-25T07:06:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T07:06:00.645-07:00</updated><title type='text'>Fonoaudiologia na Paralisia Facial</title><content type='html'>Guedes (1997), refere que as paralisias faciais adquiridas normalmente produzem inibições dos movimentos da mímica facial, favorecendo o aparecimento de alterações estéticas, funcionais e trágicos transtornos emocionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As alterações da mímica facial interferem no processo da comunicação. Funções como a mastigação e o fechamento dos olhos, dentre outras, podem também ser prejudicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No processo de atuação fonoaudiológica em casos de paralisia facial, nos questionamos sobre a conduta, os exercícios a serem adotados e como podemos considerar as seqüelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ocorrência da paralisia facial, o fator limitante é a viabilidade da musculatura facial, pois em geral ao término de 12 meses após a degeneração nervosa, a musculatura estriada atrofia rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grau de recuperação da função motora depois da lesão é determinado por fatores como tipo de compro­metimento do nervo, grau e duração do período de reiner­vação, conexões motoras e sensoriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Junqueira (1998), a avaliação é o ponto de partida para qualquer trabalho mioterápico, e pode ser comparada à montagem de um quebra-cabeça, que ao juntar cada parte formará o diagnóstico, permitindo que o fonoaudiólogo possa traçar um plano terapêutico adequado às necessidades do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação fonoaudiológica de um paciente com paralisia facial, realiza-se uma anamnese e uma avaliação da mobilidade e tônus da musculatura através de exercícios isométricos e isotônicos como movimentos de elevação e contração da testa, fechamento forçado dos olhos, elevação do nariz, protrusão e estiramento dos lábios, função da mastigação, sistema fonêmico, e exame de audiometria com pesquisa do reflexo estapediano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No processo terapêutico são utilizados inicialmente exercícios isométricos e depois passam à ser utilizados exercícios isotônicos, realizados numa freqüência de uma vez ao dia em casos idiopáticos e duas vezes ao dia em casos traumáticos e iatrogênicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios usados durante a avaliação também são utilizados no tratamento, alternados com massagens da musculatura e algumas orientações para estimular o lado paralisado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tessitore (1995) propõe uma abordagem miote­rá­pica com estimulação de pontos motores da face, produzindo efeitos como a diminuição da contratura e melhorando a circulação sangüínea e a oxigenação dos tecidos. Além de estimular a musculatura oro-facial, utiliza massagens que envolvem alongamentos (isometria) ativos e passivos, aumenta e propicia a sensopercepção de cada músculo envolvido, modificando o tônus muscular e assim buscando o equilíbrio miofuncional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na musculatura facial realiza manobras de desli­za­mentos, movimentos circulares, de soltura tapping, trabalhando com estímulos propioceptivos, a princípio dentro da tolerância do paciente, aprofundando na evolução do tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação à alimentação do paciente com paralisia facial, o objetivo é restabelecer a identidade intraoral. Na maior parte dos casos, ocorre uma sobrecarga mastigatória sobre o lado não paralisado, ocasionando falha na limpeza do vestíbulo lateral e flacidez do m. bucinador, o qual tem as funções de proteger a bochecha e manter o bolo alimentar entre as arcadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Marchesan (1993), durante a mastigação contraem-se coordenadamente vários grupos musculares, sendo os mastigatórios os mais destacados, embora também sejam fundamentais os músculos da língua e os fa­ciais, especialmente o bucinador e o orbicular dos lábios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhando para melhorar a mastigação contornamos situações constrangedoras para pacientes em situações sociais inevitáveis, melhorando o vedamento labial e utilizando a língua como recurso na limpeza do vestíbulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se houver possibilidade devemos incluir a escovação durante a terapia, para auxiliá-lo a superar as dificuldades de vedamento labial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Beuttnmüller &amp;amp; Beuttenmüler (1995), a boca desempenha importante papel na articulação dos sons, daí a necessidade de sua estrutura estar adequada morfológica e funcionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas seqüelas costumam aparecer 4m após a ocorrência da paralisia facial, como contraturas e hipertrofia da musculatura facial em associação com sincinesias (movimentos independentes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prognóstico de cada caso vai depender da cooperação do paciente, época da intervenção fonoaudiológica, tipo de lesão, extensão da lesão e intervenção prévias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port.asp?id=101"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-4977009877666271215?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/4977009877666271215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/05/fonoaudiologia-na-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4977009877666271215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4977009877666271215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/05/fonoaudiologia-na-paralisia-facial.html' title='Fonoaudiologia na Paralisia Facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-1639091433816013081</id><published>2011-05-16T04:19:00.000-07:00</published><updated>2011-05-16T04:19:00.420-07:00</updated><title type='text'>Eletroestimulação Muscular Facial</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 16px; font-size: small; "&gt;&lt;p align="left" style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span  &gt;O trabalho de eletroestimulação muscular facial, com o objetivo de proporcionar maior tonicidade à musculatura e causar um enrijecimento adequado, pode ser realizado em conjunto com outras técnicas faciais, como eletrolifiting, ionização de ativos, além de técnicas cosmetológicas e manuais, auxiliando no lifiting, na modelação da face e na atenuação das linhas de expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As colocações dos eletrodos para os trabalhos musculares na face podem respeitar os pontos motores ou as regiões musculares, que é o trabalho com técnicas mais fáceis de aplicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As aplicações da eletroestimulação muscular por corrente alternada proporciona vários trabalhos na musculatura, que vão ser diferenciados pela utilização dos parâmetros que o equipamento oferece. O Tridimensional facial da CK, oferece um controle de freqüências de 5 a 50Hz, podendo ser selecionadas em 5,10,15,25 e 50 Hz. A potência (intensidade) é regulada de acordo com a sensibilidade individual do cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também possui três tipos de ondas, que favorece o trabalho progressivo da estimulação associado as diferentes freqüências, cada onda oferece um determinado tempo de contração, sendo a primeira mais suave, a segunda intermediária e a terceira mais atuante, por permanecer mais tempo em contração. O equipamento oferece essas variações para evitar que a musculatura responda de forma inadequada ao trabalho de eletromioestimulação, que poderia levar a um quadro de fadiga ou tetania muscular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pontos Motores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pontos motores são as melhores áreas para a estimulação dos músculos esqueléticos, pois existe uma menor resistência à passagem de corrente. A intensidade de corrente necessária para a contração muscular vai ser menor, sendo que o limiar sensitivo está aumentado, conseqüentemente o paciente terá uma percepção diminuída ao estímulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nervos motores comandam a contração normal das fibras musculares. Esses nervos ramificam-se dentro do tecido conjuntivo, onde cada nervo origina várias ramificações. Uma fibra nervosa pode inervar uma única fibra muscular ou se ramificar e inervar até 150 delas. Neste local de inervação, o nervo perde sua bainha de mielina e forma uma dilatação dentro de uma depressão da superfície da fibra muscular. Isso é chamado ponto motor ou junção mioneural.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center" style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span  &gt;&lt;img src="http://www.ck.com.br/materias/2002_03_arquivos/200203a.jpg" border="0" width="400" height="319" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span  &gt;&lt;strong&gt;Musculatura Facial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A posição das fibras musculares indica o sentido de contração daquele determinado músculo. Ao realizarmos a eletromioestimulação, devemos respeitar a posição de contração normal da musculatura, ou seja, respeitar o sentido das fibras musculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, trabalhando desta forma, o sentido da eletroestimulação com as placas será contrário a posição das linhas de expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho de colocacão das placas por grupos musculares pode ser enteressante, quando se necessita estimular os músculos de uma determinada região, que normalmente é o caso da cliente na estética, que dificilmente necessita do trabalho de um músculo isolado específico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center" style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span  &gt;&lt;img src="http://www.ck.com.br/materias/2002_03_arquivos/200203b.jpg" border="0" width="400" height="241" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.ck.com.br/materias/2002_03_arquivos/200203c.jpg" border="0" width="400" height="227" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.ck.com.br/materias/2002_03_arquivos/200203d.jpg" border="0" width="400" height="208" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span  &gt;As linhas de força são transversais a direção das fibras dos músculos faciais esqueléticos, por isso que as incisões para a retirada de tumores cutâneos, ou qualquer outro item que necessite ser removido, é efetuado conforme a direção das linhas de força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, uma boa aplicação da eletroestimulação muscular facial associada a outras técnicas estéticas, pode trazer ótimos resultados, atenuando e disfarçando as linhas de expressão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center" style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span  &gt;&lt;img src="http://www.ck.com.br/materias/2002_03_arquivos/200203e.jpg" border="0" width="300" height="271" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right" style="margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span  &gt;&lt;strong&gt;&lt;span &gt;Perla Garcia Martins&lt;br /&gt;Fisioterapeuta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-1639091433816013081?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/1639091433816013081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/05/eletroestimulacao-muscular-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1639091433816013081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1639091433816013081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/05/eletroestimulacao-muscular-facial.html' title='Eletroestimulação Muscular Facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5854241838874506632</id><published>2011-05-01T07:05:00.000-07:00</published><updated>2011-05-01T07:05:00.465-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia na Paralisia Facial</title><content type='html'>A cinesioterapia, como recurso fisioterapêutico, constitui uma ajuda valiosa e indispensável na reabilitação de pacientes com paralisia facial, independente da sua etiologia e do tratamento médico ou cirúrgico. Nas diversas fases de evolução: flácida, de recuperação parcial ou de seqüelas (hipertonias e sincinesias), a fisioterapia dispõe de recursos para intervir com o objetivo principal de restabelecer a função e o trofismo muscular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação criteriosa destes pacientes é fundamental para a elaboração de um programa de tratamento a partir dos problemas e disfunções observados. O conhecimento detalhado da história clínica, a análise dos exames realizados (eletromiografia), o exame de tônus muscular de toda a musculatura facial, testes de sensibilidade e de coordenação são subsídios que permitem um tratamento adaptado e personalizado em função dos “déficits” e da capacidade do paciente para controlar seus músculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através da observação de uma fotografia anterior à paralisia, pode ser observado o lado dominante (através das linhas de convergência) e alguma malformação já existente (nariz, mandíbula,etc). A paralisia facial localizada no lado dominante tende a uma recuperação mais fácil, porém com maior possibilidade de ocorrerem hipertonias e sincinesias. As fotografias também constituem um recurso útil para confirmar a evolução destes pacientes, já que muitos esquecem a intensidade da afecção primitiva e, às vezes, duvidam da recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a avaliação da função muscular, recomenda-se a anulação do lado são para que os músculos do lado afetado assumam uma posição neutra ou encurtada, favorecendo assim a união da actina e miosina ao menor impulso nervoso. Os movimentos devem ser realizados de forma lenta e pode-se associar técnicas de estiramento durante a sua execução, o que favorece o máximo recrutamento de fibras musculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais procedimentos utilizados no tratamento fisioterapêutico da paralisia facial consistem em mas­sote­rapia de relaxamento na hemiface não comprometida, mas­sote­rapia de estimulação na hemiface paralisada, crioterapia e cinesioterapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cinesioterapia constitui-se de exercícios de mímica facial e reeducação da musculatura facial através de “biofeedback” eletromiográfico com eletrodos de superfície. Quando ocorre a retomada do fluxo nervoso aos músculos, a reabilitação não pode ser global ou forçada, para evitar o trabalho predominante dos músculos mais fortes. O trabalho, a princípio, deve ser realizado em forma de esboço para que, mais tarde, todos os elementos musculares se reintegrem em uma mímica global e harmoniosa (Chevalier, 1990 c). Durante os exercícios deve se procurar o equilíbrio entre os músculos agonistas e antagonistas e, para isto, pode ser utilizada a pressão digital, a qual favorece a dissociação dos movimentos de boca/olhos, ou seja, da parte inferior e superior da face. Os movimentos de contração sinérgica devem ser inibidos e, se aparecem movimentos anárquicos, os músculos responsáveis devem ser mantidos em posição de estiramento para inibi-los. As sincinesias ocorrem quando não são tomadas estas precauções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sincinesia do nervo facial é uma seqüela extremamente angustiante e é atribuída à hiperexcitabilidade nuclear facial ou à regeneração aberrante das fibras nervosas (Moran, 1996). A completa recuperação da paralisia facial é, freqüentemente, impedida pela sincinesia. O uso do “biofeedback” eletromiográfico, visando a produção de movimentos mais finos e selecionados, pode minimizar a sincinesia. Bottomley in Davis (1997) cita alguns trabalhos que comprovam a rápida recuperação da simetria e a redução da sincinesia com “biofeedback” em pacientes com paralisia facial. Brach (1997) verificou redução da sincinesia fronte-oral e ocular-oral com o treinamento assistido de “biofeedback” eletromiográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o uso do calor como da crioterapia são indicados como recursos terapêuticos na paralisia facial. A crioterapia tem como principal objetivo a estimulação de pontos motores para a obtenção da contração muscular, na fase flácida da paralisia em um período de aproximadamente 15 minutos (Martins, 1994 a). Por outro lado, o calor aplicado através de lâmpada infra-vermelho ou bolsas quentes proporciona o relaxamento muscular na fase de hipertonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da massoterapia é a redução do edema (através de técnicas de drenagem linfática), pela sua ação sobre a circulação na fase flácida e o relaxamento muscular na fase de hipertonia com ênfase nos pontos dolorosos. A massagem deve abranger as duas hemifaces, sendo que as manobras de deslizamento superficial e profundo são realizadas no sentido centrífugo na hemiface paralisada e centrípeto na hemiface normal (Martins, 1994 b). A massagem endobucal também é recomendada com a finalidade de produzir o estiramento da musculatura intrabucal hipertônica. Deve-se salientar a importância da correta aplicação da massagem, pois caso contrário, a mesma pode desencadear reações reflexas de defesa com piora das retrações musculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eletroterapia tem sido responsável por um aumento de tetanias e hipertonias que, por sua vez, desencadeiam sincinesias. Esta modalidade tem sido abandonada em substituição ao trabalho muscular analítico e técnicas de alongamento muscular (Chevalier,1990 d). O uso da corrente galvânica, referido em alguns estudos, visa acelerar o retorno da contração muscular. A estimulação elétrica de alta voltagem utilizada em dois casos estudados por Shrode (1993), apresentou resultados benéficos e o autor indica a técnica em estágios precoces para acelerar o progresso da função muscular normal. Nestes casos, a manipulação da coluna cervical para liberação de múltiplas fixações foi associada à eletroterapia com corrente galvânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na fase flácida, Chevalier (1990 e) sugere a aplicação de fitas adesivas ou esparadrapo antialérgico para permitir uma melhor oclusão do olho e combater ou aliviar a ectropia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reabilitação facial pode ser longa e, ainda assim, ficará um déficit de 20%, devido a motricidade reflexa sobre a qual o paciente não pode intervir (bocejar, piscar, gargalhada). Além disso, para os hemispasmos faciais, não existe tratamento cinesioterápico, a não ser o relaxamento geral, pois o mesmo está relacionado a fatores psíquicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5854241838874506632?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5854241838874506632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/05/fisioterapia-na-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5854241838874506632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5854241838874506632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/05/fisioterapia-na-paralisia-facial.html' title='Fisioterapia na Paralisia Facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-3249283840471736862</id><published>2011-04-25T12:21:00.001-07:00</published><updated>2011-04-25T12:21:21.577-07:00</updated><title type='text'>Musculos inervados pelo nervo facial</title><content type='html'>Os músculos da face inervados pelo nervo facial devem ser trabalhados em terapia. Porém, para isto, é necessário que se tenha conhecimento sobre qual é o sentido em que caminham suas fibras. Conseqüentemente, onde estão localizadas as origens e inserções de cada um dos músculos e suas determinadas funções.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo occiptal&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se nos 2/3 externos da linha curva occiptal superior e região mastoideana do temporal, inserindo-se sobre a borda posterior da aponeurose epicraniana. O músculo occipital tem a função de mover o couro cabeludo para trás. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo frontal&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Possui três tipos de fibras cujas origens são:&lt;br&gt;Fibras mediais- contínuas às fibras do prócero;&lt;br&gt;Fibras intermédias- misturadas com o corrugador e o orbicular dos olhos;&lt;br&gt;Fibras laterais- misturadas com o orbicular dos olhos sobre o processo zigomático do osso temporal. Estas fibras se unem, inserindo-se na camada profunda da pele na região supraciliar e interciliar. O músculo frontal tem como função mover o couro cabeludo para frente, e elevar as sobrancelhas, formando rugas horizontais na testa (expressão de surpresa ou medo).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo corrugador do supercílio&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se através de fibras carnosas, sobre a extremidade medial da arcada superficial. Após haver passado sob o frontal e sob a porção orbitária do orbicular superior das pálpebras, insere-se na camada profunda da pele da sobrancelha, nos 2/3 ou metade da órbita. Tem como função tracionar o supercílio para baixo e medialmente.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo prócero (piramidal do nariz)&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se na aponeurose que recobre a parte inferior do osso nasal e parte superior da cartilagem nasal lateral, inserindo-se na camada profunda da pele na região intermediária das sobrancelhas, após ter se cruzado com as fibras do frontal. Sua função é a de tracionar a pele situada entre as sobrancelhas, elevando a pele da raiz do nariz.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo orbicular dos olhos&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Este músculo divide-se em duas porções. A porção palpebral tem origem na porção lateral do ligamento palpebral interno e sobre a crista posterior do osso lacrimal, inserindo-se na linha palpebral lateral. A porção orbitária, tem origem na porção nasal do osso frontal, ramo ascendente frontal da maxila, face anterior e borda do ligamento palpebral medial. As fibras musculares formam uma elipse que se alarga inserindo-se no ângulo externo do olho. Este músculo tem a função de proteger os olhos contra a luz, fechando as pálpebras, de modo normal e forçado.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo transverso do nariz&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se sobre a linha aponeurótica do dorso do nariz. As fibras inferiores dirigem-se à camada profunda da pele inserindo-se nesta. As fibras superiores fundem-se com as fibras laterais do mirtiforme. Possui a função de dilatar as narinas junto com o dilatador.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo nasal (dilatador das narinas)&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se na cartilagem lateral da asa do nariz, inserindo-se na camada profunda da pele no sulco nasolabial, extremidade inferior da asa do nariz. Sua função é de aumentar o diâmetro transversal da narina.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo depressor do septo (mirtiforme)&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se na fosseta mirtiforme da maxila e da saliência alveolar do dente canino, inserindo-se no septo nasal e borda posterior da asa do nariz. Possui a função de abaixar a ponta do nariz estreitando o orifício nasal e abaixar o lábio superior. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo elevador do lábio superior e da asa do nariz&lt;/b&gt;&lt;br&gt;O músculo elevador superficial, tem origem na face externa da apófise ascendente da maxila e inserção na camada profunda da pele da borda posterior da asa do nariz. Sua função é de elevar e everter o lábio superior e elevar a asa do nariz. Há também o músculo elevador profundo, com origem na metade medial da borda inferior infra-orbitária. Após ter cruzado as fibras do canino; insere-se na camada profunda da pele na borda inferior da asa do nariz e do lábio superior. Sua função é idêntica à do elevador superficial.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo elevador do ângulo da boca (canino)&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se abaixo da cavidade infra-orbitária, na fossa canina. Insere-se na camada profunda da pele comissural e do lábio superior. Possui a função de elevar o ângulo da boca, descobrindo o dente canino.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo zigomático menor&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se na parte média da face lateral do osso zigomático. Insere-se na camada profunda da pele do lábio superior, lateralmente ao elevador. Possui a função de movimentar o lábio superior para cima e para fora.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo zigomático maior&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se através de fibras aponeuróticas na face do osso zigomático, abaixo e atrás do músculo zigomático menor. Insere-se na camada profunda da pele e na mucosa da comissura labial. Possui a função de movimentar a comissura dos lábios para cima e para fora.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo bucinador&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se posteriormente sobre a borda alveolar da maxila e mandíbula, ao longo dos três últimos molares, e na borda anterior do ligamento pterigomandibular. As fibras superiores e inferiores cruzam-se na altura da comissura labial e, então, inserem-se na camada profunda da pele, no terço extremo do vestíbulo da boca. Sua função é movimentar a comissura labial para trás, alongando a fenda bucal. Comprime a cavidade bucal, apoiando-se fortemente sobre a face externa dos molares. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo risório&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se posteriormente, sobre as fibras aponeuróticas do músculo masseter. Insere-se na pele da comissura labial. Possui a função de tracionar o ângulo da boca para trás.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo depressor do lábio inferior&lt;/b&gt;&lt;br&gt;  Origina-se no terço anterior da borda lateral da mandíbula, inserindo-se na camada profunda da pele do lábio inferior, fundindo-se com o músculo orbicular dos lábios. Possui a função de retrair o lábio inferior.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo mental&lt;/b&gt;&lt;br&gt;  Origina-se nas saliências alveolares dos dois incisivos e caninos inferiores. Inserese na polpa da camada profunda da pele do mento. Possui a função de elevar o mento havendo protrusão do lábio inferior. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo depressor do ângulo da boca (triangular dos lábios)&lt;/b&gt;&lt;br&gt;  Origina-se abaixo do depressor do lábio inferior, sobre a porção anterior da linha externa da mandíbula. Insere-se na comissura labial. Possui a função de movimentar a comissura do lábio para baixo e para fora, determinando assim, a expressão de tristeza.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo platisma (cutâneo do pescoço)&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Origina-se através de fibras carnosas na camada profunda da pele, que recobrem o acrômio, as regiões deltoídea e clavicular, e peitoral maior. Sua inserção se apresenta da  seguinte forma: as fibras anteriores entrecruzam-se com as fibras opostas, e se dirigem em direção à pele da eminência mentoniana; as fibras médias terminam em parte sobre a borda inferior da mandíbula, e em parte entrecruzam-se com as fibras do músculo triangular dos lábios e do músculo depressor do lábio inferior; as fibras posteriores ou externas, continuam nas fibras carnosas do músculo triangular, outras vão diretamente para a camada profunda da pele da comissura labial e da bochecha. Possui a função de abaixar a pele do mento e a comissura labial, esticar transversalmente a pele do pescoço e elevar (KENDALL &amp;amp; MC CREARY, 1986).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo orbicular dos lábios&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Músculo em forma de elipse, constrictor principal, que ocupa a espessura dos lábios. Ele compreende duas partes: uma externa (periférica), e a outra interna (central).&lt;br&gt;As fibras externas: são compostas de fibras extrínsecas e de fibras intrínsecas.&lt;br&gt;  As fibras extrínsecas, são formadas pelas fibras terminais dos músculos triangular, bucinador e canino, essencialmente, e de todos os músculos peribucais. &lt;br&gt;As fibras intrínsecas fazem parte dos músculos incisivos, dois para cada lábio.&lt;br&gt;  As fibras internas seguem a borda livre dos lábios, misturando-se com as fibras do compressor dos lábios.&lt;br&gt;Possui a função de aproximar e comprimir os lábios.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Músculo compressor dos lábios&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Nome dado às fibras musculares estendidas de frente para trás, ao redor do orifício bucal. Suas fibras misturam-se com o orbicular interno dos lábios. Músculo particularmente bem desenvolvido no lactente (sucção). Possui a função de comprimir os lábios de frente para trás; trabalha em sincronia com o músculo orbicular dos lábios, músculo bucinador, músculos masseteres e os músculos da língua (LACÔTE, 1987). &lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os Músculos auriculares posteriores, superior e anterior, também são inervados pelo nervo facial, porém, não possuem função importante É importante ressaltar que os músculos: elevador da pálpebra superior e o masseter não são inervados pelo nervo facial e sim pelo terceiro par (nervo oculomotor) e pelo quinto par (nervo trigêmeo), respectivamente (LUCENA, 1993).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.cefac.br/library/teses/41f1ad5022e848077c52d3efe7a5bb24.pdf" target="_blank"&gt;Retirado desse artigo&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-3249283840471736862?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/3249283840471736862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/04/musculos-inervados-pelo-nervo-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3249283840471736862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3249283840471736862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/04/musculos-inervados-pelo-nervo-facial.html' title='Musculos inervados pelo nervo facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-7150846023552329693</id><published>2011-04-15T06:59:00.000-07:00</published><updated>2011-04-15T07:05:55.573-07:00</updated><title type='text'>Avaliação clínica da Paralisia Facial</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 233px; height: 225px;" alt="http://4.bp.blogspot.com/_cTO3Zd3m9ZY/SkJR5g-RdrI/AAAAAAAAAzc/OdUUIVnZIKo/s400/27.png" src="http://4.bp.blogspot.com/_cTO3Zd3m9ZY/SkJR5g-RdrI/AAAAAAAAAzc/OdUUIVnZIKo/s400/27.png" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os pacientes com paralisia facial apresentam-se com queixas subjetivas principalmente se a paralisia está relacionada com traumatismo direto ou indireto sobre o nervo facial. Freqüentemente relatam que em relação ao lado paralisado, observaram ou sentiram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ardor do olho – Bastante incômodo relacionado com a ausência do movimento de piscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Lacrimejamento – A presença de muita lágrima, ou ao contrário, a sua ausência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Impossibilidade de assobiar ou soprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Boca – Desviada para o lado oposto com quase impossibilidade de conter líquidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Otalgia – Às vezes intensa na zona de Ramsay Hunt, surgindo com freqüência antes do aparecimento da paralisia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Sorriso – Sempre muito prejudicado e a falta de expressão facial da metade paralisada constitui talvez a maior preocupação dos pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação clínica destes pacientes exige uma rotina de exames que compreende: exame ORL, exame otoneurológico, exame neurológico, exames complementares (hemograma, glicemia, VDRL e raio-X), e ainda, exames específicos para o nervo facial: topodiagnóstico, medida do grau de excitabilidade do nervo – Hilger, condução motora, eletromiografia (EMG) e eletroneurografia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-7150846023552329693?