terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Fisioterapia e a Paralisia Facial


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É causado por uma lesão do nervo facial, esse é o nervo do corpo que mais sofre com paralisias, é também o mais visível.

O nervo facial faz parte dos 12 nervos cranianos, ele tem inicio no tronco cerebral, possui duas ramificações, indo uma para cada lado do rosto e o seu funcionamento é independente, isto é, um não depende do outro.

É através das fibras deste nervo que expressamos algumas situações como o nosso sorriso, risada, choro e a tristeza. A paralisação destas fibras nervosas na nossa face seja total ou parcial, que em geral acomete somente um dos lados da face, acarreta na ausência, ou diminuição dos movimentos faciais. Além das paralisações faciais, que prejudica o fechamento do olho, o movimento da boca, enrugamento da testa, pode também apresentar secura nos olhos e na boca, alterações no paladar, justamente porque é ele quem transmite o sabor que sentimos na parte da frente da língua. Quando estas fibras estão irritadas pode surgir movimento esporádico, involuntários também na face, que são denominados como os "tiques nervosos".

A paralisação do nervo facial, geralmente deixa o olho seco e diminui o movimento da pálpebra, é recomendável usar um colírio apropriado para este caso, pois assim pode prevenir o surgimento de uma úlcera de córnea e cegueira (consulte o seu oftalmologista).

As causas principais são atribuídas a vários fatores como tumores (benigno ou maligno), por sofrer batidas ou pancadas na cabeça ou na face, golpes de ar, infecções.

Os Fisioterapeutas dedicam-se exclusivamente ao paciente durante a sessão, sendo que nos casos de paralisia facial de Bell, a duração da sessão deve ser indicada pelo Fisioterapeuta tendo em conta a tolerância do paciente à fadiga muscular.

A reeducação muscular é fundamental nos casos de paralisia facial, havendo a estimulação e fortalecimento dos músculos da face, aliando técnicas como a massagem endobucal e/ou em vários pontos da face e crânio, a drenagem linfática manual da face ou a estimulação com gelo. O ensino de exercícios para realização diária em casa, é também um componente essencial para que os resultados sejam visíveis o mais rapidamente possível.

O prognóstico do paciente dependerá do grau da paralisia e dos sintomas apresentados, pelo que o tempo de recuperação pode variar entre 1 a 9 meses, com melhoria dos sintomas e resultados visíveis nas primeiras 2 a 3 semanas.

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