O FES na Paralisia Facial






É difícil saber o parâmetro correto a ser utilizado na corrente FES nas paralisias faciais sem antes avaliar a real situação do paciente.

Há dois tipos básicos de paralisia: A paralisia central e a paralisia periférica que se manifestam de maneiras diferentes devido as inervações comprometidas.

A paralisia também pode ser parcial ou total. Na paralisia parcial há diminuição do movimento, desde um grau mais leve até graus mais severos, mas ainda assim existe algum movimento.

Já na paralisia total, há ausência completa de movimentação.  O FES é um recurso bastante utilizado na paralisia facial pois diminui o grau de atrofia muscular e evita a esclerose parcial do músculo, mas só vai apresentar efeito quando houver alguma contração muscular.

O eletrodo a ser acoplado tem que ser pequeno de até 1cm e deve ser colocado sobre o ponto motor correspondente a musculatura afetada. O tempo da rampa de contração deve ser entre 4 e 6 segundos e o tempo da rampa de relaxamento entre 12 e 18 segundos, a frequência deve ficar entre 20 e 50hz devido aos tipos de fibras musculares presentes na face e a intensidade é dada de acordo com a sensibilidade e resposta de contração muscular do paciente.

Veja, isso é APENAS UMA SUGESTÃO, não deve ser usado como parâmetro fixo para tratamento, até porque você deve observar também se o paciente está na fase flácida (começo / até 3 meses após a paralisia) ou se já está na fase de sequelas (após os três meses), em cada uma dessas fases a tratativa é diferente e tudo fica diferente no paciente, desde a sensibilidade até a resposta motora, e aí não tem outro jeito: você terá de avaliar e buscar na literatura a melhor maneira de lidar com esse paciente.
O FES na Paralisia Facial O FES na Paralisia Facial Editado por saude.chakalat.net on 04:11 Nota: 5

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