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/7150846023552329693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/04/avaliacao-clinica-da-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7150846023552329693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7150846023552329693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/04/avaliacao-clinica-da-paralisia-facial.html' title='Avaliação clínica da Paralisia Facial'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cTO3Zd3m9ZY/SkJR5g-RdrI/AAAAAAAAAzc/OdUUIVnZIKo/s72-c/27.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-2648851504025655520</id><published>2011-04-05T04:37:00.001-07:00</published><updated>2011-04-05T04:37:12.129-07:00</updated><title type='text'>Classificação de Paralisias Faciais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.paralisiafacial.com/paralisia-facial-pele-da-face_clip_image002.jpg" src="http://www.paralisiafacial.com/paralisia-facial-pele-da-face_clip_image002.jpg" width="256" height="240"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Vários critérios podem ser adotados para classificar as paralisias faciais e uma destas classificações se baseia na localização da lesão, o que permite não só um correto  diagnóstico, mas também estabelecer o melhor prognóstico e tratamento. &lt;br&gt; &lt;br&gt;As paralisias faciais podem ser divididas em dois grandes grupos: paralisia facial central (PFC) ou supranucelares e paralisia facial periférica (PFP), sendo as nucleares e infranucleares. As supranucleares consistem em lesões dos neurônios motores piramidais do córtex frontal (responsáveis pelos movimentos voluntário), que chegam aos núcleos motores do facial ipsi (parte superior da face) e contralateralmente (parte superior e inferior) (Lazarini et al., 2002). &lt;br&gt; &lt;br&gt;Nesta situação, os movimentos involuntários ou emocionais podem estar preservados. Geralmente são decorrentes de lesões vasculares, tumorais, processos  degenerativos ou inflamatórios e costumam ser acompanhadas de outras manifestações neurológicas como hemiplegia e disartria. (Bento et al., 1998; Esborrat, 2000; Testa e Antunes, 2000). As paralisias nucleares apresentam etiologias similares as supranucleares, mas o local da lesão difere, sendo o núcleo motor do facial (terço inferior da protuberância). &lt;br&gt; &lt;br&gt;A sintomatologia também é diferente, na qual ocorre a paralisia de todos os músculos da hemiface do mesmo lado da lesão tanto para movimentos voluntários como involuntários (reflexos e emocionais). Devido à proximidade do núcleo motor do facial com o núcleo motor do VI par (abducente) é freqüente o comprometimento associado a este par craniano&lt;br&gt; (Esborrat, 2000). Já as infranucleares são aquelas em que o local da lesão se dá abaixo do núcleo motor do facial e se manifestam com quadros de paralisia facial completa (Lazarini et al., 2002; Valls-Solé e Montero, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na literatura, há trabalhos que descrevem diferentes aspectos da paralisia facial periférica e que apresentam casuística numerosa (Valença et al., 2001; Peitersen, 2002). Além disso, um Simpósio sobre o nervo facial ocorre a cada quatro anos, no qual são apresentados 300 estudos em média dos diferentes aspectos do nervo facial como anatomia, histologia, fisiologia, patologia, imunologia, procedimentos para diagnóstico, topografia das lesões e tratamento (Stennert, 1994; May, 2000).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Entretanto, quando se trata da paralisia facial central existe um número menor de trabalhos publicados, bem como uma casuística significativamente menor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse texto é parte de um artigo cientifico. &lt;a href="http://www.scielo.br/pdf/pfono/v17n2/v17n2a09.pdf"&gt;Clique aqui para ver esse artigo completo&lt;/a&gt;.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-2648851504025655520?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/2648851504025655520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/04/classificacao-de-paralisias-faciais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/2648851504025655520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/2648851504025655520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/04/classificacao-de-paralisias-faciais.html' title='Classificação de Paralisias Faciais'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-6765894576184544447</id><published>2011-01-26T12:56:00.001-08:00</published><updated>2011-01-26T12:56:39.754-08:00</updated><title type='text'>Paralisia facial nem sempre é consequência de derrame</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Geralmente associada ao acidente vascular cerebral, a paralisia facial pode ter várias outras origens. Para a maioria das causas, o problema é reversível. O distúrbio atinge músculos da expressão facial e pode ser central ou periférico. O primeiro caso é provocado por lesões no cérebro. Já no periférico, só é afetado o próprio nervo facial. Os sintomas e manifestações de cada uma delas também são diferentes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com o neurologista Vladmir Garcia, muitas pessoas procuram desesperadamente por médicos acreditando ter sofrido um derrame por estar com o rosto paralisado. "A paralisia provocada pelo derrame não acomete só o rosto. Ela atinge também os músculos de outras partes do corpo, diferente da Paralisia de Bell, que é o nome científico da paralisia facial", explica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo Garcia, a paralisia facial ocorre por vários fatores, mas o principal deles são as mudanças climáticas. "Por isso, normalmente, quando surge um paciente com paralisia, logo aparecem outros. É de época", conta. Outra causa que, de acordo com ele, tem sido bastante cogitada entre os médicos é a influência de um vírus na paralisia facial.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Mas a paralisia facial também poder ser provocada por trauma, derrame, meningite, infecção de ouvido, herpes zoster, choque térmico, fratura da mandíbula, entre outras.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os sintomas deste problema manifestam-se repentinamente. O único sinal que, às vezes, precede a paralisia, é uma dor na região do ouvido. "Um dos primeiros sintomas que a pessoa percebe é no piscar de olhos, que se torna mais lento no lado afetado pela paralisia. Outro sinal que é logo percebido é a boca, que fica torta, impedindo, por exemplo, o bochechar", explica Garcia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"A paralisia não dá avisos. Tive uma paciente que estava fazendo pão e ficava o tempo todo entre o forno e a geladeira. O choque térmico deixou sua boca torta e ela só se deu conta disso quando um dos filhos a avisou", conta o fisioterapeuta especialista em neurologia, Fábio Gilbertoni.&lt;br&gt; &lt;br&gt;E existem causas ainda mais simples. "Teve um caso de um caminhoneiro que viajava à noite com a janela aberta. O contato do vento frio com o rosto também provocou a paralisação por choque térmico", conta Gilbertoni.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo ele, a pessoa acometida pela paralisia facial se torna incapaz de fechar completamente o olho do lado afetado, o que frequentemente origina ausência de lacrimação, fazendo com que a córnea resseque. "Também o canto da boca tende a cair, o que provoca o escorrimento de saliva por esse canto. Além disso, ocorre a paralisia da sobrancelha, o apagamento dos sulcos da testa e ao redor da boca", acrescenta Gilbertoni.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Márcio teve paralisia duas vezes&lt;br&gt;Márcio Michel Granado já teve paralisia facial por duas vezes. Em ambos os casos, a causa foi choque térmico. "Na primeira vez, eu era adolescente e estava andando de mobilete com uma máscara no rosto. Quando tirei a máscara, o contato do vento frio com o rosto quente paralisou-o", contou.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Já no segundo caso, Granado não sabe precisar qual foi o evento que provocou a paralisia. O primeiro sinal percebido foi a língua adormecida. "Depois percebi que a boca havia paralisado quando fui escovar os dentes e a água escorreu pelo canto da boca", acrescentou ele.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Após a constatação pelo neurologista que o problema era realmente uma paralisia facial, Márcio passou a fazer fisioterapia, tomar vitaminas do complexo B e corticóides. "O tratamento já dura mais de 40 dias e os movimentos já estão recuperados. Falta apenas fortalecer a musculatura afetada", disse Granado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com o fisioterapeuta Fábio Gilbertoni, o tratamento fisioterápico da paralisia facial é feito através de eletro-estimulação, massagens e exercícios de mímicas faciais. "Com isso, provocamos a ativação da musculatura e a facilitação neuromuscular."&lt;br&gt; &lt;br&gt;Chances de recuperação são grandes&lt;br&gt;Por estar ligada a lesões neurológicas, a paralisia facial central pode ser, em muitos casos, irreversível. O que quase não acontece na paralisia periférica. De acordo com o neurologista Vladmir Garcia, 80% dos pacientes com Paralisia de Bell se recuperam espontaneamente em 30 dias. "O tratamento, na maioria das vezes, serve apenas para acelerar o processo de recuperação", explica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento da paralisia facial pode incluir, além de medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia e acupuntura. "A fisioterapia é de extrema importância para preparar e fortalecer a musculatura afetada", afirma o neurologista.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo Garcia, cerca de 90% dos casos têm recuperação total, mas entre 5% e 10% deles podem ficar com sequelas. "Ayrton Senna era um exemplo. O sorriso de canto de boca não era charme. Era, na verdade, a sequela de uma paralisia facial", conta o médico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com Garcia, a paralisia facial é um problema que acomete homens e mulheres igualmente e tem maior incidência em pessoas com idade em torno dos 40 anos. "Os casos ocorrem, quase sempre, entre os 20 e os 40 anos. Raramente surge um caso abaixo de 12 anos", acrescenta ele.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A maioria dos casos evolui para a cura, sem qualquer risco ao paciente. Mas a necessidade de um acompanhamento médico precoce é importante para uma boa evolução da doença, bem como a detecção dos casos de mau prognóstico.&lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.jornaldelondrina.com.br/online/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=874725&amp;amp;tit=Paralisia-facial-nem-sempre-e-consequencia-de-derrame"&gt;Retirei daqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-6765894576184544447?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/6765894576184544447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/01/paralisia-facial-nem-sempre-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6765894576184544447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6765894576184544447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/01/paralisia-facial-nem-sempre-e.html' title='Paralisia facial nem sempre é consequência de derrame'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-8651780435740575185</id><published>2011-01-06T08:36:00.001-08:00</published><updated>2011-01-06T08:36:56.451-08:00</updated><title type='text'>Dica de livro - Paralisia Facial: Avaliação Tratamento Reabilitação</title><content type='html'>&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img0/1670060.jpg" alt="paralisia+facial:+avaliacao+tratamento+reabilitacao"&gt;&lt;/font&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; Sumário&lt;br&gt;&lt;br&gt;Capítulo 1 - Anatomia do Nervo Facial&lt;br&gt;Capítulo 2 - Anatomia da Musculatura da Mímica Facial&lt;br&gt;Capítulo 3 - Anatomofisiologia e Fisiopatologia do Nervo Facial&lt;br&gt;Capítulo 4 - Avaliação Clínica na Paralisia Facial Periférica&lt;br&gt; Capítulo 5 - Testes Elétricos do Nervo Facial&lt;br&gt;Capítulo 6 - Avaliação Fonoaudiológica na Paralisia Facial Periférica&lt;br&gt;Capítulo 7 - Paralisia Facial Periférica Congênita&lt;br&gt;Capítulo 8 - Etiologia da Paralisia Facial Periférica&lt;br&gt; Capítulo 9 - Paralisia Facial Central&lt;br&gt;Capítulo 10 - Tratamento Médico da Paralisia Facial Periférica na Visão do Otorrinolaringologista&lt;br&gt;Capítulo 11 - Tratamento Médico da Paralisia Facial na Visão do Cirurgião de Cabeça e Pescoço&lt;br&gt; Capítulo 12 - Tratamento Médico da Paralisia Facial Periférica na Visão do Fisiatra&lt;br&gt;Capítulo 13 - Tratamento Médico da Paralisia Facial Periférica na Visão do Oftalmologista&lt;br&gt;Capítulo 14 - Reabilitação Fonoaudiológica na Paralisia Facial Periférica: Fases Flácida e de Recuperação do Movimento&lt;br&gt; Capítulo 15 - Reabilitação Fonoaudiológica na Paralisia Facial Periférica Após Reinervação: Fase de Seqüelas&lt;br&gt;Capítulo 16 - Reabilitação Fonoaudiológica nas Paralisias Faciais Congênitas&lt;br&gt;Capítulo 17 - Reabilitação Fonoaudiológica na Paralisia Facial Central&lt;br&gt; Capítulo 18 - Reabilitação da Paralisia Facial Periférica por Biofeedback Eletroneuromiográfico&lt;br&gt;Capítulo 19 - Aspectos Psicológicos na Paralisia Facial Periférica &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(68, 68, 68); font-weight: bold; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Ano&lt;/strong&gt;: 2006&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Edição&lt;/strong&gt;: 1&lt;br&gt; &lt;strong&gt;ISBN&lt;/strong&gt;: 85-85274-94-8&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Páginas&lt;/strong&gt;: 208&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Acabamento&lt;/strong&gt;: Brochura&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Formato&lt;/strong&gt;: Médio&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(68, 68, 68); font-weight: bold; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1670060/paralisia+facial:+avaliacao+tratamento+reabilitacao/?franq=172965"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;img src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;* Parceiro&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-8651780435740575185?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/8651780435740575185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/01/dica-de-livro-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/8651780435740575185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/8651780435740575185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2011/01/dica-de-livro-paralisia-facial.html' title='Dica de livro - Paralisia Facial: Avaliação Tratamento Reabilitação'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-8005229278454787315</id><published>2010-11-12T06:00:00.001-08:00</published><updated>2010-11-12T06:00:18.703-08:00</updated><title type='text'>Estresse pode desencadear paralisia facial</title><content type='html'>O susto e o desespero podem tomar conta de uma pessoa que, ao acordar, se olha no espelho e verifica o rosto paralisado, mas especialistas pedem calma. No Brasil, cerca de 50 mil pessoas são afetadas por ano pela paralisia facial. &lt;div&gt; &lt;br&gt;A disfunção pode ser provocada pelo estresse, por infecção viral, trauma na face, compressão de nervo, diabetes, chamada de periférica. Ou, entre outros motivos, por AVC ou a presença de um tumor, conhecida como paralisia central, o que compromete a vida do portador. Um indivíduo com paralisia terá dificuldade em transmitir suas emoções para o &lt;br&gt; mundo exterior.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;O distúrbio causa a perda temporária ou permanente da sensibilidade dos músculos da face, ou perda da capacidade de mover ou controlar os movimentos. Nessas horas, é necessário procurar ajuda de um profissional especializado. De acordo com a fisioterapeuta Mariana Borges Teixeira, no caso de paralisia facial periférica, a recuperação pode levar de um a dois meses. Já a central tem recuperação variável, sendo possível chegar à cura.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;Há prejuízos na fala, em se alimentar e, principalmente, na parte ocular, como dificuldade em fechar e abrir os olhos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;O estresse é destaque entre os principais fatores desencadeantes da atualidade. Mariana esclarece que a paralisia facial, muitas vezes, manifesta-se sem causa conhecida, mas herpes zoster, choque térmico, traumas e neoplasias também geram o distúrbio. A fisioterapeuta alerta que a incidência da paralisia facial aumenta com a idade. "De 10 a 19 anos, é mais comum em mulheres. As gestantes têm três vezes mais risco de desenvolver o distúrbio e 10% dos pacientes têm histórico familiar", revela.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recuperação. Em alguns casos é necessário que a pessoa reaprenda hábitos simples, como falar, se alimentar, movimentar os olhos ou mesmo as expressões faciais. "Os músculos da face comprometidos impedem estas ações e por isso são feitos exercícios específicos para isso, com acompanhamento médico, fisioterapeuta e fonoaudiólogo", afirma.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;Mariana explica que o tratamento deverá ser adaptado e personalizado em função do déficit e da colaboração do paciente. "O tratamento pode durar de 15 dias a três semanas, nas paralisias faciais pouco severas, e até 4 anos, nas formas mais graves. Massagem, eletroestimulação, reeducação dos músculos da face, método Kabat, estimulação com gelo e exercícios faciais, através de jogos ou brincadeiras, são os mais indicados",  revela a fisioterapeuta. &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;E para obter 100% da recuperação, é importante ter força de vontade, uma vez que se não houver melhora após 15 dias de tratamento há uma grande probabilidade de sequelas.&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-8005229278454787315?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/8005229278454787315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/11/estresse-pode-desencadear-paralisia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/8005229278454787315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/8005229278454787315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/11/estresse-pode-desencadear-paralisia.html' title='Estresse pode desencadear paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-2721494494976956547</id><published>2010-11-07T06:41:00.001-08:00</published><updated>2010-11-07T06:41:51.016-08:00</updated><title type='text'>Tratamento da paralisia facial exige técnicas e perícia</title><content type='html'>O susto e o desespero podem tomar conta de uma pessoa que, ao acordar,  se olha no espelho e verifica que, de um dia para o outro, o rosto está  totalmente desfigurado. Este quadro crítico pode acontecer com quem é  acometido pela paralisia facial, distúrbio que causa a perda temporária  ou permanente da sensibilidade dos músculos da face, ou perda da  capacidade de mover ou controlar os movimentos. Nessas horas, é  necessário manter a calma e procurar ajuda de um profissional  especializado pois, na maioria dos casos, existe tratamento e cura. Em  uma população de 100.000 habitantes, de 14 a 25 pessoas são afetadas por  ano, o que equivale a 50 mil pessoas, no Brasil, segundo estudo  publicado na revista científica Clinical Infectious Diseases, sendo a  Paralisia de Bell a mais comum.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com Marina Berti,  fisioterapeuta da Clínica do Cirurgião Plástico Alan Landecker e  professora de Fisioterapia Aplicada às Disfunções Temporo-Mandibulares  do Instituto de Ensinos Odontológicos de Bauru - IEO-BAURU, "o distúrbio  pode levar a uma paralisia completa de uma hemiface (um lado do rosto  do paciente) ou de todos os músculos de um lado do rosto afetados, como  também alguns específicos. Há prejuízos na fala, em alimentar-se e,  principalmente, na parte ocular. Além disso, o paciente pode ter  dificuldade em fechar os olhos voluntariamente".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com isso, a vida  social desta pessoa pode ficar sensivelmente comprometida, tanto por  questões físicas como pela perda de funções básicas. "O paciente fica  inapto a fechar os olhos, piscar e fechar a boca espontaneamente. Como  ele não pisca, ocorre um lacrimejamento excessivo e também uma  superexposição dos olhos, pois o movimento de piscar é um sistema de  proteção do nosso organismo. Fisicamente, há uma assimetria da face, que  fica disforme, ou seja, torta", explica a fisioterapeuta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Marina  Berti esclarece que a paralisia facial, muitas vezes, se manifesta sem  causa conhecida mas, com base em sua avaliação e por sua experiência em  consultório, o estresse é um dos principais fatores desencadeantes.  "Outras causas também podem levar ao distúrbio, como herpes zoster,  choque térmico, traumas e neoplasias", pontua. Ela também informa que é  difícil acontecer recidivas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Recuperação dos movimentos faciais&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O  tratamento é realizado de acordo com o grau de acometimento do nervo  facial, ou seja, se é uma paralisia leve ou grave. "O número de sessões  de fisioterapia também é algo imprevisível, pois além do grau de  acometimento, temos que levar em consideração que cada paciente é único e  cada organismo responderá de uma maneira diferente, recuperando-se mais  lentamente ou rapidamente", afirma Marina Berti. Ela acredita que o  diferencial está na técnica e perícia do fisioterapeuta em saber lidar  com o tratamento da patologia especificada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo a  fisioterapeuta da Clínica do Cirurgião Alan Landecker, o tratamento da  paralisia facial é composto por um conjunto de técnicas que visa  acelerar a recuperação da função muscular, ocular e mastigatória. "Em  nossa experiência clínica, usamos a drenagem linfática, que drena as  substâncias tóxicas da face e as elimina, juntamente com os exercícios  da mímica facial. Esta associação propicia uma recuperação mais rápida  do quadro clínico. Além disto, associamos a Facilitação Neuro-Muscular -  Proprioceptiva, que através de estímulos motores e sensitivos, auxilia a  recuperação da sensibilidade, uma grande queixa dos pacientes com  paralisia facial", explica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A especialista acrescenta ainda que,  além do tratamento médico e fisioterapia, existe a possibilidade do  paciente necessitar de acompanhamento psicológico, pois a face é um dos  principais meios de comunicação do indivíduo e é por meio dela que  transmitimos as nossas emoções. "Um indivíduo portador da paralisia  facial terá uma enorme dificuldade em transmitir as suas emoções para o  mundo exterior", conclui.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: Bem Paraná&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-2721494494976956547?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/2721494494976956547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/11/tratamento-da-paralisia-facial-exige.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/2721494494976956547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/2721494494976956547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/11/tratamento-da-paralisia-facial-exige.html' title='Tratamento da paralisia facial exige técnicas e perícia'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-4167392743408800378</id><published>2010-10-25T14:58:00.001-07:00</published><updated>2010-10-25T14:58:52.534-07:00</updated><title type='text'>Paralisia Facial x Doença de Lyme</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;A PFP ( Paralisia Facial Periferia) bilateral é uma afecção rara e que geralmente se associa a um  quadro sistêmico, devendo ser investigada cuidadosamente antes de se  estabelecer diagnóstico de paralisia idiopática de Bell . &lt;br&gt;&lt;br&gt;O  diagnóstico diferencial é amplo, variando desde causas idiopáticas, como  a paralisia de Bell, Melkersson-Rosenthal, síndrome de Guillain-Barret,  neuropatia cranial múltipla; infecciosas, como a doença de Lyme, herpes  zoster, neuropatia pelo HIV, sífilis, mononucleose, citomegalovírus,  otite média bilateral, meningite bacteriana; neoplásicas, como as  leucoses, linfomas e tumores do ângulo ponto-cerebelar. Outras possíveis  causas são as doenças metabólicas como diabetes, o traumatismo  craniano, as malformações como a Síndrome de Möbius e doenças de  etiologia incerta como a sarcoidose, vasculites, entre outras. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A doença de Lyme é relatada como a principal causa infecciosa de PFP  bilateral, correspondendo até 39% dos casos em algumas séries, embora  sua incidência seja bastante variada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A doença é causada por uma bactéria espiroqueta, a Borrelia burgdorferi,  cujo vetor mais comum é um carrapato . A Borreliose de Lyme é uma  infecção polimorfa, com evolução e manifestações clínicas variáveis. Seu  período de incubação varia de 3 a 32 dias. A primeira manifestação da  doença costuma ser de rash cutâneo (classicamente o eritema crônico  migrans), associado aos sintomas de pródromo viral (estágio 1). Após  algumas semanas ou meses, os pacientes podem manifestar-se com quadro  neurológico e cardíaco, sendo comum neste estágio a mialgia migratória  (estágio 2). Os pacientes podem apresentar quadro de meningoencefalite,  neuropatia cranial múltipla, e radiculoneurite. Tipicamente apresentam  sintomas flutuantes de meningite, acompanhados de PFP e radiculoneurite  periférica. O terceiro estágio pode ocorrer após algumas semanas ou anos  do quadro inicial, manifestando-se com quadro de monoartrite (60% dos  pacientes), cutâneo (acrodermatite crônico atrófico), ou neurológico .&lt;br&gt;&lt;br&gt;A PFP ocorre em até 10% dos pacientes com Lyme, sendo  bilateral em 30% dos casos. O prognóstico da paralisia é ótimo, com  recuperação completa na maioria dos casos. Os pacientes com quadro  neurológico associado e PFP bilateral apresentam pior prognóstico. Ao  contrário da paralisia de Bell que é mais comum em adultos, a doença de  Lyme é mais comum em crianças. O diagnóstico é sorológico, sendo que os  anticorpos da classe IgM aumentam ao redor da segunda semana e tendem a  regredir com tratamento, enquanto os anticorpos da classe IgG surgem  tardiamente com pico ao redor do segundo ou terceiro mês, podendo  permanecer positivo indefinidamente. O tratamento preconizado é a  antibioticoterapia, sendo a tetraciclina a opção de escolha. Penicilina e  eritromicina também podem ser usadas. Como no caso relatado o  paciente apresenta sorologia negativa, e não apresenta história de  contato com carrapato ou antecedente de viagens a áreas endêmicas, o  diagnóstico foi descartado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port.asp?id=329" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-4167392743408800378?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/4167392743408800378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/10/paralisia-facial-x-doenca-de-lyme.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4167392743408800378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4167392743408800378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/10/paralisia-facial-x-doenca-de-lyme.html' title='Paralisia Facial x Doença de Lyme'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-3673945182316493610</id><published>2010-10-05T14:47:00.001-07:00</published><updated>2010-10-05T14:47:38.647-07:00</updated><title type='text'>Herpes-zóster</title><content type='html'>&lt;br&gt;Herpes é uma doença identificada, na maior parte das vezes, pelas vesículas que aparecem nos lábios e que algumas pessoas chamam inadequadamente de febre intestinal. Essa lesão caracteriza o herpes simples que pode acometer também os genitais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No herpes-zóster, popularmente conhecido como cobreiro, as pequenas vesículas que se formam na pele acompanham o trajeto das raízes nervosas numa faixa que pega sempre um lado só do corpo. Causado pelo vírus da catapora, fez a fama de muitos benzedores que passavam um traço dividindo o corpo da pessoa infectada em duas metades e preconizavam – Daqui não vai passar! E nunca passa mesmo porque a doença afeta apenas o nervo que vem pelo lado direito, por exemplo. Do lado oposto, o nervo é o outro e vem da esquerda.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O vírus da varicela-zóster via de regra permanece dormente, apesar de debelado do organismo, no interior de alguns gânglios do sistema nervoso (especialmente o semi-lunar, da base do crânio, ou nos próximos à medula espinal (cadeia para-vertebral)- podendo, entretanto, ocorrer noutros gânglios). O sistema imunológico mantém o vírus sob controle, mas quando estas defesas naturais encontram-se debilitadas ocorre a deflagração da doença.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Estima-se que cerca de 20% das pessoas possam desenvolver esta modalidade da doença.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento deve ser iniciado assim que se iniciarem os sintomas, visando evitar o dano irreparável ao nervo atingido que resultará na neuralgia pós-herpética. As lesões da pele tem involução espontânea mas medidas para evitar a infecção secundária devem ser tomadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os medicamentos utilizados no tratamento do herpes zoster evoluíram muito, tornando-se mais eficazes, e devem ser indicados por um médico dermatologista de acordo com cada caso.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-3673945182316493610?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/3673945182316493610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/10/herpes-zoster.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3673945182316493610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3673945182316493610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/10/herpes-zoster.html' title='Herpes-zóster'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5425965340818952106</id><published>2010-06-21T16:31:00.001-07:00</published><updated>2010-06-21T16:31:08.646-07:00</updated><title type='text'>Etiologia da paralisia facial</title><content type='html'>Paralisia de Bell&lt;br&gt;Também conhecida como a Frigore ou Idiopática: paralisia de aparecimento súbito, afetando um lado da face. A recuperação é espontânea e sua causa é desconhecida. Dentre todas as etiologias de paralisia facial, esta é a mais comum.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Paralisia Facial Traumática&lt;br&gt;É determinada por fraturas do osso temporal ou dos ossos da face causadas por projéteis de arma de fogo, por ferimentos corto-contusos nas partes moles da face, por acidentes de carro - e, principalmente – motocicletas. Ocorre também, por traumas de parto (causados por fórceps, ou por compressão do rosto do fetono canal de parto) e ainda pelas iatrogênicas, quando o cirurgião lesa o facial deliberada ou inadvertidamente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Paralisia por Infecção&lt;br&gt;Estas infecções podem ser virais (herpes zoster, mononucleose, caxumba, citomegalovírus e sarampo), bacterianas inespecíficas (otite média aguda e otite média crônica colesteatomatosa), e bacterianas específicas (tuberculose e lues).