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Tratamento multidisciplinar para a Paralisia Facial







A Paralisia Facial pode se apresentar de várias maneiras: completa ou incompleta; súbita ou se desenvolver ao longo de vários anos, e vir acompanhada de acometimento auditivo ou não.

Classifica-se a Paralisia Facial como paralisia facial central (PFC) ou periférica (PFP).

Na  paralisia facial central há alteração de mobilidade apenas dos músculos do terço inferior da hemiface contralateral à lesão nervosa, mantendo a movimentação normal da parte superior bilateralmente. A  paralisia facial periférica caracteriza-se por uma dificuldade em toda movimentação de uma hemiface (superior e inferior), em que se podem encontrar alterações quanto ao lacrimejamento, fechamento da pálpebra, alterações na fala e mímica facial, mastigação ineficiente, impossibilidade de ocluir correta-mente os lábios, além de sintomas como otalgia, zumbido, vertigens e outros. Quanto à etiologia, a paralisia facial pode ser dividida em: paralisia de Bell (ou idiopática), traumática, infecciosa, neoplásica, congênita, vascular, tóxica ou metabólica (diabete e hipotireiodismo).

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O tratamento da paralisia facial pode ser medicamentoso, com antibióticos e antivirais, quando diante de infecções. Em casos de compressão do nervo facial por edema pós-trauma (paralisia facial traumática), deve-se aguardar para que os movimentos retornem gradativamente. Não se obtendo êxito, o uso de corticoides, como a prednisona, pode ser uma terapia indicada. Outra opção terapêutica seria a descompressão cirúrgica do nervo. Há outras condutas terapêuticas como a eletroterapia, a termoterapia, a cinesioterapia e a massoterapia.

Socialmente, a deformidade facial e os movimentos involuntários e indesejáveis, comuns após o estabelecimento das sequelas, mais do que prejudicar a estética e a funcionalidade, podem interferir significativamente na comunicação interpessoal. Tal condição limita a expressividade do indivíduo, acarretando uma variedade de problemas psicossociais, como depressão, ansiedade, rejeição e paranóia.

É preciso ter um tratamento interdisciplinar para que todos os aspectos da Paralisia Facial, seja de que tipo for, seja tratada.



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