segunda-feira, 22 de abril de 2013

Fraturas e paralisia facial


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São as causas mais comuns de paralisia facial traumática, sendo a maioria do osso temporal e o restante dos ossos da face. Essas fraturas podem ocorrer na maior parte das vezes, por acidentes automobilísticos e quedas.

O tempo de instalação da paralisia interfere no prognóstico. As paralisias faciais imediatas têm prognóstico pior, sendo que as tardias são causadas geralmente, por compressão de sangramento intracanal ou retenção de retorno venoso e regridem espontaneamente.

As fraturas do osso temporal podem ser classificadas quanto à sua localização em longitudinais, transversais ou cominutivas.

As fraturas longitudinais são as mais comuns e geralmente lesam o nervo nas proximidades do gânglio geniculado, antes da emergência do nervo petroso superficial maior ou ao nível do segmento timpânico.

Clinicamente pode apresentar otorragia com hipoacusia condutiva e seu prognóstico geralmente é bom.As fraturas transversais são raras.

Podem atingir o ouvido interno acarretando surdez neurossensorial e vertigem intensa. Têm um prognóstico pior porque na maioria das vezes estão acompanhadas por outras lesões intracranianas.

As fraturas cominutivas são mais graves e acometem vários pontos do canal de Falópio, geralmente apresentando disacusia neurossensorial profunda (Bento & Barbosa, 1994).

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 900 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/fonoaudiologia/artigos/40289/paralisia-facial-traumatica-e-as-fraturas#ixzz2PQSCnhYa

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