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Paralisia por Tumores&lt;br&gt;A instalação súbita pode ser confundida com a paralisia de Bell, por isso deve-se fazer um diagnóstico bem preciso. Pode ocorrer no Sistema Nervoso Central (neurinoma ou schwanoma do facial), no Osso Temporal - que são os mais comuns - e no Extratemporal, quase sempre de conotação congênita. Outras linhagens possíveis nesta região, são os hemangiomas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Paralisia Congênita&lt;br&gt;Já se comentou sobre os traumas no parto; além destes há a Síndrome Congênita de Möebius, caracterizada por envolvimento simultâneo do VI e VII nervos  cranianos, associada a outras alterações.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Paralisia Metabólica&lt;br&gt;Aparece em indivíduos com diabetes, hipotiroidismo, ou até mesmo durante a gravidez.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Síndrome de Melkerson-Rosenthal&lt;br&gt;De início súbito, com edema de hemi-face, língua plicata, normalmente com aparecimento entre a terceira ou quarta década da vida. A etiologia é desconhecida, e a recuperação é espontânea, como a paralisia facial de Bell.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Doença de Lyme&lt;br&gt;É uma infecção causada pela espiroqueta transmitida por picada de carrapato. A paralisia facial pode ser uni ou bilateral.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5425965340818952106?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5425965340818952106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/06/etiologia-da-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5425965340818952106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5425965340818952106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/06/etiologia-da-paralisia-facial.html' title='Etiologia da paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-1317227096981536820</id><published>2010-06-06T06:14:00.001-07:00</published><updated>2010-06-06T06:14:24.480-07:00</updated><title type='text'>Síndrome de Ramsay Hunt</title><content type='html'>Descrita em 1904-1907, trata-se de uma&lt;br&gt;muco-dermato-polyneuro-encefalo-mielomeningite causada pelo V&amp;#237;rus&lt;br&gt;Varicela Zoster (VZV). &amp;#201; a segunda causa mais freq&amp;#252;ente de PFP&lt;br&gt;atraum&amp;#225;tica identificada, respons&amp;#225;vel por cerca de 4,5 a 12% dos&lt;br&gt;casos. A propor&amp;#231;&amp;#227;o Bell : Ramsay Hunt &amp;#233; de cerca de 15:1. N&amp;#227;o t&amp;#234;m&lt;br&gt;predile&amp;#231;&amp;#227;o por sexo, o aumento da idade est&amp;#225; associado a aumento na&lt;br&gt;incid&amp;#234;ncia.&lt;p&gt;A S&amp;#237;ndrome de Ramsay-Hunt foi descrita pelo autor em 1907, tendo como&lt;br&gt;agente causador o v&amp;#237;rus Varicela-Zoster. A infec&amp;#231;&amp;#227;o por este v&amp;#237;rus&lt;br&gt;acarreta comprometimento de nervos cranianos tais como, o V, IX, X,&lt;br&gt;XI, XII e principalmente do VII par - sendo que o acomentimento do&lt;br&gt;g&amp;#226;nglio geniculado afeta as por&amp;#231;&amp;#245;es motora e sensorial deste nervo.&lt;p&gt;O quadro cl&amp;#237;nico da S&amp;#237;ndrome de Ramsay-Hunt se apresenta por erup&amp;#231;&amp;#245;es&lt;br&gt;vesiculares no pavilh&amp;#227;o auditivo, regi&amp;#227;o retro-auricular, face e/ou&lt;br&gt;boca; otalgia; dor intensa e cont&amp;#237;nua e Paralisia Facial unilateral.&lt;br&gt;Pode ainda haver sintomas auditivos e vestibulares, al&amp;#233;m de perda da&lt;br&gt;sensa&amp;#231;&amp;#227;o gustativa nos dois ter&amp;#231;os anteriores da l&amp;#237;ngua.&lt;p&gt;Segundo a literatura, o diagn&amp;#243;stico deve ser feito precocemente&lt;br&gt;atrav&amp;#233;s de suspeita cl&amp;#237;nica e confirma&amp;#231;&amp;#227;o laboratorial, tornando&lt;br&gt;poss&amp;#237;vel a administra&amp;#231;&amp;#227;o de terapia medicamentosa a tempo h&amp;#225;bil&lt;br&gt;(relata-se o uso de aciclovir e analg&amp;#233;sico), visando inibir a&lt;br&gt;reprodu&amp;#231;&amp;#227;o do DNA viral e aliviar a dor, prevenindo assim maiores&lt;br&gt;complica&amp;#231;&amp;#245;es. O progn&amp;#243;stico &amp;#233; melhor quanto mais cedo houver intera&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;medicamentosa, contudo o efeito de tais medicamentos para a regress&amp;#227;o&lt;br&gt;da paralisia &amp;#233; controverso.&lt;p&gt;A manifesta&amp;#231;&amp;#227;o mais relevante da s&amp;#237;ndrome &amp;#233;, sem d&amp;#250;vida, a paralisia&lt;br&gt;facial pois a face constitui o meio pelo qual nos apresentamos ao&lt;br&gt;mundo &amp;#224; medida que revela a express&amp;#227;o de nossos sentimentos e id&amp;#233;ias,&lt;br&gt;possibilitando a comunica&amp;#231;&amp;#227;o verbal - atrav&amp;#233;s da fala, e a n&amp;#227;o verbal&lt;br&gt;- atrav&amp;#233;s da m&amp;#237;mica facial. A paralisia facial &amp;#233; uma desordem que&lt;br&gt;desfigura a face do indiv&amp;#237;duo acarretando in&amp;#250;meros efeitos negativos&lt;br&gt;em sua vida pois gera um importante impacto emocional devido ao&lt;br&gt;comprometimento de sua imagem, prejudicando assim seus relacionamentos&lt;br&gt;pessoal e social. Al&amp;#233;m de prejudicar a est&amp;#233;tica, prejudica os&lt;br&gt;processos de comunica&amp;#231;&amp;#227;o e execu&amp;#231;&amp;#227;o da fun&amp;#231;&amp;#227;o alimentar.&lt;p&gt;Os sinais da paralisia no indiv&amp;#237;duo com Ramsay-Hunt s&amp;#227;o os mesmos&lt;br&gt;encontrados em casos de Paralisia de Bell, por&amp;#233;m se apresentam mais&lt;br&gt;severos pois, nesta s&amp;#237;ndrome, a paralisia facial n&amp;#227;o &amp;#233; produto de uma&lt;br&gt;encefalite e sim de um direto envolvimento do nervo facial com&lt;br&gt;degenera&amp;#231;&amp;#227;o de suas fibras nervosas. Desta forma, observa-se sequelas&lt;br&gt;mais severas sobre a musculatura facial, implicando num progn&amp;#243;stico&lt;br&gt;pior.&lt;p&gt;A Fonoaudiologia assume ent&amp;#227;o o seu papel, intervindo para minimizar&lt;br&gt;as altera&amp;#231;&amp;#245;es na musculatura facial, restabelecendo o trofismo e a&lt;br&gt;fun&amp;#231;&amp;#227;o muscular. A proped&amp;#234;utica fonoaudiol&amp;#243;gica deve se adequar de&lt;br&gt;acordo com a fase em que se encontra a paralisia: fase fl&amp;#225;cida ou de&lt;br&gt;sequelas. Na fase fl&amp;#225;cida o trabalho miofuncional visa atrasar a&lt;br&gt;atrofia, promover aumento da vasculariza&amp;#231;&amp;#227;o local, estimular a&lt;br&gt;recupera&amp;#231;&amp;#227;o do movimento ordenado e adequar fun&amp;#231;&amp;#245;es de alimenta&amp;#231;&amp;#227;o e&lt;br&gt;fala. J&amp;#225; na fase de sequelas, o objetivo consiste em diminuir a&lt;br&gt;contratura da musculatura facial, melhorar sua elasticidade e diminuir&lt;br&gt;a ocorr&amp;#234;ncia de sincinesias. Exerc&amp;#237;cios isom&amp;#233;tricos, isot&amp;#244;nicos e&lt;br&gt;m&amp;#237;micos, massoterapia, alongamento, relaxamento, dissocia&amp;#231;&amp;#227;o,&lt;br&gt;crioterapia e termoterapia s&amp;#227;o alguns dos exemplos de abordagens que o&lt;br&gt;fonoaudi&amp;#243;logo pode usar no tratamento da paralisia facial. &amp;#201;&lt;br&gt;importante ressaltar que a interven&amp;#231;&amp;#227;o fonoaudi&amp;#243;logica precoce&lt;br&gt;favorece um melhor progn&amp;#243;stico sobre a musculatura da face.&lt;p&gt;O campo da Motricidade Oral expandiu-se, modernizou-se e englobou o&lt;br&gt;trabalho de reabilita&amp;#231;&amp;#227;o da Paralisia Facial, mostrando n&amp;#227;o s&amp;#243; a&lt;br&gt;import&amp;#226;ncia da reorganiza&amp;#231;&amp;#227;o das fun&amp;#231;&amp;#245;es estomatogn&amp;#225;ticas, mas tamb&amp;#233;m&lt;br&gt;a relev&amp;#226;ncia em se restabelecer uma est&amp;#233;tica realmente funcional. A&lt;br&gt;atua&amp;#231;&amp;#227;o fonoaudi&amp;#243;logica &amp;#224; medida que reabilita a face do indiv&amp;#237;duo,&lt;br&gt;favorece a reestrutura&amp;#231;&amp;#227;o de sua imagem, o que interfere&lt;br&gt;consequentemente na sua din&amp;#226;mica social e emocional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-1317227096981536820?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/1317227096981536820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/06/sindrome-de-ramsay-hunt.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1317227096981536820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1317227096981536820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/06/sindrome-de-ramsay-hunt.html' title='Síndrome de Ramsay Hunt'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5358251896082491553</id><published>2010-05-31T16:11:00.001-07:00</published><updated>2010-05-31T16:11:04.354-07:00</updated><title type='text'>Ptose</title><content type='html'>&lt;br&gt;Ptose é um termo médico para referir a queda da pálpebra superior. Pode ser uni ou bilateral. Suas causas incluem a miastenia grave, lesão do nervo oculomotor e lesão da inervação simpática (síndrome de Horner). A ptose também pode ser congênita.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Condição causada pela fraqueza do músculo responsável pelo levantamento da pálpebra, dano aos nervos que controlam esses músculos, ou frouxidão da pele ao redor do(s) olho(s).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Causas da ptose:&lt;br&gt;&lt;br&gt;As principais causas da ptose são:&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ø      Ptose de origem congênita&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ø      Ptose senil&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ø      Ptose com desinserção muscular&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ø      Ptose traumática&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ø      Ptoses paralíticas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ø      Ptose pós cirurgias de catarata ou descolamento de retina&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ø      Doenças como Miastenia Gravis&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sinais e Sintomas :&lt;br&gt;&lt;br&gt;A sintomatologia irá depender da intensidade da queda da pálpebra:&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Assintomática&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Dificuldade visual&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Peso e dor sobre os olhos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;·         Posição anômala de cabeça&lt;br&gt;&lt;br&gt;·         Ambliopia ou olho preguiçoso. (ler em Saiba Mais) &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://www.eunanet.net/beth/images/grande_cembranelli.jpg"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;Um caso de Ptose clara é o do promotor do caso Isabela Nardoni, Francisco Cembrabelli. &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5358251896082491553?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5358251896082491553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/05/ptose.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5358251896082491553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5358251896082491553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/05/ptose.html' title='Ptose'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-3862260813909738922</id><published>2010-05-17T20:13:00.001-07:00</published><updated>2010-05-17T20:13:53.440-07:00</updated><title type='text'>Expressão facial</title><content type='html'>A express&amp;#227;o facial &amp;#233; a forma mais b&amp;#225;sica e mais comum de express&amp;#227;o de&lt;br&gt;emo&amp;#231;&amp;#245;es, fisiologistas estimaram que o rosto humano seria capaz de&lt;br&gt;gerar cerca de 20.000 express&amp;#245;es diferentes. Juntamente com o olhar a&lt;br&gt;express&amp;#227;o facial &amp;#233; o meio mais rico e importante, para expressarmos os&lt;br&gt;nossos estados de &amp;#226;nimo e as nossas emo&amp;#231;&amp;#245;es, a express&amp;#227;o facial&lt;br&gt;utiliza-se essencialmente para regular a interac&amp;#231;&amp;#227;o, e para refor&amp;#231;ar a&lt;br&gt;nossa mensagem enviada junto do receptor.&lt;p&gt;Nem toda a comunica&amp;#231;&amp;#227;o que &amp;#233; transmitida atrav&amp;#233;s da express&amp;#227;o facial &amp;#233;&lt;br&gt;suscept&amp;#237;vel de ser percebida pelo interlocutor conscientemente,&lt;br&gt;contudo as impress&amp;#245;es que retemos dos outros est&amp;#227;o tamb&amp;#233;m&lt;br&gt;influenciadas pelos movimentos impercept&amp;#237;veis da comunica&amp;#231;&amp;#227;o verbal do&lt;br&gt;outro. Observamos pois, que t&amp;#234;m tanta import&amp;#226;ncia para uma percep&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;de impress&amp;#245;es e ju&amp;#237;zos e para uma transmiss&amp;#227;o emocional, os movimentos&lt;br&gt;faciais percept&amp;#237;veis, como por exemplo a mudan&amp;#231;a de posi&amp;#231;&amp;#227;o dos&lt;br&gt;m&amp;#250;sculos faciais, das sobrancelhas, da boca; tal como os movimentos&lt;br&gt;impercept&amp;#237;veis, como a contrac&amp;#231;&amp;#227;o pupilar ou uma ligeira transpira&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;p&gt;Argyle atrav&amp;#233;s das suas investiga&amp;#231;&amp;#245;es relativas &amp;#224; expressividade&lt;br&gt;facial definiu que esta pode dividir-se em sub c&amp;#243;digos do formato dos&lt;br&gt;olhos, formato da boca, posi&amp;#231;&amp;#227;o das sobrancelhas e tamanho das&lt;br&gt;narinas.&lt;p&gt;A express&amp;#227;o facial &amp;#233; um dos meios de comunica&amp;#231;&amp;#227;o mais importante nas&lt;br&gt;rela&amp;#231;&amp;#245;es interpessoais, quer para obtermos uma confirma&amp;#231;&amp;#227;o de&lt;br&gt;expectativas, quer para uma afirma&amp;#231;&amp;#227;o de determinados estados de&lt;br&gt;esp&amp;#237;rito, sejam eles espont&amp;#226;neos ou ideados.&lt;p&gt;Apesar de alguns aspectos das express&amp;#245;es serem determinados&lt;br&gt;culturalmente h&amp;#225; express&amp;#245;es b&amp;#225;sicas que s&amp;#227;o reconhecidas&lt;br&gt;universalmente.&lt;p&gt;Os estudos realizados relativos &amp;#224; percep&amp;#231;&amp;#227;o dos outros a partir da sua&lt;br&gt;express&amp;#227;o facial, intentaram descrever os rasgos fision&amp;#243;micos de&lt;br&gt;algumas emo&amp;#231;&amp;#245;es, as investiga&amp;#231;&amp;#245;es realizadas n&amp;#227;o demonstraram que&lt;br&gt;existem movimentos que s&amp;#227;o caracter&amp;#237;sticos de m&amp;#250;sculos faciais&lt;br&gt;espec&amp;#237;ficos para cada uma das emo&amp;#231;&amp;#245;es, contudo, as mesmas&lt;br&gt;investiga&amp;#231;&amp;#245;es conclu&amp;#237;ram o seguinte; para uma mesma m&amp;#237;mica existe um&lt;br&gt;conjunto de interpreta&amp;#231;&amp;#245;es que se confirmam umas &amp;#224;s outras, de uma&lt;br&gt;forma muito coerente. Para cada palavra do vocabul&amp;#225;rio sentimental,&lt;br&gt;procuramos encontrar uma express&amp;#227;o facial correspondente, em alguns&lt;br&gt;casos encontramos muito facilmente e noutros encontramos com um maior&lt;br&gt;grau de dificuldade, existe pois, um n&amp;#250;mero limitado de emo&amp;#231;&amp;#245;es que na&lt;br&gt;maioria do ser humano pode reconhecer com uma certa fiabilidade.&lt;p&gt;A investiga&amp;#231;&amp;#227;o determinou a exist&amp;#234;ncia de seis express&amp;#245;es faciais&lt;br&gt;principais, as quais s&amp;#227;o indicadoras de emo&amp;#231;&amp;#245;es como a alegria,&lt;br&gt;tristeza, nojo, medo, aborrecimento e interesse. S&amp;#227;o praticamente as&lt;br&gt;&amp;#250;nicas emo&amp;#231;&amp;#245;es que t&amp;#234;m a probabilidade de ser reconhecidas pela maior&lt;br&gt;parte dos indiv&amp;#237;duos,  quando observadas expressas em outros&lt;br&gt;indiv&amp;#237;duos. Contudo, assuntos como a criminalidade tamb&amp;#233;m s&amp;#227;o&lt;br&gt;avaliados em fun&amp;#231;&amp;#227;o da expressividade facial.&lt;p&gt;Por outro lado, a express&amp;#227;o facial serve para comunicar outros factos&lt;br&gt;que n&amp;#227;o s&amp;#227;o t&amp;#227;o universais, e que dependem do contexto e do estado&lt;br&gt;emocional da interac&amp;#231;&amp;#227;o. Assim observamos que a express&amp;#227;o facial &amp;#233;&lt;br&gt;utilizada para comunicar factos como: expressar o nosso actual estado&lt;br&gt;de &amp;#226;nimo, o nosso desgosto de ver algu&amp;#233;m, a nossa aten&amp;#231;&amp;#227;o para com os&lt;br&gt;outros, que estamos a brincar com a outra pessoa, que estamos a ouvir&lt;br&gt;(cabe&amp;#231;a inclinada para o lado).&lt;p&gt;As expectativas e as previs&amp;#245;es comportamentais que os indiv&amp;#237;duos t&amp;#234;m&lt;br&gt;uns dos outros passam pelas mensagens emitidas pela expressividade&lt;br&gt;facial. Esta express&amp;#227;o facial tem pois, como fun&amp;#231;&amp;#227;o principal a&lt;br&gt;express&amp;#227;o de emo&amp;#231;&amp;#245;es, mas foi tamb&amp;#233;m estudada como meio de express&amp;#227;o&lt;br&gt;da personalidade, das atitudes com os outros, da atrac&amp;#231;&amp;#227;o sexual, do&lt;br&gt;desejo de comunicar-se e do grau de expressividade durante a&lt;br&gt;comunica&amp;#231;&amp;#227;o&lt;p&gt;Em determinados contextos, as express&amp;#245;es faciais, como exemplo: &amp;#243;dio,&lt;br&gt;desprezo, raiva, tristeza, preocupa&amp;#231;&amp;#227;o, simpatia, compreens&amp;#227;o,&lt;br&gt;alegria, bem-estar, aceita&amp;#231;&amp;#227;o, pode ser fatal ou fundamental para&lt;br&gt;determinar o desenrolar dos acontecimentos.&lt;p&gt;A express&amp;#227;o facial est&amp;#225; em constante mudan&amp;#231;a durante a comunica&amp;#231;&amp;#227;o. Em&lt;br&gt;alguns casos as express&amp;#245;es faciais deturpam a verdade, por exemplo uma&lt;br&gt;pessoa pode dizer que est&amp;#225; muito contente e at&amp;#233; sorri por ver uma&lt;br&gt;determinada pessoa, mas uma an&amp;#225;lise mais profunda da sua&lt;br&gt;expressividade facial, demonstrar&amp;#225; uma express&amp;#227;o moment&amp;#226;nea de&lt;br&gt;desagrado pela outra pessoa.&lt;br&gt;A interpreta&amp;#231;&amp;#227;o do significado emocional das express&amp;#245;es faciais pode&lt;br&gt;ser um problema complexo em situa&amp;#231;&amp;#245;es interaccionais normais.&lt;br&gt;Devemos pois, olhar para esta expressividade facial de uma forma mais&lt;br&gt;veemente, examinando-a profundamente, j&amp;#225; que esta ser&amp;#225; a varinha de&lt;br&gt;cond&amp;#227;o para desvendar o verdadeiro ser humano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-3862260813909738922?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/3862260813909738922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/05/expressao-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3862260813909738922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3862260813909738922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/05/expressao-facial.html' title='Expressão facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5893479899401708555</id><published>2010-04-26T05:29:00.001-07:00</published><updated>2010-04-26T05:29:49.070-07:00</updated><title type='text'>Fotos de pessoas com paralisia facial</title><content type='html'>&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHPcf_0AI/AAAAAAAACIg/_raGwMLplsw/s1600/1471-5945-1-9-3-l-789070.jpg"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHPcf_0AI/AAAAAAAACIg/_raGwMLplsw/s320/1471-5945-1-9-3-l-789070.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464422422302150658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHP-mBbDI/AAAAAAAACIo/fvmOjLJk-L4/s1600/50018X-fx5-791071.jpg"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHP-mBbDI/AAAAAAAACIo/fvmOjLJk-L4/s320/50018X-fx5-791071.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464422431454227506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHQaH6FqI/AAAAAAAACIw/84R9OjKfRsA/s1600/090101-F-0000W-101-793175.jpg"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHQaH6FqI/AAAAAAAACIw/84R9OjKfRsA/s320/090101-F-0000W-101-793175.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464422438844110498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHQrXT8LI/AAAAAAAACI4/BX93-eKtELs/s1600/AMRdroop400-794736.jpg"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHQrXT8LI/AAAAAAAACI4/BX93-eKtELs/s320/AMRdroop400-794736.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464422443472122034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHQ_C_MAI/AAAAAAAACJA/bKWQatvUcgI/s1600/bell+palsy+pic-795846.jpg"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHQ_C_MAI/AAAAAAAACJA/bKWQatvUcgI/s320/bell+palsy+pic-795846.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464422448755585026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHRlwMpyI/AAAAAAAACJI/DZvU43WsACY/s1600/Bells1-798205.gif"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHRlwMpyI/AAAAAAAACJI/DZvU43WsACY/s320/Bells1-798205.gif"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464422459145758498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHSI-9Q5I/AAAAAAAACJQ/BZDMWPjutjM/s1600/facial-palsy-left-Ramsay-Hunt200pxw-700131.jpg"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHSI-9Q5I/AAAAAAAACJQ/BZDMWPjutjM/s320/facial-palsy-left-Ramsay-Hunt200pxw-700131.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464422468602905490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHSfV2FcI/AAAAAAAACJY/wQURPhdwv_4/s1600/slide0107_image152-701152.jpg"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHSfV2FcI/AAAAAAAACJY/wQURPhdwv_4/s320/slide0107_image152-701152.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464422474604484034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;Essas fotos foram recolhidas na WEB e mostram diferentes tipos de paralisia facial. &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5893479899401708555?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5893479899401708555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/04/fotos-de-pessoas-com-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5893479899401708555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5893479899401708555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/04/fotos-de-pessoas-com-paralisia-facial.html' title='Fotos de pessoas com paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UHXHHNVwdiw/S9WHPcf_0AI/AAAAAAAACIg/_raGwMLplsw/s72-c/1471-5945-1-9-3-l-789070.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-4876991490545243131</id><published>2010-04-12T16:26:00.001-07:00</published><updated>2010-04-12T16:26:32.831-07:00</updated><title type='text'>Ginástica facial para tratar pacientes com paralisia</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 14px; line-height: 17px; "&gt;Paralisia Facial é a ausência ou diminuição dos movimentos da musculatura do rosto provocada por uma alteração do Nervo Facial, um dos 12 nervos cranianos, responsável pela parte motora dessa região do corpo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A alteração pode ocorrer por influência de vírus ou bactérias, por meio de lesão, ao se submeter à oscilações bruscas de temperatura, por disfunção metabólica, por falta de irrigação sanguínea na região neural, por influência de toxinas ou até por fatores congênitos. Além de também estar associada a fatores como o stress e traumas de face. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Pessoas que possuem esse tipo de patologia apresentam algumas deformidades como desviamento dos lábios para um dos lados do rosto, imobilização da pálpebra, impedindo o fechamento ou abertura do olho, alteração no lacrimejamento, além da sensação &lt;br&gt; &lt;br&gt;de formigamento na pele e perda de sensibilidades olfativa e degustativa. Felizmente, grande parte dos casos de Paralisia Facial podem ser revertidos completamente quando a intervenção fonoaudiológica ocorre de maneira rápida.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Através desse tratamento, estimulamos a mobilidade da musculatura paralisada, promovendo a simetria ao rosto por meio da terapia miofuncional, traz de volta a capacidade de distinguir cheiros e sabores, e readequa a musculatura das &lt;br&gt; &lt;br&gt;funções estomatognásticas, ou seja, da mastigação, deglutição, respiração e sucção, que poderão estar alteradas pela doença.Há casos em que os primeiros sinais da reabilitação podem ser observados logo na primeira semana de tratamento, entretanto cada diagnóstico indicará períodos diferentes de recuperação.&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Postado por Dani Souto. Contato: &lt;a href="mailto:danisouto@gmail.com"&gt;danisouto@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://minhavida.uol.com.br/conteudo/1402-Ginastica-facial-para-tratar-pacientes-com-paralisia.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-4876991490545243131?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/4876991490545243131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/04/ginastica-facial-para-tratar-pacientes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4876991490545243131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4876991490545243131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/04/ginastica-facial-para-tratar-pacientes.html' title='Ginástica facial para tratar pacientes com paralisia'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-7741886547738245273</id><published>2010-03-29T12:18:00.001-07:00</published><updated>2010-03-29T12:18:27.129-07:00</updated><title type='text'>Cds e Dvds Universitários estréiam nova página</title><content type='html'>&lt;br&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Depois de 5 anos no mercado, os &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.cdsuniversitarios.net"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Cds e Dvds Universitários&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; estreiaram a nova versão de seu site, com ainda mais opções de assuntos para estudantes e profissionais de diversas áreas.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;As áreas atendidas pelos &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.cdsuniversitarios.net"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Cds e Dvds Universitários&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; são: Educação Física, Fisioterapia, Medicina, Enfermagem, Engenharia, Direito, Nutrição e os assuntos são os mais variados.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Aproveite e faça uma visita. &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Acesse e confira:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.cdsuniversitarios.net/"&gt; www.cdsuniversitarios.net&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;i&gt;* Publieditorial - Texto fornecido pelo anunciante.&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-7741886547738245273?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/7741886547738245273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/03/cds-e-dvds-universitarios-estreiam-nova.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7741886547738245273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7741886547738245273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/03/cds-e-dvds-universitarios-estreiam-nova.html' title='Cds e Dvds Universitários estréiam nova página'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-4032445158000854128</id><published>2010-03-04T10:46:00.001-08:00</published><updated>2010-03-04T10:46:03.301-08:00</updated><title type='text'>Escala de House-Brackmann12</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;A escala de House-Brackmann12 serve para avaliar o grau de disfunção motora facial. Abaixo segue as caracteristicas dessa escala.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Grau I: normal &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Função facial normal em todas as áreas&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Grau II: disfunção leve&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Geral: leve fraqueza notável apenas à inspeção próxima; pode haver sincinesia muito discreta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No repouso: simetria e tônus normais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao movimento:&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;Testa: função boa à moderada&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olho: fechamento completo com mínimo esforço&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Boca: leve assimetria&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Grau III: disfunção moderada&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Geral: diferença óbvia, mas não desfigurante entre os dois lados; sincinesia e/ou espasmo hemifacial notáveis, mas não severos.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;No repouso: simetria e tônus normais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao movimento:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Testa: movimento moderado a leve&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olho: fechamento completo com esforço&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Boca: levemente fraca com o máximo esforço&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Grau IV: disfunção moderadamente severa&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Geral: fraqueza óbvia e/ou assimetria desfigurante&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No repouso: simetria e tônus normais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao movimento:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Testa: nenhum movimento&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;Olho: fechamento incompleto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Boca: assimetria com o máximo esforço&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Grau V: disfunção severa&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Geral: apenas uma movimentação discretamente perceptível&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No repouso: assimetria&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;Ao movimento:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Testa: nenhum movimento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olho: fechamento incompleto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Boca: movimento discreto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Grau VI: paralisia total&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nenhum movimento&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-4032445158000854128?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/4032445158000854128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/03/escala-de-house-brackmann12.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4032445158000854128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4032445158000854128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/03/escala-de-house-brackmann12.html' title='Escala de House-Brackmann12'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-1348889419617752789</id><published>2010-02-24T18:09:00.001-08:00</published><updated>2010-02-24T18:09:02.944-08:00</updated><title type='text'>Lesões periféricas - Paralisia Facial</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;p&gt;Segundo Seddon (1984), existem predominantemente três tipos de lesões das fibras nervosas: neuropraxia, axonotmese e neurotmese.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neuropraxia&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ocorre quando não existe perda da continuidade axonal entre o neurônio e o músculo. Ocorre apenas uma interrupção da condução nervosa (bloqueio de condução) por uma lesão exclusivamente na bainha de mielina do nervo. O aspecto mais importante é sua reversibilidade. Essas paralisias decorrentes de um bloqueio de condução duram de 1-6 meses, embora geralmente resolvam em até 3 meses.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Axonotmese&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste caso, a lesão acomete os axônios do nervo e ocorre uma reação em duas fases. A primeira fase envolve a desintegração do axônio e a quebra da bainha de mielina, o que é chamado de degeneração Walleriana (axonal).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A segunda fase da reação 'a lesão é o processo de regeneração (reinervação) da continuidade entre axônio e seu órgão terminal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neurotmese&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste tipo de lesão ocorre perda de continuidade de todo o tronco nervoso. Todas as alterações decorrentes de uma lesão axonal tipo axonotmese também ocorrem na neurotmese. A recuperação é muito difícil em função de que as alterações neuronais retrógradas são muito graves e um grande número de neurônios não sobrevive.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-1348889419617752789?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/1348889419617752789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/02/lesoes-perifericas-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1348889419617752789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1348889419617752789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/02/lesoes-perifericas-paralisia-facial.html' title='Lesões periféricas - Paralisia Facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-2417978620212758628</id><published>2010-01-29T13:14:00.001-08:00</published><updated>2010-01-29T13:14:11.281-08:00</updated><title type='text'>Dicas para pacientes com paralisia facial</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="text-transform:none;text-indent:0px;border-collapse:separate;font:medium &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;;white-space:normal;letter-spacing:normal;color:rgb(0,0,0);word-spacing:0px"&gt;&lt;span style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;   &lt;div&gt;&lt;span style="text-transform:none;text-indent:0px;border-collapse:separate;font:medium &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;;white-space:normal;letter-spacing:normal;color:rgb(0,0,0);word-spacing:0px"&gt;&lt;span style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;É bastante comum que o paciente receba orientação para fazer exercícios com movimentação exagerada e com força excessiva. No entanto, como esses exercícios não são específicos muitas vezes eles reforçam padrões de movimento inadequados. Instruções como &amp;quot;feche os olhos com toda força&amp;quot; ou &amp;quot;faça um sorriso exagerado&amp;quot; não iráo produzir o movimento desejado e com simetria que seria necessário para normalizar a função. O uso de exercícios com esforço máximo faz um recrutamento excessivo das unidades motoras, produzindo padrões que são muito diferentes da expressão facial normal, que é sutil e delicada.&lt;br&gt;  Massagem com movimentos lentos e profundos também é recomendada. Essa massagem possibilita que o músculo continue macio e flexível enquanto diminuindo a contração e encurtamento do músculo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Algumas dicas importantes:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;-&lt;span style="font:7pt &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;"&gt;        &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Usar óculos escuros para proteger seus olhos de poeira, poluição e quando sair ao sol&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;-&lt;span style="font:7pt &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;"&gt;        &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Evitar ficar em lugares enfumaçados&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;-&lt;span style="font:7pt &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;"&gt;        &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Não tomar banhos de piscina e mar sem uma proteção para os olhos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;-&lt;span style="font:7pt &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;"&gt;        &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Pingar colírio várias vezes ao dia conforme orientação médica&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;-&lt;span style="font:7pt &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;"&gt;        &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Proteger o olho com tampão para dormir – usar um esparadrapo antialérgico (transpore) cortado em tirinhas de mais ou menos 5 cm x 1 cm formando um "X" em cima do olho paralisado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;-&lt;span style="font:7pt &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;"&gt;        &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Matigar tudo devagar, dos dois lados e com a lingua limpar a cavidade bucal. Não colocar o dedo para retirar o alimento que pode ficar coletado entre os dentes e a gengiva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;-&lt;span style="font:7pt &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;"&gt;        &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Passar água de um lado para o outro da bochecha durante o banho e quando escovar os dentes. Se vazar pelo lado paralisado então fazer uma pinça com o polegar e o indicador e segurar os lábios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;-&lt;span style="font:7pt &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;"&gt;        &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Manter seus olhos bem abertos quando mastigar&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-2417978620212758628?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/2417978620212758628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/01/dicas-para-pacientes-com-paralisia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/2417978620212758628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/2417978620212758628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/01/dicas-para-pacientes-com-paralisia.html' title='Dicas para pacientes com paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-28099915970124920</id><published>2010-01-22T04:23:00.001-08:00</published><updated>2010-01-22T04:23:53.026-08:00</updated><title type='text'>Exercícios na paralisia facial</title><content type='html'>&lt;span style="text-transform:none;text-indent:0px;border-collapse:separate;font:medium &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;;white-space:normal;letter-spacing:normal;color:rgb(0,0,0);word-spacing:0px"&gt;&lt;span style="text-align:justify"&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Os exercícios serão realizados sempre na frente de um espelho para respeitar o eixo de simetria da face.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;O número de repetições, o tempo de manutenção e o tempo de repouso de cada exercício será orientado pela fisioterapeuta de acordo com o resultado do teste muscular e deverão ser respeitados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Os músculos trabalhados não podem entrar em fadiga. Se você fizer os exercícios lentamente, conseguirá recrutar as fibras musculares, mesmo as mais distantes, virão para completar o movimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Mas, se ao contrário, você fizer rapidamente, apenas aquelas fibras musculares que estão mais próximas trabalharão. Por isso é fundamental que faça-os lentamente e conheça qual a capacidade de trabalho de seus músculos. Se você usar força nos seus exercícios, com certeza, logo aparecerão as sincinesias, que são aqueles movimentos indesejáveis desencadeados por movimentos voluntários, por exemplo: quando fechar os olhos o canto da boca do lado paralisado será repuxado para cima e para fora, ou falar e sorrir, fechará o olho paralisado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Estas sincinesias não aparecerão se a reeducação for bem feita, orientada com precisão e equilíbrio, e também se o paciente não tiver se submetido a qualquer tipo de tratamento que utilize a eletroterapia ; pois sabemos que ela proporciona o aparecimento das hipertonias e mais tardiamente, das sincinesias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Os sinais de reinervação são, na maioria dos casos, pequenos formigamentos ou comichões numa determinada área da face.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;O indivíduo portador de paralisia facial fica muito ansioso por várias razões emocionais, familiares, profissionais, entre outras, e quer voltar a sorrir o mais breve possível. O sorriso é um movimento natural, espontâneo, que não devemos estimula-lo com exercícios, ainda que, os músculos do sorrizo fazem parte, segundo Dra.A-M Chevalier dos músculos ditos dilatadores e com conseqüência disto, são mais fortes que os músculos constrictores, aqueles que fazem o bico e fecham os olhos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Existe uma ordem no trabalho muscular a ser seguida com muito rigor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Temos que trabalhar primeiro os músculos mais fracos, (os constrictores) para depois trabalharmos os músculos mais fortes (dilatadores). Só assim conseguiremos a harmonia dos movimentos da face.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Verdana" size="3"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;b&gt;Você já acessou o blog &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.facafisioterapia.net"&gt;&lt;b&gt;Faça Fisioterapia&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt; hoje? Clique e conheça!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-28099915970124920?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/28099915970124920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/01/exercicios-na-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/28099915970124920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/28099915970124920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/01/exercicios-na-paralisia-facial.html' title='Exercícios na paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-7514542364835529413</id><published>2010-01-19T06:51:00.001-08:00</published><updated>2010-01-19T06:51:51.890-08:00</updated><title type='text'>Músculos artificiais restauram capacidade de piscar</title><content type='html'>&lt;br&gt; &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: medium; "&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Cirurgiões da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, utilizaram músculos artificiais para restaurar a capacidade de piscar em pacientes com paralisia facial.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; A pesquisa poderá beneficiar milhares de pessoas que já não são capazes de fechar as suas pálpebras devido a acidentes vasculares cerebrais, lesões nervosas ou cirurgias faciais.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; A nova técnica, que utiliza uma combinação de eletrodos de carbono e polímeros à base de silicone, poderá ser usada para desenvolver músculos sintéticos para controlar outras partes do corpo. A pesquisa foi descrita em um artigo publicado na revista médica &lt;i&gt;Archives of Facial Plastic Surgery&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; &amp;quot;Esta é a primeira vez que se utiliza músculos artificiais em um sistema biológico&amp;quot;, afirma Travis Tollefson, que é cirurgião plástico. &amp;quot;Mas há muitas ideias e conceitos onde essa tecnologia poderá desempenhar um papel importante.&amp;quot;&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; &lt;strong&gt;Recuperação de movimentos faciais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; O objetivo do estudo de Tollefson e seu colega Craig Senders é desenvolver o protocolo e o dispositivo para a implantação em humanos de músculos artificiais eletroativos (EPAM: &lt;i&gt;Electroactive polymer artificial Muscle&lt;/i&gt;), executando um procedimento que restabeleça de forma duradoura o piscar dos olhos, tanto para proteger o olho quanto para melhorar a aparência física.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Os músculos artificias EPAM representam uma tecnologia emergente com potencial para ser utilizada na reabilitação de pacientes com paralisia facial. Os polímeros eletroativos funcionam como os músculos humanos, expandindo e contraindo dependendo da tensão elétrica que é aplicada sobre eles.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Para as pessoas com outros tipos de paralisia, a utilização de músculos artificiais poderá significar um dia a possibilidade da recuperação da capacidade de sorrir ou de controlar a incontinência urinária, por exemplo.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; A reanimação de rostos é um primeiro passo natural no desenvolvimento dos músculos sintéticos para o controle de outras partes do corpo, segundo o pesquisador Craig Senders. &amp;quot;Os músculos faciais necessitam de relativamente pouca força, muito menos do que a necessária para mover os dedos ou flexionar um braço,&amp;quot; justifica Senders&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; &lt;strong&gt;A importância de piscar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Piscar é uma parte essencial na manutenção de um olho saudável. A pálpebra mantém limpa a superfície do olho e espalha as lágrimas sobre a córnea. Sem esta lubrificação, o olho sofre um sério risco de desenvolver úlceras corneanas que podem eventualmente levar à cegueira.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Piscar o olho é um ato involuntário e controlado por um nervo craniano. Na maioria dos pacientes com paralisia permanente na pálpebra, esse nervo foi danificado durante um acidente, um ataque cardíaco ou uma cirurgia de remoção de tumor facial.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Muitos deles não têm outros nervos funcionais nas proximidades que possam ser redirecionados para fechar a pálpebra. Outros pacientes nasceram com a síndrome de Mobius, caracterizada por subdesenvolvimento dos nervos faciais - esses pacientes não têm qualquer expressão e não podem piscar os olhos e nem mesmo sorrir.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; &lt;strong&gt;Tratamentos da paralisia da pálpebra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; A paralisia da pálpebra é atualmente tratada de dois modos. Um deles consiste na transferência de um músculo da perna para o rosto. Contudo, esta opção requer de seis a 10 horas de cirurgia, cria uma segunda cicatriz e por isso não é um método recomendado para pessoas idosas ou para doentes frágeis.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; A outra alternativa envolve a sutura de um pequeno peso de ouro no interior da pálpebra. O peso fecha o olho com a ajuda da gravidade.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Apesar de ser um tratamento bem-sucedido em mais de 90 por cento dos pacientes, o piscar resultante é mais lento do que o normal e não pode ser sincronizado com o outro olho. Alguns pacientes também têm dificuldade em manter a pálpebra fechada quando se deitam para dormir. Nos Estados Unidos, estima-se entre 3 mil e 5 mil o número de pacientes que são submetidos a esta cirurgia por ano.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; &lt;strong&gt;Estilingue elétrico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Agora, Senders e Tollefson utilizaram um método alternativo inovador para a reabilitação do piscar de olhos na paralisia facial permanente. Eles usaram um &amp;quot;cabo de reboque&amp;quot;, uma espécie de estilingue, para tracionar a pálpebra.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Os cirurgiões inseriram o estilingue feito de músculo facial ou de tecido implantável ao redor do olho. Pequenos parafusos de titânio prendem o mecanismo muscular nos pequenos ossos ao redor dos olhos.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; O estilingue foi conectado a um músculo artificial, por sua vez ligado a uma bateria. Tanto o músculo artificial quanto a bateria foram inseridos na fossa, uma cavidade natural na têmpora, o que disfarça sua presença.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Senders e Tollefson verificaram que a força necessária para fechar e abrir o olho pode ser feita com folga pelo músculo artificial eletroativo.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Por meio de um controle eletrônico, será possível criar piscadas artificiais em perfeita sincronia com o outro olho. Um sistema similar poderá, no futuro, dar às crianças que nascem com síndrome de Mobius a capacidade de sorrir.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; &lt;strong&gt;Como são feitos os músculos artificiais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Os músculos artificiais usados pelos pesquisadores foram desenvolvidos por engenheiros da SRI Internacional, de Palo Alto, Califórnia, na década de 1990.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Em seu interior há um pedaço de acrílico flexível ou silicone, dispostos em camadas com uma espécie de grafite. Quando uma corrente elétrica é aplicada, as atrações eletrostáticas fazem com que as camadas externas tendam a se juntar, comprimindo o centro macio. Esse movimento expande o músculo artificial.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; O músculo se contrai quando a eletricidade é interrompida, achatando o formato do estilingue, fazendo o olho piscar. Quando a eletricidade é reativada, o músculo relaxa e o centro macio volta para sua forma original.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; &amp;quot;A intensidade da força e do movimento que o músculo artificial gera é muito parecida com a do músculo natural,&amp;quot; disse Tollefson. Uma bateria implantada, parecida com as utilizadas em implantes cocleares, é suficiente para acionar o músculo artificial.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Nos pacientes que têm uma pálpebra normal, um sensor ao redor da pálpebra normal poderá detectar o impulso natural de piscar e acionar o músculo artificial ao mesmo tempo. Entre os pacientes sem nenhum controle das pálpebras, um marcapassos eletrônico semelhante aos usados para regular os batimentos cardíacos poderá fazer os olhos piscarem em um ritmo constante, podendo ser desligado por uma chave magnética.&lt;/p&gt; &lt;p style="background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 0.8em; color: rgb(0, 0, 0); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; background-position: initial initial; "&gt; Os pesquisadores agora estão aprimorando a técnica em cadáveres e em animais. Eles estimam que a tecnologia estará disponível para os pacientes nos próximos cinco anos.&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=musculos-artificiais-restauram-capacidade-piscar&amp;amp;id=4912"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Já visitou o Blog &lt;a href="http://www.facafisioterapia.net"&gt;Faça Fisioterapia&lt;/a&gt; hoje? &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-7514542364835529413?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/7514542364835529413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/01/musculos-artificiais-restauram.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7514542364835529413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7514542364835529413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/01/musculos-artificiais-restauram.html' title='Músculos artificiais restauram capacidade de piscar'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-6868917471551112382</id><published>2010-01-11T11:47:00.001-08:00</published><updated>2010-01-11T11:47:26.169-08:00</updated><title type='text'>Reabilitação da Paralisia Facial</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;span style="text-transform:none;text-indent:0px;border-collapse:separate;font:medium &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;;white-space:normal;letter-spacing:normal;color:rgb(0,0,0);word-spacing:0px"&gt;&lt;span style="text-align:justify"&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;A reabilitação é lenta e minunciosa, isto em função das patologias e dos testes musculares.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Ela deve ser diária&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Ela pede ao paciente muito controle na frente do espelho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Ela exige uma concretração importante que poderá ser traduzida como uma lentidão e fadiga&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Ela deve ser feita de manhã e à tarde na medida do possível&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Em geral a massagem não deve durar mais que 15 minutos e, os exercícios, só o fisioterapeuta vai dizer a duração do tradução do e principalmente do repouso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;A quantidade de exercício será em função do teste muscular feito pela fisioterapeuta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Os movimentos orientados pela fisioterapeuta devem ser  executados lenta e progressivamente, na amplitude e no número de contrações indicadas .&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Reeducação facial é uma forma de reabilitação que inclui manipulação dos músculos faciais, exercícios específicos e eletromiografia de superfície para biofeedback. Uma avaliação de três áreas principais contribui para direcionar o tratamento de forma efetiva:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Simetria deficiente&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Danos funcionais devido a atividade muscular inadequada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Expressão facial comprometida (sorriso, aborrecimento, etc..)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10pt"&gt;Exercícios com movimentos específicos podem ser usados (elevar a sobrancelha levemente, franzir o nariz de forma simétrica, etc..) no trabalho com os específicos grupos musculares. O treino através de eletromiografia de superfície para biofeedback se dá através de EMG computadorizado com vários canais para melhorar o controle dos movimentos faciais. Em muitos dos casos, o que era um movimento automático passa a ser algo que tem que ser aprendido.&lt;br&gt;  Relaxamento da atividade muscular hiperativa pode ser tratada através de uma variedade de exercícios específicos e técnicas de manipulação. Como resultado da re-inervação caótica a sinsinesia, movimentos em massas e co-contração aparecem freqüentemente após a recuperação. Exercícios específicos podem ajudar a reduzir esse problema que freqüentemente é percebido como tensão dos músculos faciais, contração involuntária do canto da boca, ou ainda fechamento do olho durante o sorriso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-6868917471551112382?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/6868917471551112382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/01/reabilitacao-da-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6868917471551112382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6868917471551112382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/01/reabilitacao-da-paralisia-facial.html' title='Reabilitação da Paralisia Facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-6986924815207148675</id><published>2010-01-03T12:32:00.001-08:00</published><updated>2010-01-03T12:32:36.518-08:00</updated><title type='text'>Exercicios faciais para paralisia</title><content type='html'>&lt;span style="text-transform:none;text-indent:0px;border-collapse:separate;font:medium &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;;white-space:normal;letter-spacing:normal;color:rgb(0,0,0);word-spacing:0px"&gt;&lt;span&gt; &lt;div align="left"&gt; &lt;p style="text-align:left;line-height:normal;font-style:normal;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px"&gt;&lt;b&gt; &lt;table border="2" cellspacing="0" cellpadding="4" bgcolor="#ffffff" align="center"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" align="middle"&gt; &lt;div&gt;&lt;img border="0" alt="" align="absMiddle" src="http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_09_paralisia_facia_01.gif" width="220" height="258"&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;1 - Levantar as sobrancelhas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" align="middle"&gt; &lt;div&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_09_paralisia_facia_02.gif" width="224" height="258"&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;2 - Franzir as sobrancelhas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" align="middle"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_09_paralisia_facia_03.gif" width="220" height="258"&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;3 - Expressão de mau cheiro, franzir o nariz&lt;/span&gt; &lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;td valign="top" align="middle"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_09_paralisia_facia_04.gif" width="220" height="259"&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;4 - Fechar os olhos com força&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" align="middle"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_09_paralisia_facia_05.gif" width="224" height="259"&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;5 - Aproximar e comprimir os lábios&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td valign="top" align="middle"&gt; &lt;div style="margin-bottom:0px" align="center"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_09_paralisia_facia_06.gif" width="220" height="259"&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;6 - Sorrir mostrando os dentes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" align="middle"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_09_paralisia_facia_07.gif" width="220" height="246"&gt;&lt;br&gt;7 - Sorrir com os lábios juntos&lt;/div&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" align="middle"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_09_paralisia_facia_08.gif" width="224" height="246"&gt;&lt;br&gt;8 - Soprando (enchendo a bochecha de ar)&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" colspan="2" align="middle"&gt; &lt;div&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_09_paralisia_facia_09.gif" width="220" height="246"&gt;&lt;br&gt;9 - Protrusão do lábio inferior&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;div&gt;&lt;a href="http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_09_paralisia_facial_perif.htm" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-6986924815207148675?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/6986924815207148675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/01/exercicios-faciais-para-paralisia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6986924815207148675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6986924815207148675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2010/01/exercicios-faciais-para-paralisia.html' title='Exercicios faciais para paralisia'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-166745199881688926</id><published>2009-12-31T06:14:00.001-08:00</published><updated>2009-12-31T06:14:59.115-08:00</updated><title type='text'>Feliz 2010...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;img src="http://www.istockphoto.com/file_thumbview_approve/3376501/2/istockphoto_3376501-celebration-toast-with-champagne.jpg" alt="Celebration toast with champagne Royalty Free Stock Photo"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;UM BRINDE AO ANO QUE SERÁ O ANO DA SUA VIDA.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;É O QUE DESEJAMOS. É O QUE QUEREMOS.  É O QUE ACONTECERÁ. BASTA VOCÊ ACREDITAR!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;EM 2010, ESTAREMOS AQUI, INFORMANDO E APRENDENDO CADA VEZ MAIS.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;br clear="all"&gt;&lt;img src="http://i486.photobucket.com/albums/rr227/danichakalat/barraaa.gif"&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-166745199881688926?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/166745199881688926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/12/feliz-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/166745199881688926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/166745199881688926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/12/feliz-2010.html' title='Feliz 2010...'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-2039927542163331019</id><published>2009-12-29T07:20:00.001-08:00</published><updated>2009-12-29T07:20:09.590-08:00</updated><title type='text'>O que é o nervo facial</title><content type='html'>&lt;span style="WIDOWS: 2; TEXT-TRANSFORM: none; TEXT-INDENT: 0px; BORDER-COLLAPSE: separate; FONT: medium &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; WHITE-SPACE: normal; ORPHANS: 2; LETTER-SPACING: normal; COLOR: rgb(0,0,0); WORD-SPACING: 0px; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px" class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="TEXT-ALIGN: justify" class="Apple-style-span"&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 10pt"&gt;O nervo facial é um dos 12 nervos cranianos, sétimo par, que se origina no tronco cerebral com um ramo indo para cada lado. Ele tem aproximadamente 13,000 neurônios, sendo que cerca de 7,000 servem como unidades motoras para a face. Ele é protegido por um canal ósseo que caminha mais ou menos por baixo da orelha.&lt;br&gt; O nervo facial é muito pequeno. Quando sai do canal auditivo interno ele tem menos de um milímetro de diâmetro. A boa noticia é que existem milhares de fibras nervosas nessa minúscula estrutura, como num cabo telefônico, e essas fibras são muito resistentes a danos.&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 10pt"&gt;&lt;br&gt; O nervo facial parece um cabo telefônico que contém 7000 fibras individuais dentro dele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 10pt"&gt;Cada fibra carrega impulsos elétricos para um músculo específico da face. Nós temos 2 nervos faciais um para cada lado do rosto que funcionam independentemente um do outro. As informações que passam através das fibras deste nervo permite que expressemos nosso sorriso, choro, risada, e tristeza, por isso este nervo leva o nome de &amp;quot;nervo da expressão facial&amp;quot;. Quando estas fibras nervosas estiverem parcial ou totalmente interrompidas ocorre uma diminuição ou paralisia total nos músculos da face.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 10pt"&gt;Quando estas fibras estiverem irritadas podem aparecer espasmos ou movimentos involuntários na face (popularmente conhecidos como &amp;quot;tiques&amp;quot; nervosos). O nervo facial não só carrega impulsos para os músculos da face, mas também para outros locais como glândulas lacrimais e salivares e ao músculo do estribo (pequeno osso que existe dentro do ouvido) . Ele também transmite o sabor sentido na parte da frente da língua. Uma vez que a função do nervo facial é tão complicada, muitos sintomas podem ocorrer quando as fibras do nervo facial estiverem com problemas. Além da paralisia da face, que prejudica o fechamento do olho e o movimento da boca e o enrugamento da testa a pessoa poderá apresentar secura nos olhos e na boca e alterações no paladar (gosto diferente na boca).&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Como ele funciona ?&lt;/b&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/u&gt;O nervo facial é como um &amp;quot;fio&amp;quot; que sai do cérebro e entra no ouvido juntamente com o nervo da audição e do equilíbrio. Ele atravessa o ouvido passando dentro de um canal ósseo, muito próximo de estruturas como os ossinhos do ouvido, do labirinto e do tímpano. Depois disso ele sai no pescoço e se ramifica na face passando dentro da glândula salivar chamada parótida. Ramos dele inervam a glândula lacrimal e a língua.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-2039927542163331019?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/2039927542163331019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/12/o-que-e-o-nervo-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/2039927542163331019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/2039927542163331019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/12/o-que-e-o-nervo-facial.html' title='O que é o nervo facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-7507378021986735880</id><published>2009-12-24T07:59:00.001-08:00</published><updated>2009-12-24T07:59:25.491-08:00</updated><title type='text'>Um grande natal para você e sua família</title><content type='html'>&lt;img src="http://memoireairfrance.canalblog.com/feliz_natal.jpg"&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#FF0000"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Estamos sempre online para trazer o melhor conteúdo e informação para vocês, nossos leitores.  Desejamos então um ótimo Natal, com toda a paz, amor, felicidade e saúde que você merece.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#FF0000"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#FF0000"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A &lt;a href="http://Chakalat.net"&gt;Chakalat.net&lt;/a&gt; continuará trabalhando para trazer fatos e informações sobre o seu assunto favorito.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#FF0000"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#FF0000"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Muita paz e amor!!!&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-7507378021986735880?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/7507378021986735880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/12/um-grande-natal-para-voce-e-sua-familia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7507378021986735880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7507378021986735880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/12/um-grande-natal-para-voce-e-sua-familia.html' title='Um grande natal para você e sua família'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-754600377420346593</id><published>2009-12-16T08:31:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T08:32:00.774-08:00</updated><title type='text'>Ginástica facial para tratar pacientes com paralisia</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:14px;line-height:17px"&gt;Paralisia Facial é a ausência ou diminuição dos movimentos da musculatura do rosto provocada por uma alteração do Nervo Facial, um dos 12 nervos cranianos, responsável pela parte motora dessa região do corpo. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;A alteração pode ocorrer por influência de vírus ou bactérias, por meio de lesão, ao se submeter à oscilações bruscas de temperatura, por disfunção metabólica, por falta de irrigação sanguínea na região neural, por influência de toxinas ou até por fatores congênitos. Além de também estar associada a fatores como o stress e traumas de face. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;Pessoas que possuem esse tipo de patologia apresentam algumas deformidades como desviamento dos lábios para um dos lados do rosto, imobilização da pálpebra, impedindo o fechamento ou abertura do olho, alteração no lacrimejamento, além da sensação &lt;br&gt;  &lt;br&gt;de formigamento na pele e perda de sensibilidades olfativa e degustativa. Felizmente, grande parte dos casos de Paralisia Facial podem ser revertidos completamente quando a intervenção fonoaudiológica ocorre de maneira rápida.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Através desse tratamento, estimulamos a mobilidade da musculatura paralisada, promovendo a simetria ao rosto por meio da terapia miofuncional, traz de volta a capacidade de distinguir cheiros e sabores, e readequa a musculatura das &lt;br&gt;  &lt;br&gt;funções estomatognásticas, ou seja, da mastigação, deglutição, respiração e sucção, que poderão estar alteradas pela doença.Há casos em que os primeiros sinais da reabilitação podem ser observados logo na primeira semana de tratamento, entretanto cada diagnóstico indicará períodos diferentes de recuperação.&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-754600377420346593?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/754600377420346593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/12/ginastica-facial-para-tratar-pacientes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/754600377420346593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/754600377420346593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/12/ginastica-facial-para-tratar-pacientes.html' title='Ginástica facial para tratar pacientes com paralisia'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-7382314324735311593</id><published>2009-12-01T05:29:00.001-08:00</published><updated>2009-12-01T05:29:25.863-08:00</updated><title type='text'>Resumo sobre paralisia facial</title><content type='html'>&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="color:rgb(51, 51, 51);line-height:20px"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Paralisia facial&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; é o comprometimento do nervo facial (7o par craniano).&lt;br&gt;  O nervo facial é predominantemente motor, inerva todos os músculos da expressão facial, com exceção do elevador da pálpebra (inervado pelo 3o par craniano).&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:rgb(51, 51, 51);line-height:20px"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Tipos de paralisia facial:&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; central (supranuclear ou do neurônio motor superior) e periférica (nuclear e infranuclear ou do neurônio motor inferior).&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:rgb(51, 51, 51);line-height:20px"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Etiologia:&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; paralisia facial central- tumores cerebrais e acidentes vasculares cerebrais; periférica- lesão pontina (tumor, esclerose múltipla, polioencefalite), compressão craniana (neurinoma do acústico, aneurisma da artéria basilar), lesão no temporal (fratura do rochedo, otite e mastoidite, paralisia de Bell [ou a &lt;/font&gt;&lt;em&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Frigore&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;- a mais freqüente das paralisias faciais periféricas, etiologia obscura, processo inflamatório no nervo, duração média- 60 dias], Herpes Zoster [síndrome de Ramsay-Hunt = paralisia facial grave + erupção vesicular dolorosa no meato auditivo externo + zumbidos ou vertigem por comprometimento do 8o par]), lesão dos ramos periféricos extracranianos (traumas da mandíbula e parótida, tumores da parótida, tétano, leucemia aguda); doenças musculares (miastenia grave, polimiosite, distrofia heredofamiliar miotônica).&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:rgb(51, 51, 51);line-height:20px"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Semiologia:&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:rgb(51, 51, 51);line-height:20px"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Paralisia central&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; = lesão cruzada- paralisia ou paresia da musculatura da parte inferior da face- assimetria dos traços fisionômicos, desvio da rima bucal para o lado são- paralisia central da hemiface, da hemilíngua, do hemivéu, característica básica- musculatura da parte superior da face menos afetada que a da parte inferior = o doente consegue fechar o olho do lado comprometido;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:rgb(51, 51, 51);line-height:20px"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Paralisia periférica&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; = lesão direta- paralisia ipsilateral de toda a musculatura da face: superior e inferior, lagoftalmia (impossibilidade do indivíduo em fechar o olho acometido pela paralisia facial, permanecendo o mesmo aberto, desviado para cima e para dentro), hiperacusia desagradável, abolição das secreções lacrimais e salivares. A rima é puxada sempre para o lado não paralisado. As lágrimas escorrem por paralisia do músculo de Horner (epífora).Em termos semiológicos, a chamada paralisia facial de Bell deve ser distinguida da paralisia facial central (paralisia facial de Toddy).&lt;br&gt;  Na paralisia facial de Bell ocorre paralisia de toda a musculatura da face do paciente (superior e inferior), com lafgoftalmia. Na paralisia de Toddy, verifica-se paralisia da musculatura da parte inferior da face, inexistindo lagoftalmia (o paciente pode fechar os olhos espontaneamente). Na paralisia de Bell, a lesão do nervo facial é direta e o paciente exibe desvio da comissura labial para o lado contralateral da lesão periférica do nervo facial e da lagoftalmia.&lt;br&gt;  Na paralisia de Toddy, o acometimento do nervo facial é cruzado, e o paciente apresenta desvio da comissura labial para o lado homolateral à lesão central do nervo facial. Guillain-Barré = paralisia periférica bilateral.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-7382314324735311593?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/7382314324735311593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/12/resumo-sobre-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7382314324735311593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7382314324735311593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/12/resumo-sobre-paralisia-facial.html' title='Resumo sobre paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-6496560472858032060</id><published>2009-11-25T08:01:00.001-08:00</published><updated>2009-11-25T08:01:06.883-08:00</updated><title type='text'>Semiologia da paralisia facial</title><content type='html'>&lt;font class="Apple-style-span" face="tahoma, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="tahoma, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Paralisia central&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="tahoma, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; = lesão cruzada- paralisia ou paresia da musculatura da parte inferior da face- assimetria dos traços fisionômicos, desvio da rima bucal para o lado são- paralisia central da hemiface, da hemilíngua, do hemivéu, característica básica- musculatura da parte superior da face menos afetada que a da parte inferior = o doente consegue fechar o olho do lado comprometido;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="tahoma, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="tahoma, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Paralisia periférica&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="tahoma, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; = lesão direta- paralisia ipsilateral de toda a musculatura da face: superior e inferior, lagoftalmia (impossibilidade do indivíduo em fechar o olho acometido pela paralisia facial, permanecendo o mesmo aberto, desviado para cima e para dentro), hiperacusia desagradável, abolição das secreções lacrimais e salivares. A rima é puxada sempre para o lado não paralisado. As lágrimas escorrem por paralisia do músculo de Horner (epífora).Em termos semiológicos, a chamada paralisia facial de Bell deve ser distinguida da paralisia facial central (paralisia facial de Toddy).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="tahoma, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Na paralisia facial de Bell ocorre paralisia de toda a musculatura da face do paciente (superior e inferior), com lafgoftalmia. Na paralisia de Toddy, verifica-se paralisia da musculatura da parte inferior da face, inexistindo lagoftalmia (o paciente pode fechar os olhos espontaneamente). Na paralisia de Bell, a lesão do nervo facial é direta e o paciente exibe desvio da comissura labial para o lado contralateral da lesão periférica do nervo facial e da lagoftalmia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="tahoma, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Na paralisia de Toddy, o acometimento do nervo facial é cruzado, e o paciente apresenta desvio da comissura labial para o lado homolateral à lesão central do nervo facial. Guillain-Barré = paralisia periférica bilateral.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-6496560472858032060?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/6496560472858032060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/11/semiologia-da-paralisia-facial.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6496560472858032060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6496560472858032060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/11/semiologia-da-paralisia-facial.html' title='Semiologia da paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-3781163425760906950</id><published>2009-11-25T07:59:00.001-08:00</published><updated>2009-11-25T07:59:25.787-08:00</updated><title type='text'>Paralisia facial nem sempre é consequência de derrame</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; "&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; Geralmente associada ao acidente vascular cerebral, a paralisia facial pode ter várias outras origens. Para a maioria das causas, o problema é reversível. O distúrbio atinge músculos da expressão facial e pode ser central ou periférico. O primeiro caso é provocado por lesões no cérebro. Já no periférico, só é afetado o próprio nervo facial. Os sintomas e manifestações de cada uma delas também são diferentes.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; De acordo com o neurologista Vladmir Garcia, muitas pessoas procuram desesperadamente por médicos acreditando ter sofrido um derrame por estar com o rosto paralisado. "A paralisia provocada pelo derrame não acomete só o rosto. Ela atinge também os músculos de outras partes do corpo, diferente da Paralisia de Bell, que é o nome científico da paralisia facial", explica.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; Segundo Garcia, a paralisia facial ocorre por vários fatores, mas o principal deles são as mudanças climáticas. "Por isso, normalmente, quando surge um paciente com paralisia, logo aparecem outros. É de época", conta. Outra causa que, de acordo com ele, tem sido bastante cogitada entre os médicos é a influência de um vírus na paralisia facial.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; Mas a paralisia facial também poder ser provocada por trauma, derrame, meningite, infecção de ouvido, herpes zoster, choque térmico, fratura da mandíbula, entre outras.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; Os sintomas deste problema manifestam-se repentinamente. O único sinal que, às vezes, precede a paralisia, é uma dor na região do ouvido. "Um dos primeiros sintomas que a pessoa percebe é no piscar de olhos, que se torna mais lento no lado afetado pela paralisia. Outro sinal que é logo percebido é a boca, que fica torta, impedindo, por exemplo, o bochechar", explica Garcia.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; "A paralisia não dá avisos. Tive uma paciente que estava fazendo pão e ficava o tempo todo entre o forno e a geladeira. O choque térmico deixou sua boca torta e ela só se deu conta disso quando um dos filhos a avisou", conta o fisioterapeuta especialista em neurologia, Fábio Gilbertoni.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; E existem causas ainda mais simples. "Teve um caso de um caminhoneiro que viajava à noite com a janela aberta. O contato do vento frio com o rosto também provocou a paralisação por choque térmico", conta Gilbertoni.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; Segundo ele, a pessoa acometida pela paralisia facial se torna incapaz de fechar completamente o olho do lado afetado, o que frequentemente origina ausência de lacrimação, fazendo com que a córnea resseque. "Também o canto da boca tende a cair, o que provoca o escorrimento de saliva por esse canto. Além disso, ocorre a paralisia da sobrancelha, o apagamento dos sulcos da testa e ao redor da boca", acrescenta Gilbertoni.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; &lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;Márcio teve paralisia duas vezes&lt;/strong&gt; Márcio Michel Granado já teve paralisia facial por duas vezes. Em ambos os casos, a causa foi choque térmico. "Na primeira vez, eu era adolescente e estava andando de mobilete com uma máscara no rosto. Quando tirei a máscara, o contato do vento frio com o rosto quente paralisou-o", contou.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; Já no segundo caso, Granado não sabe precisar qual foi o evento que provocou a paralisia. O primeiro sinal percebido foi a língua adormecida. "Depois percebi que a boca havia paralisado quando fui escovar os dentes e a água escorreu pelo canto da boca", acrescentou ele.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; Após a constatação pelo neurologista que o problema era realmente uma paralisia facial, Márcio passou a fazer fisioterapia, tomar vitaminas do complexo B e corticóides. "O tratamento já dura mais de 40 dias e os movimentos já estão recuperados. Falta apenas fortalecer a musculatura afetada", disse Granado.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; De acordo com o fisioterapeuta Fábio Gilbertoni, o tratamento fisioterápico da paralisia facial é feito através de eletro-estimulação, massagens e exercícios de mímicas faciais. "Com isso, provocamos a ativação da musculatura e a facilitação neuromuscular."&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; &lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;Chances de recuperação são grandes&lt;/strong&gt; Por estar ligada a lesões neurológicas, a paralisia facial central pode ser, em muitos casos, irreversível. O que quase não acontece na paralisia periférica. De acordo com o neurologista Vladmir Garcia, 80% dos pacientes com Paralisia de Bell se recuperam espontaneamente em 30 dias. "O tratamento, na maioria das vezes, serve apenas para acelerar o processo de recuperação", explica.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; O tratamento da paralisia facial pode incluir, além de medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia e acupuntura. "A fisioterapia é de extrema importância para preparar e fortalecer a musculatura afetada", afirma o neurologista.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; Segundo Garcia, cerca de 90% dos casos têm recuperação total, mas entre 5% e 10% deles podem ficar com sequelas. "Ayrton Senna era um exemplo. O sorriso de canto de boca não era charme. Era, na verdade, a sequela de uma paralisia facial", conta o médico.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; De acordo com Garcia, a paralisia facial é um problema que acomete homens e mulheres igualmente e tem maior incidência em pessoas com idade em torno dos 40 anos. "Os casos ocorrem, quase sempre, entre os 20 e os 40 anos. Raramente surge um caso abaixo de 12 anos", acrescenta ele.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; A maioria dos casos evolui para a cura, sem qualquer risco ao paciente. Mas a necessidade de um acompanhamento médico precoce é importante para uma boa evolução da doença, bem como a detecção dos casos de mau prognóstico&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-width: initial; border-color: initial; font-family: verdana; "&gt; &lt;a href="http://portal.rpc.com.br/jl/online/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=874725&amp;amp;tit=Paralisia-facial-nem-sempre-e-consequencia-de-derrame"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-3781163425760906950?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/3781163425760906950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/11/paralisia-facial-nem-sempre-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3781163425760906950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3781163425760906950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/11/paralisia-facial-nem-sempre-e.html' title='Paralisia facial nem sempre é consequência de derrame'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-1827184358921960734</id><published>2009-11-19T08:37:00.001-08:00</published><updated>2009-11-19T08:37:59.297-08:00</updated><title type='text'>Ginástica Facial na Paralisia</title><content type='html'>&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt; &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 21px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;Fazer caretas tem tudo a ver com a beleza do seu rosto, porque exercitar os músculos faciais é a forma mais natural e simples de manter e prolongar a juventude. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Dedicamos e nos preocupamos muito mais com a firmeza e beleza do nosso corpo e esquecemos que o rosto é o primeiro contato que temos com as outras pessoas e elas conosco, por isto dedique apenas 5 minutos diários e adie o uso dos procedimentos cirúrgicos como pequenas plásticas faciais e os procedimentos dermatológicos como a toxina botulínica que muitas vezes, devido ao exagero, deixam um visual artificial que fica literalmente na cara! &lt;br&gt; &lt;br&gt;A ginástica facial surgiu a partir de terapias para resolver problemas de saúde como a paralisia facial, e além da medicina, a estética saiu ganhando e cada vez mais vem se aperfeiçoando. Ela nada mais é que fazer exercícios para fortalecer os músculos do rosto, amenizar rugas e aumentar a irrigação sanguínea que irá hidratar e vitalizar sua pele através de exercícios como fazer biquinho, apertar os olhos, abrir a boca entre outros movimentos simples e eficazes que você faz em frente ao espelho. &lt;br&gt; &lt;br&gt;"Os resultados podem ser observados a partir do primeiro mês desde que sejam feitos corretamente e também diariamente" &lt;br&gt;O exercício aumenta o metabolismo celular melhorando a circulação sanguínea, a oxigenação local e ativando a produção de colágeno. Fazer exercícios para o rosto aumenta a irrigação na face e ameniza as rugas e marcas de expressão, dando um aspecto mais sereno e tranqüilo, devolvendo a elasticidade perdida. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Esta ginástica pode ser feita por pessoas de qualquer idade, e é recomendado seu início por volta dos 25 anos de idade sendo esta uma medida preventiva. Os resultados podem ser observados a partir do primeiro mês desde que sejam feitos corretamente e também diariamente. Antes de iniciar dê atenção a alguns cuidados necessários: &lt;br&gt; - limpe e tonifique a pele; &lt;br&gt;- hidrate muito bem; &lt;br&gt;- faça os exercícios em frente ao espelho para que possa observar e corrigir os movimentos; &lt;br&gt;- faça os movimentos devagar; &lt;br&gt;- concentre-se. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Tomado os devidos cuidados vamos a nossa sessão de exercícios para um rosto mais jovem, sereno, sem rugas e fortalecido. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Para a região ao redor da boca: &lt;br&gt;&lt;br&gt;1-Faça um bico e em seguida abra os lábios sem distanciar muito os dentes. Sinta a musculatura das maçãs esticando. Fique por 5 segundos e então puxe os lábios para dentro como se fosse engoli-los e em seguida faça o bico novamente. Repita 20 vezes; &lt;br&gt; 2-Com as pontas dos dedos massageie a região em movimentos ascendentes, do sulco entre o nariz e a boca até as maças do rosto, sinta a musculatura sendo tocada. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Para o contorno do rosto: &lt;br&gt;&lt;br&gt;1-Estique o pescoço e olhe para cima jogando 20 beijinhos para o alto. Procure sentir o músculo do pescoço bem esticado e se movimentando enquanto faz o exercício; &lt;br&gt; 2-Pressione a língua contra o céu da boca mantendo-a perto das amídalas. Deslize o dedão por baixo do queixo, de trás para frente e de um lado para o outro. Repita 20 vezes; &lt;br&gt;3-Com as pontas dos dedos, massageie o pescoço começando de trás para frente para drenar líquidos acumulados na região. Fazendo ondulações suaves desça pelas laterais do pescoço até os ombros. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Para a região da testa: &lt;br&gt;&lt;br&gt;1-Com os dedos indicador e médio das duas mãos faça movimentos ascendentes "alisando" a testa, desde a sobrancelha até a raiz do cabelo. Depois com o indicar e o polegar de uma das mãos, belisque as rugas de leve 20 vezes. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Para os olhos: &lt;br&gt;&lt;br&gt;1-Arregale bem os olhos e sem relaxar a musculatura tente fechar os olhos sem encostar os cílios, como se quisesse ver mais longe. Repita 20 vezes; &lt;br&gt;2-Com os olhos arregalados, olhe para um lado e para o outro com movimentos rápidos. Faça 20 vezes. Com as mãos na testa para evitar enrugar, relaxe e faça mais duas séries de 20 movimentos; &lt;br&gt; 3-Ainda com os olhos bem abertos olhe para cima tentando ver o teto sem mexer a cabeça. Fique na posição por 5 segundos e volte com os olhos para frente, faça 5 vezes.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 21px;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 21px;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;Fonte: &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/?afilID=1346"&gt;Portal Educação&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333" face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 21px;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333" face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 21px;"&gt;&lt;b&gt;Você já acessou o &lt;/b&gt;&lt;a href="http://esteticaa.blogspot.com"&gt;&lt;b&gt;Blog sobre Estética&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt; hoje? &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-1827184358921960734?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/1827184358921960734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/11/ginastica-facial-na-paralisia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1827184358921960734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/1827184358921960734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/11/ginastica-facial-na-paralisia.html' title='Ginástica Facial na Paralisia'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-4979420350002160514</id><published>2009-11-11T09:05:00.001-08:00</published><updated>2009-11-11T09:05:05.983-08:00</updated><title type='text'>Fonoaudiologia na paralisia facial</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 55, 109); "&gt;&lt;p&gt;Estresse, infecções virais (herpes zoster), acidente, tumor, trauma, choque térmico e outras complicações podem ser algumas das causas da paralisia facial. O distúrbio é caracterizado pela ausência ou diminuição dos movimentos da musculatura do rosto, provocada por uma alteração do nervo facial, um dos 12 nervos cranianos, responsável pela parte motora dessa região do corpo. O estresse é uma das maiores causas da doença, que exige tratamento prolongado e multidisciplinar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A fonoaudióloga estética Valesca Resende, especialista em alterações sensório-motoras pela Universidade de São Paulo (USP), lembra que, além dos prejuízos físicos, de perda da musculatura, da sensibilidade e, em alguns casos, do paladar e do olfato, os pacientes apresentam deficiências emocionais, afastando-se do convívio profissional e social. "Uma coisa é termos uma espinha que nos incomoda. Outra, é ter a imagem desfigurada", afirma. Os tipos e a intensidade da paralisia facial variam. Em alguns casos, pacientes não têm sensibilidade na testa e nos olhos; em outros, nos olhos e na boca, e assim por diante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Valesca tem tido resultados eficazes com a ginástica facial, que alia exercícios, drenagem linfática, crioterapia (aplicação de baixas temperaturas) e acupuntura, para tratar pacientes com paralisia no rosto. A drenagem linfática ajuda na redução dos edemas (inchaço) da face, sessões de shiatsu diminuem as dores, a acupuntura atua no enrijecimento da musculatura, e a ginástica facial trabalha uma gama de funções – mastigação, deglutição, olfato e comando dos músculos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O tratamento não tem prazo definido, porque a condição clínica dos pacientes varia muito. "Há casos de pessoas com mais de 20 anos de paralisia e que, com três meses, já desenvolvem várias habilidades como o retorno da musculatura à normalidade." Inicialmente, a fonoaudióloga faz uma investigação sobre o histórico do paciente, além da avaliação de fatores como a tonicidade da pele, a fala, a mastigação e a articulação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Embora alguns artigos científicos atestem que o choque térmico (entrar em contato com o frio e o quente ou vice-versa), provoquem paralisia, Valesca e outros especialistas discordam desses estudos. "Geralmente, quando fazemos a avaliação do histórico dos pacientes, muitos relatam problemas financeiros ou psicológicos, que explicam o distúrbio", contesta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A fonoaudióloga acrescenta que parte da recuperação depende única e exclusivamente do próprio paciente, já que vários exercícios são desenvolvidos em casa. "Não adianta somente fazer o tratamento no consultório. O paciente tem que se esforçar."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alegria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Daiana Caroline da Silva, de 21 anos, hoje fala, com alegria, do tratamento que faz para se livrar de uma paralisia facial adquirida há 9 anos, depois de um acidente de carro. Além de ter sido vítima de traumautismo craniano, fraturar o braço, perder a visão e a audição do lado direito, e permanecer no centro de tratamento intensivo (CTI) por 26 dias, ela não se lembra exatamente do que ocorreu. "Na vi nada, fiquei em coma profundo e depois em coma induzido. Tive convulsão e princípio de pneumonia. Somente três meses depois é que comecei a entender que havia sofrido um acidente."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em tratamento há pouco mais de um ano, ela já observou avanços, apesar de admitir que não é muito aplicada com os exercícios em casa, por falta de tempo. O olho direito, que antes estava muito seco e a incomodava, já lacrimeja normalmente. A boca, que antes estava deformada, voltou ao normal, e a fala está perfeita.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atualmente, Daiana é assessora de gabinete na Câmara Municipal, em Brumadinho, a 53 quilômetros de Belo Horizonte. Tem uma vida normal e diz que mudou radicalmente depois do tratamento. "Dois anos depois do acidente, fiquei revoltada, e o preconceito partiu de mim mesma. Achava que as pessoas iam me tratar de forma diferente por causa do meu rosto", comenta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Saiba mais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Sintomas como desvio dos lábios para um dos lados do rosto, imobilização da pálpebra, impedindo o fechamento ou abertura do olho, alteração no lacrimejamento, além da sensação de formigamento na pele e perda de sensibilidades olfativa e degustativa são comuns em pacientes com paralisia facial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• A alteração no rosto pode ocorrer por influência de vírus ou bactérias, por lesão, disfunção metabólica, falta de irrigação sangüínea na região neural, por influência de toxinas ou até por fatores congênitos, além de também estar associada ao estresse e traumas de face.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• O tratamento fonoaudiológico para alterações funcionais e estéticas da face ainda é bastante desconhecido, tanto no meio médico quanto entre os fonoaudiólogos. Durante anos, os tratamentos se restringiram à reabilitação fisioterápica, com uso de estimulações elétricas e das cirurgias reparadoras, como também a espera por uma recuperação espontânea.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• A avaliação criteriosa dos pacientes é fundamental para a elaboração de um programa de tratamento a partir das alterações e disfunções observadas. O conhecimento detalhado da história clínica, a análise dos exames realizados, o exame de tônus muscular de toda a musculatura facial, testes de sensibilidade e de coordenação são subsídios que permitem um tratamento adaptado e personalizado, em função das deficiências e da capacidade do paciente para controlar seus músculos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Retirado de &lt;a href="http://www.saudeplena.com.br"&gt;http://www.saudeplena.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-4979420350002160514?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/4979420350002160514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/11/fonoaudiologia-na-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4979420350002160514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4979420350002160514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/11/fonoaudiologia-na-paralisia-facial.html' title='Fonoaudiologia na paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-7524230218812218327</id><published>2009-10-26T08:57:00.001-07:00</published><updated>2009-10-26T08:57:48.362-07:00</updated><title type='text'>Kabat no tratamento da paralisia facial</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-WEIGHT: normal; WORD-SPACING: 0px; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-INDENT: 0px; LINE-HEIGHT: normal; FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: separate; FONT-VARIANT: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(77,77,77); FONT-FAMILY: Tahoma; TEXT-ALIGN: justify"&gt;A Paralisia Facial é uma patologia que acomete o nervo facial responsável pela musculatura mímica da face. Esta patologia pode ser classificada como periférica e central onde estas acometem diferentes partes da face além do que apresentam diferentes etiologias.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;O método kabat é um procedimento realizado manualmente com movimentos na diagonal. Este tem como objetivo reduzir os defícits causados pela patologia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;No presente estudo, este método de tratamento foi realizado de forma alternativa para alcançar o objetivo de demonstrar a eficácia na reabilitação do paciente com paralisia facial periférica.&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-WEIGHT: normal; WORD-SPACING: 0px; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-INDENT: 0px; LINE-HEIGHT: normal; FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: separate; FONT-VARIANT: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(77,77,77); FONT-FAMILY: Tahoma; TEXT-ALIGN: justify"&gt;Leia mais em &lt;a href="http://www.fisionet.com.br/monografias/interna.asp?cod=35"&gt;http://www.fisionet.com.br/monografias/interna.asp?cod=35&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-7524230218812218327?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/7524230218812218327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/10/kabat-no-tratamento-da-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7524230218812218327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7524230218812218327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/10/kabat-no-tratamento-da-paralisia-facial.html' title='Kabat no tratamento da paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-6784566429287014386</id><published>2009-10-03T08:14:00.000-07:00</published><updated>2009-10-03T08:14:00.283-07:00</updated><title type='text'>Paralisia de bell</title><content type='html'>Quando o paciente, de uma hora para outra e sem causa aparente, nota no espelho que sua boca desviou para o lado, um dos olhos não fecha e também não consegue enrugar a testa, já pensa que algo de muito grave lhe aconteceu e que sua vida pode estar correndo perigo, principalmente por saber que um derrame cerebral pode provocar um desvio da boca.&lt;br /&gt;Mas é muito importante diferenciar uma paralisia da face quando a mesma é provocada por um derrame cerebral (AVC), da paralisia que é o tema central deste texto, chamada paralisia facial periférica.&lt;br /&gt;A paralisia da face provocada por um AVC é também chamada de paralisia facial central, onde comumente observamos um desvio da boca, sendo que o olho e a testa mantém-se normais. Junto também temos perda de força do braço e perna opostos ao lado do desvio da boca, sendo essa uma doença grave, considerada emergência médica.&lt;br /&gt;Já a paralisia facial periférica é uma doença do nervo responsável pela inervação dos músculos da face, que vão dar a expressão (mímica) da mesma, chamado de nervo facial ou VII par de nervos cranianos.&lt;br /&gt;Na paralisia facial periférica, toda a hemiface inervada pelo nervo lesado fica paralisada, não enrugando a testa, não fechando o olho e a boca desviando para o lado sadio.&lt;br /&gt;Esta é uma doença benigna, que na maioria dos casos evoluirá para a cura, sem risco de vida ao paciente. Mas a necessidade de um acompanhamento médico precoce é importante para uma boa evolução da doença, bem como a detecção dos casos de mau prognóstico.&lt;br /&gt;Várias são as causas de uma paralisia facial periférica, tais como: um trauma na face, uma infecção do nervo facial por vírus ou bactéria, uma infecção de ouvido, pós cirurgia otológica ou da glândula salivar parótida, dentre tantas outras. Mas a causa mais comum (50%) desse tipo de paralisia é desconhecida, sendo chamada de paralisia facial periférica idiopática ou paralisia de Bell; o que se sabe é que ocorre uma inflamação do nervo e o mesmo passa a ter um funcionamento deficiente, como se fosse desligado. A partir daí vão se instalar os sinais acima referidos.&lt;br /&gt;Outros sinais e sintomas podem acompanhar o quadro como: alteração do paladar; diminuição ou aumento das lágrimas no olho que não fecha; formigamento e dor na hemiface acometida.&lt;br /&gt;Qual a maior preocupação do médico após instalada a paralisia facial periférica?&lt;br /&gt;Como o olho do paciente não se fecha por completo, ocorrerá um ressecamento da conjuntiva do olho afetado, com risco de lesão da córnea, havendo a necessidade, já na primeira consulta, de o paciente passar a fazer uso de colírio (um tipo de lágrima artificial) e uma pomada, como proteção ocular.&lt;br /&gt;Como é a evolução da paralisia facial periférica?&lt;br /&gt;A instalação da paralisia normalmente é súbita, mas a melhora se dá de maneira demorada, podendo levar alguns meses, devendo o doente deve ser colaborativo com a terapêutica e, como o próprio termo o designa, paciente.&lt;br /&gt;Alguns testes são necessários para avaliar a vitalidade do nervo.&lt;br /&gt;Em 90% dos casos ocorrerá cura total apenas com os cuidados acima referidos, mas em 2% é necessário uma cirurgia que visa abrir o canal ósseo que o nervo facial percorre dentro do ouvido, para que o mesmo possa recuperar-se mais rapidamente. Por isso é o otorrinolaringologista o especialista mais indicado para acompanhar a maioria dos casos de paralisia facial periférica.&lt;br /&gt;Caso não ocorra uma melhora completa do quadro, outros métodos terapêuticos (fisioterapia; cirurgia) podem ser aplicados na tentativa de correção estética e funcional dos movimentos da face.&lt;br /&gt;Resumindo, a paralisia facial periférica é uma doença freqüente, geralmente benigna que, quando acompanhada precocemente com o especialista adequado, tende a cura completa. Caso ocorra seqüela, há métodos terapêuticos que visam minimizá-la, deixando o paciente apto a viver na comunidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-6784566429287014386?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/6784566429287014386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/10/paralisia-de-bell.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6784566429287014386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6784566429287014386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/10/paralisia-de-bell.html' title='Paralisia de bell'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-3154411454142186059</id><published>2009-09-27T08:09:00.000-07:00</published><updated>2009-09-27T08:09:00.665-07:00</updated><title type='text'>Bases fisiologicas para a paralisia facial</title><content type='html'>Os três tipos fisiopatológicos de lesão são: neuropraxia, axonotmese e neurotmese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;►A neuropraxia caracteriza-se pela perda de continuidade da transmissão do impulso nervoso sem causa orgânica aparente. Geralmente associada com desmielinizacão segmentar. Seu prognóstico é excelente e a recuperação completa ocorre em poucas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;►A axonotmese consiste em perda de axônios de intensidade variável. O nervo facial possui uma estrutura anatômica peculiar que o diferencia da maioria dos outros nervos do organismo, ou seja, sua estrutura monofascicular. Isto obriga, em caso de ruptura do endoneuro (axonotmese), uma regeneração sem um trajeto definido. Isto dá origem às chamadas sincinesias ou espasmos hemifaciais, onde vários músculos da hemiface se contraem sincronicamente durante os movimentos voluntários. Isto pode ser bastante limitante para o paciente.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;►A neurotmese consiste na transecção total do nervo, bastante infreqüente no nervo facial, ocorrendo principalmente em lesões traumáticas severas ou durante cirurgias da face ou menos freqüentemente otológicas e intracranianas. Está associada com pobre prognóstico e tem indicação de anastomose cirúrgica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;►O nervo facial também está envolvido numa série de mecanismos reflexos, entre eles o mais importante é o reflexo do piscamento (córneo-palpebral). Nele ocorre o piscamento reflexo bilateral mediante o estimulo das fibras do nervo trigêmio na córnea de um dos olhos. A via aferente é o ramo oftálmico do nervo trigêmio e a via eferente é o nervo facial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;►Em neurofisiologia clínica se utiliza da estimulação do ramo supra-orbitário do nervo oftálmico (V1) para a obtenção do reflexo do piscamento (Blink Reflex). O impulso elétrico chega ao núcleo principal do trigêmio ipsilateral no tronco encefálico, de onde partem dois circuitos: O primeiro trafega pelo nervo facial e provoca uma resposta motora facial ipsilateral que evoca uma resposta eletrofisiológica chamada de R1. O segundo cruza a linha média atingindo a formação reticular do bulbo e fazendo conexão com o núcleo do facial contralateral, desencadeia a contração facial bilateral evocando uma resposta eletrofisiológica conhecida como R2. Portanto, a resposta R1 é ipsilateral e a R2 é bilateral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-3154411454142186059?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/3154411454142186059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/09/bases-fisiologicas-para-paralisia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3154411454142186059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3154411454142186059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/09/bases-fisiologicas-para-paralisia.html' title='Bases fisiologicas para a paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-7605333331336570704</id><published>2009-09-02T08:10:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T08:10:00.438-07:00</updated><title type='text'>Fonoaudiologia e a paralisia facial</title><content type='html'>A paralisia facial periférica, do tipo idiopático, também chamada paralisia de Bell ou a frigore, consiste de acometimento do sétimo nervo craniano, de forma aguda, podendo ser precedida por dor na região mastoidiana, resultando em paralisia completa ou parcial da mímica facial. Podem estar associados distúrbios da gustação, salivação e lacrimejamento, além de hiperacusia desagradável e hipoacusia na zona de Ramsay-Hunt. (VALENÇA, 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Antunes (2002), existem várias teorias para tentar explicar a paralisia facial idiopática (vascular, viral, hereditária, inflamação, imunomediata e psicossomática), mas permanece ainda como sendo de causa incerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira consulta fonoaudiológica do paciente constará de anamnese, avaliação e serão fornecidos os primeiros exercícios miofuncionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A anamnese na Paralisia Facial Periférica (PFP) pode levantar sinais que ajudam a traçar o prognóstico, nortear os esclarecimentos que possam ser dados ao paciente, determinar a conduta e estabelecer objetivos terapêuticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três perguntas são básicas para a visualização do quadro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Quando ocorreu a PFP;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Qual a causa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Quais os tratamentos e intervenções realizados desde a instalação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo principal da avaliação, além de identificar o tônus da musculatura afetada pela observação da posição de repouso, é avaliar também quais os segmentos musculares que estão envolvidos e identificar a fase em que o paciente está: fase flácida ou fase de seqüelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na fase inicial da paralisia basicamente flácida e com pouco ou nenhum esboço de movimento, o trabalho consiste na realização dos mesmos movimentos da avaliação e outros, feitos de forma isométrica e acompanhados por massagens indutoras do movimento desejado na hemiface paralisada (ALTMANN, 1998) no sentido do movimento. Essas massagens podem ser exclusivamente manuais, lentas, com pressão profunda ou utilização de massageador facial suave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios devem estimular os músculos inervados pelo nervo facial, ou seja, relativos aos segmentos da face: testa, olhos, nariz, lábios e bochechas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denomina-se fase de seqüelas a falta de recuperação completa da musculatura facial, geralmente acompanhada por contratura e algumas sincinesias. Embora indesejadas, as seqüelas são uma ocorrência comum em muitos casos de paralisia facial periférica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as contraturas, são sugeridos exercícios de alongamento passivo e ativo, assim como relaxamento e calor úmido local por pelo menos 5min.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A massagem pode eventualmente atingir os pontos de dor muscular, portanto a intensidade da pressão exercida deve respeitar a tolerância da pessoa massageada, podendo aumentar conforme ela permitir. Exercícios realizados para se obter relaxamento devem ser realizados sem força ou vigor. (BAJAJ-LUTHRA et al., 1998).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que a incidência da paralisia de Bell seria de 20-30 casos por 100 mil habitantes, com prevalência ligeiramente maior entre as mulheres. É rara antes dos 10 anos de idade e sua incidência é bimodal com picos na terceira e oitava décadas de vida, dependendo da distribuição etária da população. (SEVETTIERI et al., 1996 apud VALENÇA et al., 2001).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho fonoaudiológico visa dar funcionalidade à musculatura afetada, diferenciando-o dos outros tratamentos que visam apenas a estética facial. Além disso, a atuação fonoaudiológica contribuiu para diminuir o tempo de recuperação da paralisia facial, ponto importante para o paciente que quer restabelecer sua expressão facial anterior, o mais breve possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fonoaudiologia como uma ciência que se preocupa com a adequação dos movimentos e funções da musculatura da face, pode contribuir para o restabelecimento da mímica e expressão faciais do indivíduo. E é, através da expressão facial que demonstramos, às vezes, muito mais do que as palavras conseguem dizer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-7605333331336570704?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/7605333331336570704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/09/fonoaudiologia-e-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7605333331336570704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7605333331336570704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/09/fonoaudiologia-e-paralisia-facial.html' title='Fonoaudiologia e a paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5929331067091182810</id><published>2009-08-09T08:08:00.000-07:00</published><updated>2009-08-09T08:08:00.158-07:00</updated><title type='text'>Anatomia do nervo facial</title><content type='html'>O nervo facial tem um trajeto complexo e tortuoso, fato que o torna vulnerável à lesões. Podemos dividir seu trajeto em intracraniano e extracraniano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;►O nervo facial é um nervo misto, com fibras motoras, sensoriais e autonômicas. As fibras motoras originam-se do núcleo motor do nervo facial no tegmento da ponte. Suas fibras contornam o núcleo do nervo abducente (colículo facial) e dirigem-se para o ângulo cerebelo-pontino saindo do tronco cerebral pelo sulco bulbo-pontino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;►As fibras parassimpáticas originam-se do núcleo salivatório superior e as fibras sensoriais para a gustação dos 2/3 anteriores da língua terminam no núcleo do trato solitário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;►Ao penetrar no meato acústico interno, o nervo facial tem um trajeto tortuoso no interior da porção petrosa do osso temporal. O trajeto intrapetroso divide-se em três partes: labiríntico, timpânico e mastóideo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;►O nervo facial sai do crânio pelo forame estilomastóide para inervar mais de 20 músculos da face. Dentro da glândula parótida o nervo facial divide-se em 5 ramos: temporal, zigomático, bucal, mandibular e cervical. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;►As fibras parassimpáticas unem-se com as fibras motoras para formar o nervo intermédio. Este, através do nervo petroso maior se dirige ao gânglio pterigopalatino para inervar as glândulas lacrimais e da mucosa nasal e através do nervo corda do tímpano se dirige ao gânglio submandibular para inervar as glândulas submandibulares e sublinguais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;►As fibras sensoriais são de dois tipos: cutaneomucosas e gustativas. As primeiras são responsáveis pela sensibilidade somática da face externa da membrana timpânica, do conduto auditivo externo e da região posterior do pavilhão auricular. As segundas são responsáveis pela gustação dos 2/3 anteriores da língua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5929331067091182810?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5929331067091182810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/08/anatomia-do-nervo-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5929331067091182810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5929331067091182810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/08/anatomia-do-nervo-facial.html' title='Anatomia do nervo facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-80398857564688261</id><published>2009-07-31T08:07:00.000-07:00</published><updated>2009-07-31T08:07:00.426-07:00</updated><title type='text'>Tratamentos para a paralisia facial</title><content type='html'>A paralisia facial é o acometimento total ou parcial dos músculos de um lado da face (hemiface). Este tipo de paralisia tem causas, características, formas de aparecimento e tempo de recuperação completamente diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente unilateral, a paralisia facial é uma ausência ou uma diminuição importante dos movimentos faciais, causada por uma lesão do nervo facial, que é o nervo do corpo mais freqüentemente paralisado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são as causas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas das causas da paralisia facial são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trauma - acidentes, batidas no lado da cabeça ou face. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tumores - tanto benigno (neuroma acústico) quanto maligno (tumor cerebral) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Congênito - presente ao nascimento &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infeccioso - Paralisia de Bell, Síndrome de Ramsay Hunt (Herpes Zoster) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são os sintomas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dos sintomas iniciais podem incluir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sensação de dormência ou fraqueza;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sensação de pressão ou inchaço do lado afetado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças no paladar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intolerância a barulhos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olho ressecado ou lágrimas em excesso;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dor ao redor ou no próprio ouvido;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificuldades para mastigar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dores de cabeça;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vertigem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diagnosticar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns testes podem ser utilizados para auxiliar o diagnóstico e o tratamento do paciente. Esses testes podem incluir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eletroneurografia (ENOG);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Audiometria;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomografia computadorizada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ressonância magnética com contraste;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exames de sangue para verificar se a causa está ligada a varicela zoster ou herpes simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tratar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cuidados prestados à pessoa acometida pela paralisia facial são oferecidos por meio de diferentes formas de tratamento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clínico: Avaliação médica, exames e medicamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cirúrgico: (Intervenção cirúrgica) quando necessário será indicada pelo médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terapia miofacial: A reeducação das faces paralisadas é importante em todas as etapas da paralisia facial. Nos casos pós-cirúrgicos, como a descompressão do nervo, retirada de tumores, etc, a terapia miofacial deve começar o mais precocemente possível, depois do paciente ter tido alta do médico cirurgião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terapia miofacial prepara os músculos, não deixando que aconteça a atrofia muscular, estimula a vascularização periférica que ajuda nas trocas de nutrientes e orienta, por meio de exercícios, a recuperação dos movimentos da face.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reabilitação é lenta e minunciosa, em função das patologias e dos testes musculares. Por isso, não tenha pressa em se recuperar. O importante é que a reabilitação seja feita adequadamente, com paciência, perseverança e atenção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-80398857564688261?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/80398857564688261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/07/tratamentos-para-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/80398857564688261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/80398857564688261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/07/tratamentos-para-paralisia-facial.html' title='Tratamentos para a paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-327186170965610855</id><published>2009-07-17T08:04:00.000-07:00</published><updated>2009-07-17T08:04:00.507-07:00</updated><title type='text'>Terapia Miofascial na paralisia facial</title><content type='html'>As pessoas com paralisia facial têm uma nova chance de reabilitação dos movimentos do rosto. Até este mês, uma técnica chamada terapia miofacial, desenvolvida na Divisão de Cirurgia Plástica e Queimaduras do Hospital das Clínicas (HC), em São Paulo, utilizada em conjunto com a aplicação de toxina botulínica já reabilitou cerca de 50 pacientes que conviviam há mais de dois anos com esse estigma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs), traumas graves e tumores - como o câncer na glândula parótida - são algumas das principais causas da paralisia facial. Não existem dados seguros sobre a incidência desses casos, mas o HC recebe cerca de 70 pacientes por mês com o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das cirurgias reparadoras mais utilizadas normalmente enxerta um músculo e um nervo retirados da perna do próprio paciente para a reanimação dos movimentos faciais. O procedimento, no entanto, não garante que a funcionalidade dos músculos atingidos pela paralisia seja retomada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terapia miofacial, criada pela fonoaudióloga Paula Nunes Toledo, do HC, utiliza movimentos manuais nos músculos da face para estimulá-los a se tornar novamente ativos. A técnica, que se assemelha a uma massagem, funciona como uma espécie de aula para que esse músculo reaprenda sua função. "Ensino o músculo a fazer novamente os movimentos", diz a fonoaudióloga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não só ele. O nervo enxertado cresce cerca de um milímetro por dia, mas, se não for estimulado, não assumirá a função de conduzir impulso elétrico ao músculo. "Ele precisa ser orientado para onde crescer", diz Paula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento inicial dura quatro sessões, uma por semana. Depois passa a ser feito uma vez por mês. Durante essa fase, é aplicada a toxina botulínica para suavizar as conseqüências da paralisia. O efeito da toxina pode durar até seis meses. Após esse período, outra aplicação é feita. "A terapia gera funcionalidade e qualidade de vida para o paciente afetado", diz Paula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um dos lados do rosto é afetado, o outro tende a assumir as funções da área paralisada para tentar compensar a falta de ação na região lesionada. O resultado desse desequilíbrio é a alteração da aparência do paciente. Boca torta pálpebra caída e enrugamento da face são alguns exemplos. "A toxina botulínica, utilizada com a terapia miofacial, consegue acelerar a recuperação", diz a cirurgiã plástica Alessandra Grassi Salles, do HC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recuperação depende também do tempo que o paciente demora para buscar ajuda. A cirurgiã explica que o tratamento precisa ser iniciado o mais rápido possível e que deve ser multidisciplinar. "Não adianta fazer apenas a aplicação da toxina botulínica sem a reabilitação da terapia miofacial", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra o estigma - Os efeitos da paralisia facial podem causar problemas funcionais, como alteração da fala e da capacidade de fazer coisas aparentemente simples, como mastigar. O estigma, no entanto, é uma dos piores conseqüências apontadas pelos pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante quatro anos, Marlene de Souza Nakamura, de 56 anos, não saiu de casa. Não ia sequer à calçada. Tinha vergonha de sua aparência, conseqüência de uma paralisia sofrida em 1995 que entortou seu rosto e afetou sua fala. Os médicos nunca conseguiram diagnosticar a causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casada e mãe de dois filhos, Marlene evitava até mesmo se olhar no espelho. Durante essa fase, abandonou qualquer tipo de vaidade. "Tinha receio de comer na frente de outras pessoas e não passava nem mesmo um batom", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marlene foi uma das primeiras a passar pelo tratamento no HC. "Fiz a cirurgia de enxerto de músculo e do nervo, mas melhorei mesmo depois do tratamento", diz. "Agora posso me olhar no espelho, pois me considero normal."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O período de reclusão da babá Josefa Alves Costa de Carvalho, de 50 anos, foi menor, um ano. Mas, nem por isso, menos sofrido. Após uma operação para retirada de um tumor na parótida, em 1999, perdeu os movimentos do lado direito do rosto - de acordo com os especialistas, nesse tipo de procedimento é normal que isso aconteça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto com o problema veio a depressão. Com vergonha, Josefa passou a sair raramente de sua casa. Um dos primeiros resultados foi o fim de seu casamento. "Se saísse, não comia na rua, pois achava que todo mundo estava me olhando", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o cirurgião plástico Marcus Castro Ferreira, chefe da Divisão de Cirurgia Plástica e Queimados do Hospital das Clínicas, o serviço público deveria oferecer mais locais de tratamento multidisciplinar em cirurgia plástica. Ferreira afirma já ter enviado uma proposta de criação de centros de tratamento para a Secretaria de Estado da Saúde. "Além da cirurgia plástica, esses pacientes precisam de acompanhamento", diz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-327186170965610855?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/327186170965610855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/07/terapia-miofascial-na-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/327186170965610855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/327186170965610855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/07/terapia-miofascial-na-paralisia-facial.html' title='Terapia Miofascial na paralisia facial'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-5550922018110083266</id><published>2009-07-04T08:14:00.001-07:00</published><updated>2009-07-04T08:14:04.417-07:00</updated><title type='text'>Saiba diferenciar paralisia facial central e periferica</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 36pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;O primeiro passo é estabelecer o diagnóstico diferencial entre PFP e &lt;a style="COLOR: navy; BORDER-BOTTOM: navy 1px dashed; TEXT-DECORATION: none" href="http://www.medicinanet.com.br/palavras/1191/paralisia_facial_central.htm"&gt;paralisia facial central&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 36pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Classicamente, a PFP acomete toda a hemiface, enquanto a &lt;a onmouseover="MedicinaNET.showRel(event, this, &amp;#39;paralisia facial central&amp;#39;)" style="COLOR: navy; BORDER-BOTTOM: navy 1px dashed; TEXT-DECORATION: none" onmouseout="MedicinaNET.hideRel()" href="http://www.medicinanet.com.br/palavras/1191/paralisia_facial_central.htm"&gt;paralisia facial central&lt;/a&gt; poupa a metade superior da face. Isso ocorre em virtude da dupla inervação do andar superior da hemiface, pois há fibras córtico-nucleares provenientes de ambas as metades do córtex que se dirigem para cada um dos núcleos do nervo facial (&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;figura 1 e&lt;/b&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;tabela 2&lt;/b&gt;). Além disso, cerca de metade de todos os pacientes com PFP relatam dor na região da mastóide ipsilateral ao lado paralisado, que pode ser concomitante ao déficit facial ou precedê-lo em 24 a 48 horas. Alterações do paladar (lembre que o nervo facial é responsável pela sensibilidade gustativa nos dois terços posteriores da língua), &lt;a onmouseover="MedicinaNET.showRel(event, this, &amp;#39;olho seco&amp;#39;)" style="COLOR: navy; BORDER-BOTTOM: navy 1px dashed; TEXT-DECORATION: none" onmouseout="MedicinaNET.hideRel()" href="http://www.medicinanet.com.br/palavras/1191/olho_seco.htm"&gt;olho seco&lt;/a&gt; (por perda da inervação das glândulas lacrimais ipsilaterais por acometimento do nervo petroso superficial maior) e hiperacusia (por perda da função do músculo estapédio) também são característicos da PFP, somente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Figura 1: A. &lt;a onmouseover="MedicinaNET.showRel(event, this, &amp;#39;Paralisia facial central&amp;#39;)" style="COLOR: navy; BORDER-BOTTOM: navy 1px dashed; TEXT-DECORATION: none" onmouseout="MedicinaNET.hideRel()" href="http://www.medicinanet.com.br/palavras/1191/paralisia_facial_central.htm"&gt;Paralisia facial central&lt;/a&gt; (por exemplo, secundária a acidente vascular cerebral). B. PFP. Notar que na &lt;a onmouseover="MedicinaNET.showRel(event, this, &amp;#39;paralisia facial central&amp;#39;)" style="COLOR: navy; BORDER-BOTTOM: navy 1px dashed; TEXT-DECORATION: none" onmouseout="MedicinaNET.hideRel()" href="http://www.medicinanet.com.br/palavras/1191/paralisia_facial_central.htm"&gt;paralisia facial central&lt;/a&gt; os músculos da metade superior da face são poupados&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;div&gt;&lt;img id="_tempNonUser_medNet@_img_1" src="http://www.medicinanet.com.br/image/disponivel_assinante.gif" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://www.medicinanet.com.br/imagens/20080914124958.jpg" border="0"&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;h3 id="_mark_54601" style="MARGIN: 11px 0cm 0pt"&gt;Exame Físico&lt;/h3&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 36pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;O diagnóstico é relativamente fácil já à inspeção. Nota-se apagamento dos sulcos frontais e nasogeniano ipsilateralmente ao lado acometido, além de diminuição do piscamento. Deve-se pedir ao paciente que feche os olhos (haverá impossibilidade de realizar tal ação em virtude da fraqueza do músculo orbicular da pálpebra), mostre os dentes (haverá desvio da rima bucal para o lado normal, não paralisado, por perda da ação dos músculos risorius e quadrado do mento) e tente assobiar (não será capaz de realizar essa tarefa por perda da ação dos músculos bucinador e orbicular dos lábios). O &lt;a onmouseover="MedicinaNET.showRel(event, this, &amp;#39;sinal de Bell&amp;#39;)" style="COLOR: navy; BORDER-BOTTOM: navy 1px dashed; TEXT-DECORATION: none" onmouseout="MedicinaNET.hideRel()" href="http://www.medicinanet.com.br/palavras/1191/sinal_de_bell.htm"&gt;sinal de Bell&lt;/a&gt; caracteriza-se pelo deslocamento do globo ocular para cima e para fora na tentativa de fechamento com força do olho, que é incompleto em decorrência da fraqueza do músculo orbicular da pálpebra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 36pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;O exame físico deve incluir ainda exame neurológico completo, com atenção para o acometimento de outros nervos cranianos, além de inspeção do canal auditivo, otoscopia e palpação da parótida que, se alterados, poderão sugerir outras causas ao invés de paralisia idiopática de Bell.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 36pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Tabela 2: PFP versus &lt;a onmouseover="MedicinaNET.showRel(event, this, &amp;#39;paralisia facial central&amp;#39;)" style="COLOR: navy; BORDER-BOTTOM: navy 1px dashed; TEXT-DECORATION: none" onmouseout="MedicinaNET.hideRel()" href="http://www.medicinanet.com.br/palavras/1191/paralisia_facial_central.htm"&gt;paralisia facial central&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="LightGrid-Accent11" style="BORDER-RIGHT: medium none; BORDER-TOP: medium none; BORDER-LEFT: medium none; BORDER-BOTTOM: medium none; BORDER-COLLAPSE: collapse; mso-border-alt: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-themecolor: accent1; mso-yfti-tbllook: 1056; mso-padding-alt: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt" cellspacing="0" cellpadding="0" border="1"&gt;  &lt;tbody&gt; &lt;tr style="mso-yfti-irow: -1; mso-yfti-firstrow: yes"&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #4f81bd 1pt solid; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #4f81bd 1pt solid; WIDTH: 133pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 2.25pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-themecolor: accent1; mso-border-bottom-themecolor: accent1" width="177"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 1"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; mso-fareast-theme-font: major-fareast"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #4f81bd 1pt solid; PADDING-LEFT: 5.4pt; BORDER-LEFT-COLOR: #d4d0c8; PADDING-BOTTOM: 0cm; WIDTH: 176.6pt; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 2.25pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-bottom-themecolor: accent1; mso-border-top-themecolor: accent1; mso-border-right-themecolor: accent1; mso-border-left-alt: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-left-themecolor: accent1" width="235"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 1"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #1f497d; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; mso-fareast-theme-font: major-fareast; mso-themecolor: text2"&gt;Periférica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; BORDER-TOP: #4f81bd 1pt solid; PADDING-LEFT: 5.4pt; BORDER-LEFT-COLOR: #d4d0c8; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 2.25pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-bottom-themecolor: accent1; mso-border-top-themecolor: accent1; mso-border-right-themecolor: accent1; mso-border-left-alt: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-left-themecolor: accent1"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 1"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; COLOR: #1f497d; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; mso-fareast-theme-font: major-fareast; mso-themecolor: text2"&gt;Central&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr style="mso-yfti-irow: 0"&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; PADDING-LEFT: 5.4pt; BACKGROUND: #d3dfee; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #4f81bd 1pt solid; WIDTH: 133pt; BORDER-TOP-COLOR: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 1pt solid; mso-border-themecolor: accent1; mso-border-top-themecolor: accent1; mso-background-themecolor: accent1; mso-background-themetint: 63; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt" width="177"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 64"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Fraqueza na metade superior da face&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; PADDING-LEFT: 5.4pt; BORDER-LEFT-COLOR: #d4d0c8; BACKGROUND: #d3dfee; PADDING-BOTTOM: 0cm; WIDTH: 176.6pt; BORDER-TOP-COLOR: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 1pt solid; mso-border-bottom-themecolor: accent1; mso-border-top-themecolor: accent1; mso-border-right-themecolor: accent1; mso-border-left-alt: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-left-themecolor: accent1; mso-background-themecolor: accent1; mso-background-themetint: 63; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt" width="235"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 64"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Sim&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; PADDING-LEFT: 5.4pt; BORDER-LEFT-COLOR: #d4d0c8; BACKGROUND: #d3dfee; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-TOP-COLOR: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 1pt solid; mso-border-bottom-themecolor: accent1; mso-border-top-themecolor: accent1; mso-border-right-themecolor: accent1; mso-border-left-alt: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-left-themecolor: accent1; mso-background-themecolor: accent1; mso-background-themetint: 63; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 64"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Não&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr style="mso-yfti-irow: 1"&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; PADDING-LEFT: 5.4pt; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #4f81bd 1pt solid; WIDTH: 133pt; BORDER-TOP-COLOR: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-themecolor: accent1; mso-border-top-themecolor: accent1; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt" width="177"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 128"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Fraqueza na metade inferior da face &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; PADDING-LEFT: 5.4pt; BORDER-LEFT-COLOR: #d4d0c8; PADDING-BOTTOM: 0cm; WIDTH: 176.6pt; BORDER-TOP-COLOR: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-bottom-themecolor: accent1; mso-border-top-themecolor: accent1; mso-border-right-themecolor: accent1; mso-border-left-alt: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-left-themecolor: accent1; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt" width="235"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 128"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Sim&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; PADDING-LEFT: 5.4pt; BORDER-LEFT-COLOR: #d4d0c8; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-TOP-COLOR: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 1pt solid; BACKGROUND-COLOR: transparent; mso-border-bottom-themecolor: accent1; mso-border-top-themecolor: accent1; mso-border-right-themecolor: accent1; mso-border-left-alt: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-left-themecolor: accent1; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 128"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Sim&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr style="mso-yfti-irow: 2; mso-yfti-lastrow: yes"&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; PADDING-LEFT: 5.4pt; BACKGROUND: #d3dfee; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-LEFT: #4f81bd 1pt solid; WIDTH: 133pt; BORDER-TOP-COLOR: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 1pt solid; mso-border-themecolor: accent1; mso-border-top-themecolor: accent1; mso-background-themecolor: accent1; mso-background-themetint: 63; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt" width="177"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 64"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Local da lesão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; PADDING-LEFT: 5.4pt; BORDER-LEFT-COLOR: #d4d0c8; BACKGROUND: #d3dfee; PADDING-BOTTOM: 0cm; WIDTH: 176.6pt; BORDER-TOP-COLOR: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 1pt solid; mso-border-bottom-themecolor: accent1; mso-border-top-themecolor: accent1; mso-border-right-themecolor: accent1; mso-border-left-alt: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-left-themecolor: accent1; mso-background-themecolor: accent1; mso-background-themetint: 63; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt" width="235"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 64"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Nervo ou ponte ipsilateral&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="BORDER-RIGHT: #4f81bd 1pt solid; PADDING-RIGHT: 5.4pt; PADDING-LEFT: 5.4pt; BORDER-LEFT-COLOR: #d4d0c8; BACKGROUND: #d3dfee; PADDING-BOTTOM: 0cm; BORDER-TOP-COLOR: #d4d0c8; PADDING-TOP: 0cm; BORDER-BOTTOM: #4f81bd 1pt solid; mso-border-bottom-themecolor: accent1; mso-border-top-themecolor: accent1; mso-border-right-themecolor: accent1; mso-border-left-alt: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-left-themecolor: accent1; mso-background-themecolor: accent1; mso-background-themetint: 63; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-yfti-cnfc: 64"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 11px; FONT-FAMILY: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;Hemisfério cerebral contralateral&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-5550922018110083266?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/5550922018110083266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/07/saiba-diferenciar-paralisia-facial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5550922018110083266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/5550922018110083266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/07/saiba-diferenciar-paralisia-facial.html' title='Saiba diferenciar paralisia facial central e periferica'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-3616541913775040734</id><published>2009-07-04T08:03:00.000-07:00</published><updated>2009-07-04T08:04:26.628-07:00</updated><title type='text'>Paralisia Facial em Otite Media Aguda</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WSkb_9BLxLQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param 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Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-2048625179712093343</id><published>2009-04-10T14:34:00.000-07:00</published><updated>2009-04-10T14:35:01.224-07:00</updated><title type='text'>Noticias sobre a sua saude diretamente no Twitter.</title><content type='html'>Noticias sobre a sua saúde diretamente no Twitter.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Engloba todos os blogs que a Chakalat.net com diversos assuntos como: fisioterapia, odontologia, esportes, estetica, relaxamento, educação física, hérnia de disco e etc.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Siga-nos agora!!!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://twitter.com/suasaude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' 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Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-6669365450870810578</id><published>2009-01-02T12:18:00.001-08:00</published><updated>2009-01-02T12:18:04.318-08:00</updated><title type='text'>Acordei com uma Paralisia Facial...e agora, o que fazer?</title><content type='html'>&lt;p class="textodescricao" align="center"&gt;Acordei com uma Paralisia Facial...e agora, o que fazer?&lt;br&gt;&lt;br&gt;" Através da face revelamos ao mundo nossas emoções... nosso ser"&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="textocaixapedido"&gt;O que é a Paralisia Facial?&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="textobase"&gt;&lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; É a paralisia que ocorre com os nervos periféricos da face (nervo facial), responsável pelos movimentos dos músculos da face, pelo lacrimejamento dos olhos, pela proteção do sistema auditivo contra os sons fortes e também pela sensibilidade gustativa na parte anterior da língua.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="textocaixapedido"&gt;Qual é a incidência da Paralisia Facial?&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="textobase"&gt;&lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; Pode ocorrer em qualquer idade com incidência maior em indivíduos entre 20 e 40 anos e do sexo masculino.&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;span class="textocaixapedido"&gt;Quais as principais causas da Paralisia Facial?&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="textobase"&gt;&lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; A Paralisia Facial pode resultar de infecções virais ( herpes zoster), traumatismos, tumores, alterações congênitas (defeitos de nascimento) e até por diabetes.&lt;/span&gt;&lt;span class="textocaixapedido"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Paralisia Facial, o que fazer?&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="textobase"&gt;&lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; Inicialmente, indica-se procurar um médico Otorrinolaringologista;&lt;br&gt; Passar por uma série de exames indicados, como: exames otoneurológicos, exames neurológicos, eletromiografias, testes de equilíbrio, medição do lacrimejamento, radiografias da face, tomografias computadorizadas, ressonância magnética entre outros.&lt;br&gt; Iniciar o mais rápido possível o tratamento para estimular a musculatura paralisada.&lt;/span&gt;&lt;span class="textocaixapedido"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonoaudiologia atuando na Paralisia Facial&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="textobase"&gt;&lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; Como um profissional de detém de conhecimentos de toda a musculatura facial e sua funcionalidade, o Fonoaudiólogo é um dos profissionais capacitados a trabalhar diretamente em casos de Paralisia Facial.&lt;/span&gt;&lt;span class="textocaixapedido"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Como é o trabalho do Fonoaudiólogo na Paralisia Facial?&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="textobase"&gt;&lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; Inicia-se com uma Avaliação minuciosa do funcionamento da musculatura facial em relação à sensibilidade, aos movimentos e função dos músculos, como Mastigação, Deglutição, Sucção e Articulação das palavras.&lt;/span&gt;&lt;span class="textocaixapedido"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Tratamento consiste em:&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="textobase"&gt;&lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; Trabalho de sensibilização da musculatura facial;&lt;br&gt;&lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; Exercícios com os músculos faciais;&lt;br&gt; &lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; Alongamento dos músculos faciais;&lt;br&gt;&lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; Massagens manuais estimulatórias e relaxantes;&lt;br&gt; &lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; Estimulação termoestimulatória, através do calor e/ou do frio;&lt;br&gt;&lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; Exercícios miofuncionais (Mastigação, Deglutição, Sucção e Articulação);&lt;/span&gt;&lt;span class="textocaixapedido"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Qual é o tempo de recuperação da Paralisia Facial?&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="textobase"&gt;&lt;img height="5" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/imagensgerais/quadradinho.jpg" width="5"&gt; A recuperação da função muscular será determinada pelo grau de comprometimento, pela causa e tipo da lesão do nervo facial.&lt;br&gt; A busca pelo tratamento Médico ou Fonoaudiológico da Paralisia Facial deve ser precoce, a fim de propiciar uma recuperação muscular favorável e rápida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="textodescricao"&gt;Fotos de pacientes com Paralisia Facial Periférica&lt;/p&gt; &lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" width="349" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="175"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img height="153" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/fono/para1.jpg" width="153"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="textocaixapedido" width="174"&gt;Paciente com paralisia facial crônica, tentando assoviar.&lt;br&gt;&lt;span class="textobase"&gt;Figura retirada do livro: "Terapia de Regulação Orofacial" / Rodolfo Castilho Morales – São Paulo: Memnon, 1999 – página 89&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="175"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="174"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="175"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img height="153" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/fono/para2.jpg" width="153"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="textocaixapedido" width="174"&gt;Paciente com Paralisia Facial Periférica, fazendo abertura de boca, sendo observado o desvio do ângulo de boca e o nariz para o lado não comprometido&lt;br&gt;&lt;span class="textobase"&gt;Figura retirada do livro: "Terapia de Regulação Orofacial" / Rodolfo Castilho Morales – São Paulo: Memnon, 1999 – página 88&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="175"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="174"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="175"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img height="153" src="http://www.sorrisosaudavel.com.br/fono/para3.jpg" width="153"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="textocaixapedido" width="174"&gt;Paciente com Paralisia Facial Periférica, fechando os olhos. Observa-se o desvio do ângulo da boca mesmo fechada e o nariz para o lado não comprometido.&lt;br&gt;&lt;span class="textobase"&gt;Figura retirada do livro: "Terapia de Regulação Orofacial" / Rodolfo Castilho Morales – São Paulo: Memnon, 1999 – página 89&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-6669365450870810578?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/6669365450870810578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/acordei-com-uma-paralisia-faciale-agora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6669365450870810578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/6669365450870810578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/acordei-com-uma-paralisia-faciale-agora.html' title='Acordei com uma Paralisia Facial...e agora, o que fazer?'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-7073073752438628558</id><published>2009-01-02T12:11:00.001-08:00</published><updated>2009-01-02T12:11:44.583-08:00</updated><title type='text'>Paralisia facial: nova técnica reabilita movimento</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br clear="all"&gt;Pessoas com &lt;a class="tags" onclick="javascript:counttag(&amp;#39;Paralisia&amp;#39;, 1, 961351)" href="http://pt.shvoong.com/tags/paralisia/"&gt;&lt;span&gt;paralisia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; facial têm uma nova chance de reabilitação dos movimentos do rosto através de uma técnica chamada terapia miofacial, desenvolvida na Divisão de Cirurgia Plástica e Queimaduras do Hospital das Clínicas (HC), São Paulo. Utilizada em conjunto com a aplicação de &lt;a class="tags" onclick="javascript:counttag(&amp;#39;Toxina&amp;#39;, 1, 961351)" href="http://pt.shvoong.com/tags/toxina/"&gt;&lt;span&gt;toxina&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; botulínica, já reabilitou cerca de 50 pacientes que conviviam há mais de dois anos com esse estigma. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;A terapia miofacial, criada pela fonoaudióloga, Paula Nunes Toledo, utiliza movimentos manuais nos músculos da face para estimulá-los a se tornar novamente ativos. A técnica, que se assemelha a uma massagem, funciona como uma espécie de aula para que esse músculo reaprenda sua função: Ensino o músculo a fazer novamente os movimentos, diz a fonoaudióloga. O tratamento inicial dura quatro sessões, depois passa a ser feito uma vez por mês. Durante essa fase, é aplicada a toxina botulínica para suavizar as conseqüências da paralisia. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;O efeito da toxina pode durar até seis meses e então, outra aplicação será feita. As principais causas da paralisia facial são o Acidente Vascular Cerebral, traumas causados por acidentes e tumores, mas, também, há casos onde não se consegue diagnosticar a causa. A alteração da aparência dos portadores da paralisia como boca torta, pálpebra caída, enrugamento da face é apontada pelos doentes como uma das piores conseqüências desse mal. A toxina botulínica, utilizada com a terapia miofacial consegue acelerar a recuperação dessas seqüelas. &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-7073073752438628558?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/7073073752438628558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/paralisia-facial-nova-tcnica-reabilita.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7073073752438628558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/7073073752438628558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/paralisia-facial-nova-tcnica-reabilita.html' title='Paralisia facial: nova técnica reabilita movimento'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-282495197876668983</id><published>2009-01-02T12:10:00.001-08:00</published><updated>2009-01-02T12:10:40.770-08:00</updated><title type='text'>Paralisia Facial e Parestesia: condutas terapêuticas</title><content type='html'>&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color="#333333" size="2"&gt; &lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O nervo facial, VII par craniano, é responsável pelos movimentos da face, ou seja, da mímica facial, e quando lesado cessa os movimento musculares da hemiface afetada desde o supercílio até a boca. Dentre as causas da paralisia facial, temos: idiopática, traumática, infecciosa, neoplasia, metabólica, congênita, vascular e tóxica. Devemos saber diferenciar as paralisias das parestesias, sendo a última, descrita como sensações estranhas de &amp;quot;formigamento&amp;quot; na área compreendida pelo nervo afetado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Revisão de Literatura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Paralisia Facial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo Duus (1985) e Santos (2000), a paralisia facial ocorre quando há compressão do nervo facial, por algum processo mórbido qualquer, na região parotídea, sendo esta lesão homolateral, ou seja, o lado afetado será o lado onde estiver a lesão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Etiologia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A etiologia da paralisia facial pode ser dividida em: idiopática; traumática; infecciosa; neoplásica; metabólica; congênita; vascular e tóxicas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Idiopática ou Paralisia de Bell&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estudos realizados com pacientes submetidos a rápidas oscilações de temperatura, mostraram que em poucos dias os pacientes apresentaram paralisia hemifacial. Em 80% dos casos ocorreram melhora em poucos dias, mas em 20% dos casos não houve melhora, devido a erros na reorientação das fibras nervosas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Traumática&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A paralisia facial de ordem traumática pode acometer os indivíduos sob várias formas, como por exemplo, objetos cortantes, perfurantes, projéteis de arma de fogo na face, acidentes automobilísticos, traumas cirúrgicos, entre outros (CHEVALIER 1990; CAMBIER; MASSON; DEHER 1983).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Infecciosa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Podemos ter algumas lesões do nervo facial de origem infecciosa, como:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Meniginte: com comprometimento da bainha do nervo craniano, as reações inflamatórias ou exudativas causam paralisia facial (BENTO; BARBOSA 1994).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Otite: ocorre compressão, inflamação ou mesmo destruição do nervo facial, pois a otite pode se apresentar desde uma leve supuração até a necrose dos ossos (BENTO; BARBOSA 1994).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Herpes Zoster: ocorre por um processo inflamatório agudo em gânglios sensitivos, o vírus atinge - por um processo desconhecido - nervos de um mesmo lado de corpo. Ocorre o aparecimento de vesículas, dores, diminuição sensibilidade e por fim a paralisia do nervo (MARTINS; KWIECZISKI 1994).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Neoplasias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A lesão ao nervo facial pelas neoplasias se dá por compressão do nervo, bem como destruição do mesmo. As neoplasias mais comuns são: da glândula parótida, do tronco cerebral e quarto ventrículo, do ângulo ponto cerebelar na base do crânio (CHEVALIER 1990).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Metabólicos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em diabéticos, a paralisia facial é causada por disfunções metabólicas. De patogenia mista, de um lado haveria insuficiente circulação no vasa-neverum do facial, e por outro agiria a deficiência relativa de aneurisma (MAY 1979).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Congênitas&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Há dois tipos de paralisias faciais congênitas, segundo Chevalier (1990).&lt;br&gt;- Não desenvolvimento dos núcleos celulares pontinos, que dariam origem às fibras do nervo facial.&lt;br&gt;- Paralisia facial do tipo &amp;quot;Heller&amp;quot;, que consiste na não formação do pavilhão da orelha e outras estruturas circunvizinhas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vascular&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um bloqueio na circulação arterial que nutre o nervo pode causar a paralisia facial (DORRETO, 1998; SANTOS, 2000).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tóxicas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em relação à paralisia facial tóxica, somente a Toxicose pode causar lesão isolada do nervo facial, pois as demais lesões por agentes tóxicos fariam com que o nervo facial fosse mais um nervo afetado, já que há um quadro de polineuropatia (BENTO e BARBOSA 1994).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sinais e Sintomas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com estudos de Bento e Barbosa (1994), o paciente afetado pela paralisia facial apresenta assimetria da face, tendo a hemiface paralisada. O olho do lado afetado está mais aberto, sendo incapaz de fecha-lo, a comissura labial está repuxada assobiar. A sintomatologia apresentada é de perda de sensibilidade no lado afetado e perda dos movimentos musculares do lado afetado da face.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diagnóstico Diferencial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo Machado (1993), como diagnóstico diferencial podemos considerar a paralisia facial central, que como sinais, apresenta a parte superior da face poupada (músculo orbicular dos olhos), sendo afetada somente o terço inferior da face, diferente da paralisia facial, onde toda hemiface é afetada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As paralisias faciais periféricas são totais, já nas centrais, pode haver contração involuntária da musculatura mímica como manifestação emocional, ou seja, o paciente pode contrair a musculatura do lado afetado quando ri ou chora, mas não os contrai voluntariamente. A paralisia facial é homolateral, correndo do mesmo lado da lesão e as paralisias centrais são contralaterais, ocorrem do lado oposto da lesão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Antes de iniciarmos o tratamento devemos analisar primeiramente a etiologia da paralisia facial, pois, se estivermos diante de uma infecção, provavelmente ministraremos antibióticos ou antivirais, para tratamento inicial.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em casos de compressão do nervo facial por edema pós-trauma (paralisia facial traumática), iremos aguardar para que os movimentos voltem gradativamente, não tendo êxito, usaremos corticóides (prenidsona), Adour (1982). Outra opção, segundo Vasconcelos (2001), seria a descompressão cirúrgica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outra conduta também aceita, como descrito por Cintra et al. (1957) podem ser com tratamento medicamentoso, tendo assim a vitamina B1, e o complexo B, associadas à estricnina na dose de 1mg por ampola, em injeções intramusculares diárias, até atingir 12 ampolas (este é um tratamento clássico). Outra forma seria o uso de cortisona, 100mg a cada 6 horas durante os dois ou três primeiros dias, para que, se houver melhora, haver um espaçamento entre as doses iniciais. Neville et al. (1998), descrevem que não há um tratamento efetivo para a paralisia de Bell, os sintomas tendem a regredir dentro de um a dois meses, embora haja uma melhora com o uso de histamina ou medicamentos vasodilatadores.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Temos algumas outras condutas terapêuticas como exemplo, a crioterapia, Rodrigues (1995), utilizada a mais de 100 anos para tratamento de disfunções neurológicas e traumáticas, esta técnica consiste em utilizar pedras de gelo na hemiface afetada com movimentos rápidos, agindo na musculatura de maneira que haja uma despolarização das fibras nervosas, gerando estímulo ao músculo para que se contraia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Temos também, como descrito por Clayton (1999), a eletroterapia, que é um estímulo sensitivo/motor à musculatura, onde é escolhida uma corrente adequada onde teremos o tempo de pulso e intensidade de corrente para cada caso, de acordo com o eletrodiagnóstico prévio, que é um método de diagnóstico realizado com corrente galvânica interrompida e exponencial, facilitando assim a escolha de tempo de duração, variação de tempo de intensidade e freqüência dos estímulos. Caso não haja o eletrodiagnóstico prévio, estaremos aumentando possíveis efeitos colaterais, como a contratura muscular.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outro tipo de tratamento utilizado é a termoterapia, onde iremos utilizar o calor superficial, através de compressas quentes pela radiação infravermelha, aumentando o metabolismo e diminuindo a tensão Krussen (1998).&lt;br&gt; A cinesioterapia consiste em uma boa terapêutica, onde serão realizados exercícios como contração e relaxamento, objetivando desde a estimulação motora até o fortalecimento muscular. O paciente irá se aproximar de um espelho, e diante dele irá realizar movimentos pré-estabelecidos pelo profissional (DANIELS e WARTHINGHAM, 1987).&lt;br&gt; Publicidade&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Outra conduta terapêutica, segundo Boigey (1996), é a massoterapia. Quando o músculo se encontra encurtado ou em contratura, tenta-se o relaxamento do mesmo através de massagens, melhorando o fluxo sanguíneo na região, que irá contribuir para o metabolismo adequado e trofismo tecidual. Além dessas terapêuticas também dispomos da acupuntura, do Shiatsu, e mais recentemente, da mobilização neural ou neurodinâmica, que consiste em restaurar a complacência da fibra nervosa e do movimento, e no tratamento, vem a somar para o restabelecimento do paciente afetado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;PARESTESIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A parestesia consiste em sensações desagradáveis, mais ou menos permanentes que traduzem irritação de nervos periféricos sensitivos ou de raízes posteriores. As parestesias freqüentemente se associam à dor e costumam se traduzir principalmente por &amp;quot;formigamento&amp;quot; (SANVITO, 2000).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Machado (1993), diz que as parestesias são sensações estranhas, onde não há a total perda de sensibilidade, mas Rowland (1997) cita que as parestesias são sensações anormais espontâneas, descritas como uma sensação de &amp;quot;formigamento&amp;quot;. Sendo reconhecidas por qualquer pessoa que já recebeu uma injeção de anestésico local em tratamentos odontológicos. Quando não persistem, as parestesias podem não indicar uma lesão neurológica, mas já quando persistentes, indicam anormalidade das vias sensoriais. Segundo Madi (2000), as causas da parestesia podem ser as seguintes: (1) uma agressão traumática; (2) agressão que parte dos tecidos circundantes (inflamação, tumor que comprime o nervo, ou que, como a inflamação lhe ultrapassa os envoltórios e o invade); (3) lesões vasculares (neuropatias vasculares); (4) inflamação do nervo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em Odontologia é comum encontrar casos de parestesia, em pacientes que foram submetidos a exodontias, principalmente em terceiros molares inferiores, onde estruturas nobres, como o nervo lingual, o nervo alveolar inferior, nervo bucal, estão presentes, sendo assim um movimento mais brusco, ou se houver apenas um toque no nervo, podemos causar parestesia. Na literatura não há nenhum tipo de tratamento específico para as parestesias, e sim apenas aguardar para que com o tempo o nervo afetado volte a sua normalidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como conclusão do trabalho, podemos dizer que:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Na paralisia facial, temos a injúria à um nervo motor (nervo facial), por isso há paralisia, e na Parestesia relacionada à Odontologia, a injúria é em nervo sensitivo (nervo trigêmio), por isso as alterações de sensação.&lt;br&gt; - As lesões em que há seccionamento no nervo requerem neurorrafia, e as sem seccionamento evoluem com boa recuperação.&lt;br&gt;- É de suma importância o tratamento em equipe multidisciplinar para que os resultados sejam rápidos e adequados.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-282495197876668983?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/282495197876668983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/paralisia-facial-e-parestesia-condutas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/282495197876668983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/282495197876668983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/paralisia-facial-e-parestesia-condutas.html' title='Paralisia Facial e Parestesia: condutas terapêuticas'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-4703743305684829938</id><published>2009-01-02T12:09:00.001-08:00</published><updated>2009-01-02T12:09:30.140-08:00</updated><title type='text'>Paralisia facial central</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Paralisia Facial Central &lt;/h1&gt; &lt;div class="descr"&gt;Jan 06, 2007 by Vorty&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="style6"&gt;&lt;img height="300" hspace="10" src="http://www.paralisia.com/paralisia-facial-central/paralisia-facial-central-paralisia-facial-central-paralisia-facial-central.gif" width="242" align="left"&gt;&lt;/span&gt;Paralisia Facial Central:&amp;nbsp;&lt;br&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;São causadas por lesões supranucleares (trato córtico-nuclear), onde nesta paralisia a motricidade da metade superior é geralmente preservada.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na paralisia facial central existe um desvio da rima bucal, apagamento do sulco nasolabial, disartria, ausência da contração do plastima.&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A principal causa da paralisia facial central é avascular (acidente vascular cerebrais). (SANVITO, 1981, p.196).&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nas paralisias centrais, entretanto, pode haver contração involuntária da musculatura mímica como manifestação emocional. Assim, o indivíduo pode contrair a musculatura mímica do lado paralisado quando ri ou chora, embora não possa fazê-lo voluntariamente. (MACHADO, 2000, p.210).&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-4703743305684829938?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/4703743305684829938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/paralisia-facial-central.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4703743305684829938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/4703743305684829938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/paralisia-facial-central.html' title='Paralisia facial central'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-3968709328154544632</id><published>2009-01-02T11:57:00.001-08:00</published><updated>2009-01-02T11:57:23.670-08:00</updated><title type='text'>Exercícios para a musculatura da face</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: verdana"&gt;Você sabia que a musculatura também precisa de exercícios? Apenas quinze minutos diários ajuda a suavizar os efeitos do sol na face, do envelhecimento e das centenas de caretas que fazemos no dia-a-dia. Alguns exercícios simples podem adiar (ou até cancelar) a cirurgia plástica.A ginástica facial parte de um princípio muito simples: é possível fortalecer os músculos da face, do pescoço e do colo da mesma maneira que fazemos com os do corpo. Para a saúde, ela contribui para aumentar a circulação sangüínea, oxigena as fibras musculares, suaviza as linhas de expressão (rugas) e, se feita com a devida orientação, pode corrigir pequenas imperfeições. Alguns exercícios:&lt;br&gt; &lt;br&gt;Testa: eleve as sobrancelhas o mais alto possível por alguns segundos. Volte a ao normal devagar. Repita 10 vezes.&lt;br&gt;Para as pálpebras: Por cinco segundos, aperte os olhos com força. Vá abrindo devagar. Repita 10 vezes.&lt;br&gt; Bochecha: sorria o mais largamente possível com a boca fechada. Repita 10 vezes.&lt;br&gt;Para as maçãs do rosto: diga &amp;quot;o&amp;quot; e &amp;quot;xix&amp;quot; 30 vezes seguidas.&lt;br&gt;Para os lábios: faça boca de patinho por alguns segundos. Em seguida, relaxe. Repita 10 vezes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-3968709328154544632?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/3968709328154544632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/exerccios-para-musculatura-da-face.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3968709328154544632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/3968709328154544632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/exerccios-para-musculatura-da-face.html' title='Exercícios para a musculatura da face'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-9047921194348844969</id><published>2009-01-02T11:29:00.001-08:00</published><updated>2009-01-02T11:29:30.514-08:00</updated><title type='text'>Como fica a musculatura da face durante a paralisia facial periférica?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;As hemifaces ficam assimétricas e haverá um predomínio muscular da hemiface sadia em relação a acometida. A hemiface acometida se encontra: -Diminuição das pregas genolabiais e frontal conforme o grau de paralisia; -O olho tende a se manter aberto; -Tendência ao escoamento de saliva pelo labial afetado; -Hipotonia muscular; -Déficit força para executar os movimentos. &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-9047921194348844969?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/9047921194348844969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/como-fica-musculatura-da-face-durante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/9047921194348844969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/9047921194348844969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/como-fica-musculatura-da-face-durante.html' title='Como fica a musculatura da face durante a paralisia facial periférica?'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-469024942083570367</id><published>2009-01-02T11:27:00.001-08:00</published><updated>2009-01-02T11:28:50.174-08:00</updated><title type='text'>Anatomia de Pescoço</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;h2&gt;&lt;font color="teal"&gt;PESCOÇO&lt;/font&gt;&lt;/h2&gt;&lt;font color="navy"&gt;Ossos do pescoço&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É uma região dividida em nuca e região cervical&lt;br&gt;Nuca- Atrás da coluna cervical&lt;br&gt;Região cervical- anterior à coluna cervical&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; · 7 vértebras cervicais&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; · osso hióide - único osso que não se articula com nenhum outro  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;&lt;b&gt;Músculos do Pescoço&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Divididos em 4 grupos&lt;br&gt;&lt;font color="brown"&gt;&lt;b&gt;MÚSCULOS SUPERFICIAIS&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo Platisma &lt;/font&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - músculo das paixões não correspondidas -&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; tem inserções: proximal: ao nível do corpo da mandíbula &lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; distal: na clavícula e no esterno, inserindo-se na pele &lt;br&gt; Função: enruga o pescoço &lt;br&gt;&lt;font color="teal"&gt;&lt;b&gt;Inervado pelo Facial&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; (7º par)  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;&lt;b&gt;MÚSCULOS RELACIONADOS COM O OSSO HIÓIDE&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;&lt;b&gt;Infra hioideos&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; - são pares  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo Esterno cleido hioideo&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem: manúbio esternal, terço medial da clavícula&lt;br&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo Omo hioideo&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem: bordo superior da omoplata&lt;br&gt; &lt;font color="brown"&gt;- Músculo Esterno tireoioideo&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Do esterno à cartilagem tireóide &lt;br&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo Tireo hioideo&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Da cartilagem ao osso hióide  &lt;p&gt;Ajudam a fixar o osso hióide e abaixa-lo  &lt;p&gt;&lt;font color="teal"&gt;&lt;b&gt;Inervados&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; pela Alça cervical (Nervos raquidianos(cervicais))  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;&lt;b&gt;Supra Hioideos&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo Digástrico&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem: apófise mastóide&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inserção: osso hióide (ventre posteiror), mandíbula (ventre anterior)&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ventre - tendão - ventre  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo Estilo hioideo &lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem: apófise estilóide&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inserção: hióide  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo milo- hioideo &lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem: linha milo- hioidea&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inserção: hióide&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; -forma o assoalho da boca, auxilia a deglutição  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo Geni hioideo&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem: apófise geni inferior&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inserção: hióide  &lt;p&gt;Função: levantam o hióide  &lt;p&gt;&lt;font color="teal"&gt;Inervação&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;Ventre posterior do digástrico e estilo hioideo - Nervo Facial&lt;br&gt;Ventre anterior do digástrico e o milo hioideo é pelo nervo milohioideo (faz parte do mandibular, terceira raiz do trigêmio.  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;&lt;b&gt;MÚSCULOS PROFUNDOS: OS ESCALENOS&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo Escaleno Anterior&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem: apófises transversas de C3 a C6&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inserção: tubérculo de Lisfranc (saliência na primeira costela)  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo Escaleno Médio&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem: apófises transversas de C1 a C7&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inserção: 1ª costela  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo Escaleno Posterior&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem: apófises transversas de C4 a C6&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inserção: 2ª costela  &lt;p&gt;Função dos escalenos&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lateralização da cabeça&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Elevam a caixa torácica, facilitando a inspiração  &lt;p&gt;&lt;font color="teal"&gt;Inevação&lt;/font&gt;&lt;br&gt;Nervos cervicais espinhais C3 a C6  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;&lt;b&gt;MÚSCULO PRÉ VERTEBRAL &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;(anterior à medula)  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;- Músculo Esternocleido(ocipto)mastoideo&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origens: Apófise mastóide (saliência do osso temporal)&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Occiptal ao nível do íneo (processo occiptal externo) &lt;br&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inserções: manúbio esternal e clavícula&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Funções: lateraliza a cabeça (quando só um se contrai)&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Flete a cabeça (quando os dois se contraem)&lt;br&gt;&lt;font color="teal"&gt;&lt;u&gt;Inervação&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;: nervo acessório (11º par), pela parte cervical  &lt;p&gt; &lt;hr&gt; O acessório tem duas origens:&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; uma bulbar (núcleo ambíguo) da origem a primeira porção do acessório &lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; e outra aparente, no sulco pós olivar (origem espinhal)  &lt;p&gt;pequenas raízes dos nervos espinhais C1 a C5 unem-se a raiz bulbar e formam o acessório &lt;br&gt;Quando chega ao pescoço divide-se novamente  &lt;hr&gt;  &lt;p&gt;&lt;font color="navy"&gt;Vascularização&lt;/font&gt;  &lt;p&gt; &lt;center&gt;&lt;img src="http://www.geocities.com/Athens/Academy/2966/anatomia/pesco/vascpesc.jpg"&gt;&lt;/center&gt;Ramos da carótida externa&lt;br&gt; &lt;center&gt;&lt;img src="http://www.geocities.com/Athens/Academy/2966/anatomia/pesco/vascpesc2.jpg"&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;b&gt;Feixe vásculo nervoso do pescoço&lt;/b&gt;&lt;a onclick="popimage(&amp;#39;feixepescoco.jpg&amp;#39;,400,400);return false" href="http://www.geocities.com/Athens/Academy/2966/anatomia/pesco/foto.htm"&gt;(figura)&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Látero medial&lt;br&gt;Veia jugular interna, Artéria carótida primitiva e no ângulo diedro o Nervo vago  &lt;p&gt;&lt;u&gt;Ângulo diedro&lt;/u&gt; - formado por duas estruturas entre a veia jugular interna e a artéria carótida primitiva, local onde situa-se o nervo vago.  &lt;p&gt; &lt;hr&gt;  &lt;p&gt;&lt;font color="teal"&gt;&lt;b&gt;Glândulas do Pescoço&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;TIREÓIDE&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Descoberta em 1656 por Tomas Wharton&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É uma glândula de secreção interna situada na região cervical anterior, anterior à traquéia&lt;br&gt; Na mulher é maior, pesa cerca de 30g, tem formato de H, possui dois lóbulos (direito e esquerdo) unidos pelo istmo. Cada lóbulo tem 5cm de comprimento, 3cm de largura e 2cm de espessura. É muito vasculariza, lubrifica a traquéia  &lt;p&gt;Vascularização da Tireóide - 4 Artérias  &lt;p&gt;&lt;u&gt;Artéria tireoidéa Superior&lt;/u&gt; - 1º ramo da carótida externa, é o maior e o mais importante, vem da carótida primitiva, vai ao pólo superior dos lóbulos&lt;br&gt;&lt;u&gt;Artéria tireoidea Inferior&lt;/u&gt; - mergulha no pólo inferior de cada lóbulo, é ramo do tronco tireocervical que é o 2º ramo da subclávia (o 1º ramo são as artérias vertebrais e o 3º é a mamaria interna)&lt;br&gt; &lt;u&gt;Veia tireoidea superior e média&lt;/u&gt; - desemboca na jugular interna&lt;br&gt;&lt;u&gt;Veia tireoidea Inferior&lt;/u&gt; - deságua no tronco bráquio cefálico  &lt;p&gt;&lt;font color="gold"&gt;&lt;b&gt;Nervos Recorrentes&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;Recorrente do lado direito - o vago entra no tórax, passa posterior ao tronco arterial e transita entre a traquéia e a tireóide. Nesse&lt;br&gt;nível surge o recorrente que abraça o tronco e inerva a laringe&lt;br&gt;Recorrente do lado esquerdo - mesma trajetória inicial do direito, quando o vago esta passando posterior ao cajado da aorta surge o recorrente que abraça a aorta e passa entre a traquéia e a tireóide, inervando a tireóide.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;PARATIREÓIDE&lt;/b&gt;  &lt;p&gt;São 4 pequenas qlândulas situadas posteriormente ao lobo da tireóide. Duas superiores e duas inferiores.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Produzem o paratormônio (importante no metabolismo do Cálcio e Fósforo)&lt;br&gt;A vascularização e a inervação é a mesma da tireóide.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Comportamento de nervos e vasos em relação aos músculos escalenos&lt;/b&gt;&lt;br&gt;A Artéria Subclávia passa entre o escaleno anterior e o escaleno médio, juntamente com o plexq braquial&lt;br&gt;A Veia Subclávia passa anterior ao escaleno anterior&lt;br&gt; O Nervo Frênico vem de C3, C4 e C5; inerva o diafragma; transita na face anterior do Escaleno Anterior.  &lt;p&gt;&lt;font color="navy"&gt;&lt;b&gt;VÍSCERAS DO PESCOÇO&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;LARINGE&lt;/b&gt;  &lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É um órgão constituído por cartilagens, pares e ímpares, que articulam-se entre si.&lt;br&gt;Ádito - é a entrada da laringe. Limites:&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Anterior: epiqlote&lt;br&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Posterior: aritnóides&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lateral: pregas ariepiglóticas  &lt;p&gt;&lt;font color="blue"&gt;&lt;b&gt;CARTILAGENS ÍMPARES&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;- são as maiores cartilagens  &lt;p&gt;&lt;font color="blue"&gt;Cartilagem Tireóide&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A mais desenvolvida, tem forma de escudo. Possui uma lâmina esquerda e uma direita que se unem na linha média formando o pomo de adão ou proeminência tireoidéa. (essa proeminência é visível no homem).  &lt;p&gt;&lt;font color="blue"&gt;Cartilagem Cricóide&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tem a forma de anel e situa-se abaixo da tireóide  &lt;p&gt;&lt;font color="blue"&gt;Cartilagem Epiglote&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tem a forma de uma folha de árvore  &lt;p&gt;&lt;font color="blue"&gt;&lt;b&gt;CARTILAGENS PARES&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="blue"&gt;Cartilagens Aritnóides&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; São as únicas móveis, deslizam sobre a cricóide.  &lt;p&gt;&lt;font color="blue"&gt;Cartilagens Corniculadas ou de Santorine&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Localizam-se sobre as aritnóides  &lt;p&gt;&lt;font color="blue"&gt;Cartilagens Cuneiformes ou Wrisberg&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Situadas acima da prega ariepiglótica e abaixo das cartilagens aritnóides  &lt;p&gt; &lt;hr&gt; Corpo adiposo da laringe&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Situado:&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Posterior à epiglote&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Anterior ao corpo do hióide, pela membrana tireoidea e por parte da glândula tireóide:  &lt;p&gt;&lt;u&gt;Glote&lt;/u&gt; - espaço entre as duas cordas vocais verdadeiras (que vibram)  &lt;hr&gt;  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;&lt;b&gt;MÚSCULOS DA LARINGE&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="brown"&gt;&lt;b&gt;Extrínsecos&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;: os supra e infra híoideos&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ajudam a fixar a laringe&lt;br&gt;&lt;font color="brown"&gt;&lt;b&gt;Intrínsecos&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;: são músculos estriados, os músculos da fala  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;Músculo Crico aritnoideo posterior&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem: cricóide&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inserção: aritnóides&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Função: abdutor (único) das cordas vocais (voz grave)  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;Músculo Crico aritnoideo lateral&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Função: adutor (aproxima) das cordas vocais (voz aguda)  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;Músculo Tiro aritnoideo&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Origem: cartilaqem tireóide&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inserção: aritnóides&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Função: adutor das cordas vocais&lt;br&gt;Forma as cordas vocais verdadeiras - tem fibras musculares e tecido conjuntivo  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;Músculo Aritnoideo&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;font color="brown"&gt;Porção Transversa&lt;/font&gt; - une as aritnóides transversalmente - é o único ímpar&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;font color="brown"&gt;Porção Oblíqua&lt;/font&gt; - une as aritnóides em forma de X&lt;br&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Função: São adutores das cordas vocais  &lt;p&gt;&lt;font color="brown"&gt;Músculo Cricotireoideo (direito e Esquerdo)&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É tensor das cordas vocais, leva o pomo de Adão para frente  &lt;p&gt;&lt;font color="teal"&gt;Inervação&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Laringeos inferiores (ou recorrentesj) Motor&lt;br&gt;Sensibilidade da laringe&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Laringeo Superior - Sensitivo  &lt;p&gt; &lt;hr&gt; Cordas vocais Superiores (falsas) - pregas vestibulares que não vibram.&lt;br&gt;Cordas vocais inferiores (verdadeiras) - São formadas pelo músculo tireoaritnoideo e vibram.  &lt;hr&gt; &lt;font color="navy"&gt;Vascularização&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;Ramos das tireoideas superiores e inferiores  &lt;p&gt;FARINGE  &lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É um tubo muscular, cilíndrico, sem parte anterior. Tecido membranoso e muscular que está dividido em:  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Rinofaringe&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Teto: Esfenóide&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Base: Horizontalização do palato mole  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Orofaringe&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Teto: Horizontalização do palato mole&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Base: Plano que passa no bordo livre da epiqlote  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Hipofaringe ou Larigofaringe&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Teto: plano que passa no bordo livre da epiglote&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Base: vai ao nível da cartilagem cricóide - início do esôfago  &lt;p&gt;TRAQUÉIA  &lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Começa após a laringe, ao nível da cricóide e vai até T5. É um tubo de aproximadamente 11 cm. São placas cartilaginosos em forma de arco incompleto, empilhados um sobre o outro (16 a 20 anéis), entre esses anéis há tecido conjuntivo.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Carina&lt;/b&gt; - ou crista antero- posterior ou esporão sagital. É o ponto onde termina a traquéia, é o ponto mais sensível a tosse.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/714440042224866339-469024942083570367?l=paralisiafacial.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/feeds/469024942083570367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/anatomia-de-pescoo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/469024942083570367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/714440042224866339/posts/default/469024942083570367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paralisiafacial.chakalat.net/2009/01/anatomia-de-pescoo.html' title='Anatomia de Pescoço'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-714440042224866339.post-4178078146714372217</id><published>2009-01-02T11:26:00.001-08:00</published><updated>2009-01-02T11:26:40.616-08:00</updated><title type='text'>Anatomia de bochecha e lingua</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;font face="Tempus Sans ITC"&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Delimitação da Bochecha&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Superiormente: Sulco infra-palpebral&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; medialmente : implantação do nariz, sulco naso-labial&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; inferiormente: plano que passa no bordo inferior da mandíbula&lt;br&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; posteriormente: plano que passa no bordo posterior do masseter &lt;/font&gt; &lt;p&gt;Constituem a Bochecha: (8 estruturas)&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Músculo Bucinador&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Canal de Stenon (ou ducto parotídico)&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - traz a saliva da parótida&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; desemboca no vestíbulo da cavidade bucal ao nível do 2o molar superior&lt;br&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Corpo Adiposo da bochecha ou bolinha de Bichat&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; última gordura do corpo a ser decomposta (&amp;quot;queimada&amp;quot;)&lt;br&gt;Localização: ao nível do bordo anterior do masseter e anterior ao bucinador&lt;br&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Artéria facial&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Veia facial&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Artéria transversa da face&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Ramos do nervo facial &lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Ramos do nervo trigêmeo  &lt;p&gt;Nariz&lt;br&gt; &lt;center&gt;&lt;img src="http://www.geocities.com/Athens/Academy/2966/anatomia/face/nariz.jpg"&gt;&lt;/center&gt;Mancha de Kisselbach: é muito vascularizada e está localizada no septo nasal, aproximadamente 1 cm das narinas. Essa mancha facilmente sangra e esse fenômeno é conhecido como Epistaxe&lt;br&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Vibriças são os pêlos do nariz &lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Pessoas com hipertensão (pressão alta) podem Ter facilmente derrame, pois as artérias do cérebro não pulsam (caso contrário causariam vibrações na cabeça) Quando ocorre um sangramento na mancha de Kisselbach pode ser um sinal de hipertensão e conseqüente derrame.  &lt;p&gt;Temos dois tipos de Mucosa nasal&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - &lt;u&gt;Respiratória&lt;/u&gt; - reveste meato médio, meato inferior, septo. É vermelha, é muito vascularizada. Aquece, purifica e umidece o ar. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - &lt;u&gt;Olfatória&lt;/u&gt; - ao fim da cavidade nasal, é mais amarelada, aonde tem origem o primeiro par crânico (olfatório)&lt;br&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - O nariz se comunica com a faringe pelas coanas que é um ponto que faringe se comunica com a cavidade nasal (deixa a cavidade nasal para ser faringe)&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Existem 3 formatos de nariz, de acordo com o dorso; retilíneo, arrebitado e aquilino.&lt;br&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - A cavidade orbitária se comunica com a cavidade nasal pelo canal Naso-lacrimal  &lt;p&gt; &lt;hr&gt; - O Olfato é intepretado ao nível do uncus do giro para hipocampal do lobo temporal na área 34 de Brodmann  &lt;hr&gt; Grande característica do olfato: não passa no tálamo  &lt;p&gt;Nervo Olfatório - penetra no crânio pela lâmina crivosa do etmóide, termina na &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; área 34 de Brodmann, onde torna-se consciente  &lt;p&gt;O sentido olfatório do lado direito vai p
